Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

biografias – II

Desde que Fernando Sabino escreveu a biografia daquela sinistra da economia que roubou o dinheiro de todos os brasileiros para fazer magia, nunca mais quis ler nada que ele tenha escrito. Faz parte de minha lista de párias.

Para que me interessa a biografia de “defuntos frescos”, cujos livros foram escritos por oportunismo de gente que queria faturar grana com celebridades? Aírton Sena, Michael Jackson, Steven Jobs, Lady Di, e sei lá quantos outros que já tinham recebido muito dinheiro em vida, e que continuam a dar lucros para outros depois de mortos.

O que ganho com a biografia de “defuntos estrelas”, como Marilyn Monroe, Elvis, Kurt Cobain, e sei lá quantos artistas famosos, que quase nada deixaram de contribuição para a sociedade e para seu avanço?

Dá para acreditar nas biografias escritas para enaltecer políticos? Todos têm o ranço da ideologia do autor babando perante o ídolo. Isso não é história, é perpetuação da lenda. Getúlio, Che Guevara, Marighella, JK, e outros tantos.

Se há pessoas com tantos desejos de escrever biografias, melhor – mais útil, mais elucidativo, mais difícil, também – que abordem a vida de pessoas mortas há mais de um século, cuja verdadeira história confundiu-se com lendas e com fatos mal contados ou não explorados. Pedro II, Lincoln, Marx, Michelangelo, Voltaire.

Apenas este comentário: leio sim biografias, não livros de fofocas ou panfletos.

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