Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Avião na feira

Quando alguém viaja de ônibus, ou metrô, às 7 da manhã ou no fim da tarde, quando a demanda é maior, por acaso a tarifa é mais alta?

Quando há greve de ônibus sobe a tarifa do metrô, ou vice-versa?

Não. A tarifa cobrada é calculada por uma série de variáveis que compõem o preço final – distância, custo de combustível, salário de empregados, pedágios (se houver) e coisas do tipo.

Agora, por que essa viadagem canalha de aviões cobrarem tarifas diferentes conforme o horário ou o dia?

Os bebêzinhos poderão dizer: 1 – mas é assim em todo lugar. – 2 – Sempre foi assim.

1 – Dane-se!  – 2 – Mentira!

Não era assim antigamente, nos meus bons e velhos tempos de viajante. Foi depois da década de 90 que tivemos essa coisa abusiva de preços variarem conforme a tal “lei de oferta e procura”.

Se o ônibus ou o trem está cheio, o passageiro que aguarde o próximo.

Se o avião está cheio, que aguarde outro. Ou a empresa coloca mais aparelhos a funcionar, ou que deixe de atender a demanda.
O que não é justificável é cobrar R$ 980,00 por um trecho que normalmente custa R$ 350,00, porque é reflexo do “mercado”.

Pouco me importa se é mercado, feira-livre ou super-mercado. É ROUBALHEIRA!

E que dividam outra vez trens e aviões com primeira e segunda classe. Uma com bancos estofados, e a outra com bancos de madeira. Uma com refeição quente, e a outra com biscoitos.
Mesmo porque não vou pagar 100 dólares por meia dúzia de pãezinhos de queijo descongelados no micro-ondas, como fazem as lanchonetes de “aeroporcos”.

 

Não vou encher o cofre da empresa vagabunda que quer me roubar.
Sou velho mas não sou idiota.
Que fiquem com um monte de assentos desocupados, tal como mostra a planilha de venda.

LADRÕES!

 

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