Curioso, mas agora que o preço internacional do barril de petróleo é praticamente um terço do atingido no primeiro semestre deste ano (embora eu saiba que o Brasil não dependa exclusivamente da importação do petróleo fino, e que a cotação do dólar, por outro lado, inverteu a posição de menos de R$ 2,00 para acima deste patamar, no mesmo período), o preço do litro de gasolina em Brasília disparou.
O litro aqui agora em dezembro está em R$ 2,68. O curioso é que em Goiânia o preço estava mais alto do que no DF, e agora a situação se inverteu, com o preço na capital goiana em R$ 2,57, que era o preço cobrado anteriormente aqui.
Duas outras curiosidades importantes, porém:
1) o preço não é liberado? então por que TODOS os postos cobram o mesmo valor? é o tal do cartel? por que nenhum órgão apura isso? falta de pessoal?
2) nos postos de gasolina de Terezópolis de Goiás (com Z porque os prefeitos estão isentos de seguir qualquer acordo ortográfico), Goianápolis, Anápolis e Alexânia (no caminho entre GYN e BSB) o preço é de R$ 2,37, o que naturalmente faz com que estejam sempre lotados de automóveis com placas do DF.
Será que existe algum grupo terrorista do Oriente Médio que subsidia os postos da região de Anápolis, para que naquela área o combustível seja mais barato do que nas duas capitais ao redor? E o frete? Ah, são os tais impostos locais que algumas prefeituras e/ou estados querem ter mais ganância do que outros?
Sinceramente, não há explicações plausíveis, exceto a de que não se justifica uma aberração tão grande nos preços praticados no mesmo produto em três cidades tão próximas.
P.S. - Será que o pessoal das usinas de álcool incentiva o preço da gasolina? No país das monoculturas, isso seria uma “novidade” (falta do ponto de ironia no teclado).