Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Wikisempé

Primeiro leiam esses dois artigos:

Adulterações em textos da wikisempé brasileira:

http://www.folhapolitica.org/2014/08/planalto-altera-perfil-de-jornalistas.html#more

Fábrica de textos na  wikibota sueca:

http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/07/homem-cria-mais-de-27-milhoes-de-artigos-no-wikipedia-85-do-site.html

Agora, vamos a meus comentários:

A uiquesempé em português é uma das peores cozas q já vinheru al mundo
– de um lado, um monte de lusitanos que têm a mentalidade aberta feito o estreito de dardanelos
– de outro, brasileiros que não têm o menor pudor em fazer propaganda política nos artigos de geografia (por exemplo)
Oferece um amontoado de erros sem tamanho,
por isso, toda vez que leio algo na uiquesempé, troco o link para o artigo em outra língua, para ver se há alguma semelhança entre o que está escrito nos outros idiomas
u pobrêma he qi a maor partchi dus studantchis num çábi fazê íço, cuando copeia um artigo pra intrega naziskola.

Um sueco, porém acha que “criar” textos em computador, sem checar fontes, é “democratizar o conhecimento”.
A ele, deveria ser mencionada a história fazer “cópia da cópia”:

CÓPIA DA CÓPIA MULTIPLICA O ERRO!
Um jovem noviço chegou ao mosteiro e logo lhe deram a tarefa de ajudar os outros monges a transcrever os antigos cânones e regras da Igreja.
Ele se surpreendeu ao ver que os monges faziam o seu trabalho, copiando a partir de cópias e não dos manuscritos originais.
Foi falar com o velho Abade e comentou que, se alguém cometesse um erro na primeira cópia, esse erro se propagaria em todas as cópias posteriores. O Abade lhe respondeu que sempre fizeram assim, há séculos copiavam da cópia anterior, na verdade desde o início da Igreja, para poupar os originais. Mas admitiu que achava interessante a observação do noviço.
Na manhã seguinte, o Abade desceu até às profundezas do porão do mosteiro, onde eram conservados os manuscritos e pergaminhos originais, intactos e com a poeira de muitos séculos…
Pois passou-se a manhã, a tarde e a noite, e ninguém mais vira o Abade. O último que o vira informou que ele estava indo em direção ao porão. Preocupados, o jovem noviço e mais alguns monges decidiram procurá-lo.
Nos labirintos do mais profundo e frio compartimento do porão, encontraram o velho Abade completamente descontrolado, tresloucado, olhos esbugalhados, espumando e com as vestes rasgadas, batendo com a cabeça já ensanguentada nos veneráveis muros do mosteiro.
Apavorado, o monge mais velho da turma de busca perguntou:
– Mas, Abade, pelo amor de Deus, o que aconteceu?
– IMBECIL! IMBECIL! IMBECIL o primeiro copista!!!
Desgraçado, que arda no Inferno! CARIDADE!!!!! … era CARIDADE!!!!
Eram votos de “CARIDADE” que tínhamos que fazer…
e não de “CASTIDADE”!!!….

Pois é, com tanta “pesquisa”, só posso dizer:

Salve a Enciclopédia Britânica!!!

 

 

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