Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

A língua

Durante a viagem que fiz em janeiro, em algumas estações efeeme aparecia um retardado mental que imitava um óficibói, em um quadro de psedo-humor, que falava errado igual à classe L emergente.
Bem instrutivo.
Pra todo mundo çabê qi falá errado é sérto, qomo díçi u sinistro merdandante (ôl foe u atuáu perfeito ruinddad?)

Na semana passada, aqui no detrito fedecadavezpior, havia três pessoas de classe B superior, conversando na mesa ao lado de onde eu estava.
Eu ouvia um deles falar igualzinho aos office-boys mais analfabéticos do “pograma”.
Ontem à tarde, fui tomar um café na 407, lugar de encontro de turmas da unb, e em uma mesa havia quatro entelequituais conversando, um deles falando bem alto (eu ouvia a 3 mesas de distância) –
de cada 20 palavras que o jumento zurrava, 25 eram “véi”, acrescido de coisas piores.

Bem, eu mandaria esses seres para uma colônia agrícola penal, bem isolada, onde trabalhariam toda a manhã e à tarde teriam aulas de latim;
sem computador e sem internet – para não haver risco de copiar os deveres;
sem rádio nem tv, claro.
Quando o sujeito fosse capaz de trocar correspondência com pelo menos doze monsenhores da Cúria Romana, ele poderia sair da colônia e voltar à ressocialização nas cidades.

Não é ser chato,
mas é que em TODAS as línguas existem sujeito, objeto, verbo, concordância verbal e nominal –
até nas línguas mais primitivas,
menos no brasileirês das nóvajerassaum!
Não se trata de simplificar a língua, mas de NÃO EMBURRECER, véi…

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