Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Reformas necessárias

Hoje em dia falam muito de reformas.

Há quase um ano, antes das manifestações de rua que começaram nos últimos dois meses,  escrevi algumas propostas para reforma do sistema político brasileiro.

Muitas outros itens podem / devem ser incluídos para a instalação de novo sistema político.

Dentre muitos outros, menciono agora o fim da contribuição sindical obrigatória. Cada trabalhador saberá se quer ou não ser ligado / representado por um sindicato. Já falei várias vezes sobre isso: o empregado do banco “laranja” tem necessidades diferentes dos que trabalham no banco “azul” ou “vermelho”. Por que um sindicato único em cada área geográfica? O mesmo vale para todas as outras profissões: industriários, comerciários ou prestadores de serviços. As leis que inventaram o sistema sindical tão adorado pela esquerda foram idealizadas pelo fascismo mussoliniano e implantadas no Brasil pela ditadura de direita de Getúlio – lá se vão distantes 80 anos.
Se há algo que não reflete o pensamento da maioria da população é o que sai da boca dos líderes “cinicais“, que gostam de falar de minorias, e ignoram que em uma democracia, minoria não é maioria, para impor regras. O respeito deve ser às pessoas, todas, sem privilegiar esse ou aquele grupelho.

O somatório das propostas de reforma acarretarão, indireta e paulatinamente, o fim do político profissional, sobretudo aquele sujeito que recebe “vocação hereditária“.

Propostas que não surgem em guildas profissionais que há décadas abusam da ingerência em temas que se referem a todos, e não a áulicos, ou em grupos que falam uma coisa e agem de outra forma.
Assinei com entusiasmo a lista pela Ficha Limpa, fiz campanha pelo projeto, e tenho de confessar a decepção ao ver que a lei em vigor é muito mais pusilânime do que a proposta original. Propostas populares têm de ser aprovadas ou rejeitadas, não deformadas por um legislativo espúrio, alicerçado na ditadura dos partidos. Hoje em dia, dependemos do TSE para interpretar quem é ficha-suja. Ou será a SERASA que define isso? Nem sei mais…  Tudo se torna meras palavras.

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