Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

táxis

Se há uma coisa que me incomoda são táxis brancos, como os da maioria das cidades brasileiras.

Raras exceções são os de Porto Alegre, Curitiba (laranja) e do Rio de Janeiro (amarelos). Nas outras capitais e grandes cidades, táxis são apenas brancos (ou cinza, prata como gostam de dizer os fabricantes) com faixas laterais. Tudo para economizar tinta, e para dificultar a visão da pessoa que, na rua, tenta visualizar a chegada de um desses veículos.

Algumas cidades sequer se preocupam em padronizar a frota. Cada um que apenas use aquele letreiro no teto, e fim de conversa. O passageiro é que se esforce em identificá-lo.

São famosos os táxis amarelos de Nova Iorque (cidade em um estado cuja capital é “Albânia”, e não São Luís), os carros de defunto pretos da capital inglesa, bem como os táxis argentinos, chilenos e uruguaios, pretos com capota amarela (o famoso cabelo de loira oxigenada).

Seria bom que a máfia dos cinicatos deixasse de pensar apenas no interesse da revenda do veículo que já foi comprado com significativa isenção de impostos, e lembrassem que táxis são um serviço de concessão pública.

Minha sugestão é de que os táxis brasileiros fossem TODOS parecidos com os de Curitiba. Exceto que, além do quadriculado lateral em preto, a capota teria de ser pintada de roxo “cheguei”, para que o veículo fosse identificado a léguas de distância no meio do trânsito caótico das cidades.

táxi de Curitiba

táxi de Curitiba

E claro, que as concessões tivessem de ser renovadas periòdicamente, com cursos de reciclagem dos motoristas, e por que não também?, dos PROPRIETÁRIOS das frotas.

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