Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

A praga do coitadismo de “minorias”

Marina disse que é hostilizada por ser filha de pobre, preta e evangélica.

Vamos lá: filha de pobre; já ouvimos essa conversa anteriormente;

preta: ? – preta é a Benedita da Silva, são Pelé, Milton Nascimento;
Marina é cafuza; está “cafundindo” as cores; mestiços já tivemos na presidência, anteriormente, Nilo Peçanha e Fernando Henrique;

evangélica: Café Filho e Geisel eram evangélicos, ou seja, protestantes, cada um de uma seita;

mulher: já tivemos Isabel de Orleans e Bragança e Dilma.

Se é para ser “minoria”, quero um presidente que seja filho de ricos doutores, nissei, gay e umbandista.
Esse sim será um autêntico exemplar de “minoria“.
Com certeza não será tão mentiroso ao assumir essas características pessoais.

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Comentários em: "A praga do coitadismo de “minorias”" (3)

  1. Mas Geisel conta? Na parte mulher, muitas dúvidas.

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  2. Por que razão Geisel, o luterano, não conta? Luterano não é evangélico? IELB, IECLB e IECB.
    Quanto a mulheres, lembraram-me em e-mail que já tivemos dois presidentes gays não assumidos.
    Mas nenhum nissei, filho de ricos doutores, e umbandista.

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  3. Era mais no sentido do tanto faz: era um milico. Para ele, tanto fazia aceitarmos ou não suas convicções. O que o Collor ia em centro de umbanda era uma festa, me informam

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