Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Mugabe foi “eleito” pela sétima vez presidente do Zimbábue, um dos países que mais se desestruturou por conta de políticas desastrosas levadas a cabo por alguém que freqüentemente é tido como um ditador.

Será que usaram as “urnas eletrônicas programáveis”, como diria um certo senador paranaense?

Casos de eleições fraudulentas conhecemos em toda a história e em toda a superfície do planeta. Mil artifícios têm sido utilizados para isso. Compra de eleitores, manipulação das apurações, conluio entre partidos, alteração de regras em pleno andamento do jogo, sentenças judiciárias, etc..  Há ainda os modelos de eleições com “candidatos únicos”, bem ao gosto das “democracias socialistas”.

Dizem que a democracia (seja lá o que se entender como tal) é o menos ruim dos sistema políticos. Talvez seja verdade.
A única que ainda não consegui decifrar é se eleições são sinônimo de democracia. Levando-se em conta eternização dos mesmos políticos, em todos os lugares, por décadas e décadas, a dúvida não consegue ser esclarecida. Filósofos gregos da Antigüidade Clássica por vezes tinham outro ponto de vista. Os filósofos modernos não são exatamente um altar de neutralidade. Como tampouco o são os cientistas.

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