Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Um vídeo, um faroeste atual

Já devo ter comentar no blogue (certamente escrevi isso umas vinte centenas de vezes para amigos) que a decadência da música começou quando as imagens dos vídeo-clipes passaram a ser mais importantes do que o conteúdo sonoro.

Abundam clipes de pessoas correndo sem rumo, ou de multidões ociosas nas ruas. Nesses casos, é mais simples apenas ouvir a música e deixar o vídeo correndo.
Essa vantagem do rádio sobre a televisão nunca terminará: a liberdade de a pessoa poder fazer outras coisas, enquanto se informa ou se distrai, e não precisar ficar sentado, catatônicamente olhando para a tela. No caso dos clipes, olhando para o vazio, pois as cenas não transmitem nada exceto movimentos e gingas, que o ouvinte pode muito bem imaginar, sem ser torturado à submissão obrigatória que o “cineasta” quis impor àquela canção.

Nestes últimos dias, sem querer, encontrei no “sintuba” um vídeo que é uma històrinha em si, independentemente da música. Assistir o filminho vale mais do que a música, e bem mais do que o “vídeo oficial”, no estilo “ação sem objetivo”, um amontoado de cenas, desprovidas de humor.
Desse aí eu gostei:

 

 

 

 

 

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