Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

ladrõezinhos

Um jornal de Goiânia publicou uma matéria sobre furtos de livros escolares em mochilas de estudantes de classe média.

Os livros, cujo preço unitário é de cerca de R$ 90,00, são roubados por “colègüinhas” e vendidos em sebos, com desconto de 30 a 40% do preço, e colocados nas estantes para outros que deles venham a necessitar. Ou nem isso, já que muitas escolas têm o hábito de que o que foi editado em um ano é considerado obsoleto no seguinte.

Escolas dizem que não podem controlar, pois colocar câmeras nas salas de aulas provoca constrangimentos nos coitadinhos que precisam ser criados com liberdade e carinho. Não se pode invadir a privacidade de quem está habituado a expô-la de várias formas na infernet. Se eles forem reprimidos, esses pobrezinhos incompreendidos podem se revoltar no futuro.

Os sebos afirmam que não fazem uma avaliação da procedência do que adquirem. Tal como marchands de obras de arte roubadas.

A polícia explica que sequer pode avaliar a dimensão do problema, uma vez que não há registros das ocorrências desses furtos.

Enfim, ninguém é culpado no país dos coitadinhos. Os “deretchus” dos bandidos, pouco importa a idade, sempre prevalecem sobre os deveres da sociedade.

Uma coisa é certa: alguém descobriu que esse “pequeno crime” podia ser divulgado na internet e divulgado entre os futuros delinqüentes que, no futuro, serão os governantes de um país que não tem jeito. Já aprenderam a delinqüir.

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