Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Protestos…

Escrevi há poucos dias sobre a interminável “tendência” a escravizarem-se pessoas na África.

Hoje me deparo com a notícia de que a “coitadinha” da esposa do Obaoba segurou um cartaz em favor do resgate das mais de 200 meninas cristãs que foram seqüestradas na escola, por terroristas muçulmanos.

Pois é, a senhora que é tão culta, tão estudada, tão preparada, não sabe que a escravidão é praticada há milênios na mamma África? Ainda pensa que os brancos malvados entravam para “caçar” escravos? Não minha senhora, foram antepassados dos vizinhos dos seus antepassados que os aprisionaram e os venderam para ingleses, e assim terminaram vindo trabalhar na América. Da mesma forma como milhões de outros foram enviados para trabalho nos sultanatos e califados muçulmanos.

É, minha senhora, muçulmano como o padrasto indonésio de seu ilustre marido, o mestiço filho de uma hipponga loira com um estudante (não escravo, mas elite) queniano, e que apesar de ter sido criado pela família materna preferiu o oportunismo de declarar-se negro, e não abrir mão do preconceito.

Adoro esses “intelectuais” que sempre se posicionam no comodismo das modas.

Aliás, na matéria que está no site do Globo, há uma grande quantidade de pessoas que perguntam:
– Onde estão as “ativistas” do Femen, que gostam de tirar a roupa em igrejas e catedrais católicas ou ortodoxas?
Por que elas não vão à Nigéria para uma manifestaçãozinha rápida? Será que estão com medinho?

E aquela ativista do Green piss do Rio Grande do Sul, que posou para a Playboy, ela não se comove com o extermínio de pessoas?
Ah, é só gente. Se fossem ursos ou zebras certamente mereceriam bloquear um porto, ou uma avenida do Rio e de São Paulo.

 

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