Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Hidrovia e ecochatos

Li que um grupo de “observadores de pássaros” fez uma manifestação contra a ampliação da Hidrovia Tietê-Paraná, em Piracicaba.

Adoro esses observadores de pássaros.
Um deles escreveu que “passa horas agradáveis” lá. Deve ser do tipo que passa horas em banheiros, observando passarinhos.
Os observadores de pássaros são contra a hidrovia, são contra a duplicação da Régis Bittencourt, etc..

São, evidentemente, a favor dos caminhões nas estradas, já que “não poluem nem oferecem riscos”.

Tomara que muitos passarinhos pousem nos túmulos deles e de seus parentes, quando tiverem morrido em um acidente por conta de caminhão tresloucado.
Só não sei se defuntos podem observar os pássaros.

Já pensaram se o neto do Arrase ganhar a eleição, com aquela ecochata de “viça“? Não, por favor, melhor nem pensar nessa possibilidade.

Claro, pois só países atrasados, como Alemanha, Holanda, Estados Unidos, Canadá, Rússia, e outros tantos, desconhecem as vantagens do transporte por caminhões e utilizam os rios. (maldita falta do ponto de ironia nos teclados…)

Segundo a wikipedia em português:

Em termos de custo e capacidade de carga, o transporte hidroviário é cerca de oito vezes mais barato do que o rodoviário e de três vezes, do que o por ferrovia. Verifica-se, por exemplo, na União Europeia, que a energia específica despendida pelo modo hidroviário é da ordem média de 0,6 MJ/t.km (megajoules por tonelada-quilômetro), enquanto, em condições semelhantes, a ferrovia despende de 0,6 a 1,0 MJ/t.km e os caminhões pesados de 0,96 a 2,22 MJ/t.km.

Só se pode lamentar a atitude xiita dos “observadores de pássaros”… tão avessos ao desenvolvimento e tão favoráveis ao desperdício.

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