Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Comparação de violências

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/05/suspeito-de-assalto-e-linchado-apos-roubo-bar-na-zona-norte-de-sp.html

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/05/assaltantes-fazem-arrastao-em-restaurante-de-bairro-nobre-de-sp.html

Pois violência gera violência.

Enquanto os babacas dos “bairros nobres” não aprenderem a se defender, vão continuar a ser roubados todas as vezes em que saem para jantar.
A violência que se pratica em um dia, e tem sucesso, gera a repetição de outras violências.
Caso típico da dentista que foi queimada viva em São Bernardo do Campo, e depois de um mês outros bandidos repetiram a ação com um dentista em São José dos Campos.
Espírito de imitação e de certeza da impunidade.
Nos bairros da “perifa”, o pessoal se defende e tem como a regra a definição de que bandido bom é bandido morto. Bandido bom não é aquele que “sofre” medidas sócio-educativas, nem aqueles que saem da prisão logo depois de condenados, como determina nossa legislação cheia de direitos individuais, e vazia de deveres para se viver em sociedade.

Agora, mudando do inferno paulistano para o Hell de janeiro,

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/05/turista-alemao-e-baleado-durante-visita-favela-da-rocinha-no-rio.html

Quando vocês fazem turismo no Afeganistão e no Paquistão sempre procuram os bairros mais talibanescos, né mermo bródi?
Pois turista que gosta de visitar as “cumunidadji” merece os tiros e as facadas que leva.
Foi procurar “emoções fortes e adrenalina”. Encontrou.
O turista descobriu que a realidade brasileira não é como um reles filme de Tarantino. Tudo é bem mais sério.

Em outras cidades, como na periferia de cidades do Centro-Oeste, costumam amarrar os bandidos nos postes, antes de acabar com eles.
No Irã a lei não manda atirar pedras nos adúlteros?
Pois então, a lei do “interior incivilizado” no Brasil é mais ou menos parecida.
Inibe mais do que o “bom mocismo educativo” da Zona Çul (de çumpallo ou do hell).
Se cada defensor dos “deretchus dus manu”, e cada político chefe de quadrilha, exercesse o direito de não atrapalhar, os índices de violência no Brasil certamente cairiam drasticamente.

Mas… temos a
Constituição de 1988,
redigida por um cãogresso que foi travestido de poderes constituintes por uma pessoa que se perpetua no “pudê” desde sempre.
Tudo feito em causa própria, para perpetuar os direitos das máfias. as “eleitas pela ditadura dos partidos políticos”, e as que detêm oligopólios, legais ou clandestinos.
E ninguém do povo foi consultado se concordava com a palhaçada que se instalou naquela ocasião, nem para opinar se concordava com o texto preparado para defender os direitos dos políticos e de seus apaniguados.
Até a república islâmica do Egito fez uma consulta ao eleitorado, depois da redação da nova constituição.

Por essas e outras, temos uma imagem cada vez mais negativa na imprensa mundial.

Um amigo me mandou este link:

http://www.boston.com/bigpicture/2013/05/gun_violence_salvador_brazil.html?utm_source=feedly

Lamentàvelmente, a turma dos hipòcritamente mal-resolvidos não consegue enxergar que é necessário saber dizer BASTA!, e não passar o tempo todo com a manipulação de teorias ociológicas.

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