Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

a insustentável hipocrisia da imprensa

A falha di çumpallo hoje nos presenteia com uma matéria que extrapola os limites do próprio pré-conceito dos hipócritas da correção política.

Negros são só 18% em cargos de destaque no Brasil.

Pois é, não deixa de ser verdade:
há poucos políticos negros,

provavelmente porque não são recebem votos de seus “irmãos oriundos da Mamma Africa”.
(ao contrário dos pastores que recebem enxurradas de votos dos crentes de todas as denominações de dizimistas)
A matéria, porém, não cita juízes, como Joaquim Barbosa, que se fizeram por esforço próprio, e não por “cotas” ou “puxões para o alto dos colegas”.
Aliás, quando ele era Oficial de Chancelaria e prestou o concurso para Diplomata, no início da década de 1980, não foi “aprovado na entrevista”. Por que seria?
Sorte a dele, que pôde enveredar por outro caminho e atingiu o ápice de uma carreira bem mais difícil.
Por outro lado,
quantos JORNALISTAS negros você conhece?
um ou outro repórter, como a Glória Maria, e o Heraldo Pereira – este aí mais para mestiço do que para negro mesmo,
e essa categoria profeççionáu quer falar dos outros?
Não tem o mínimo de simancol para ver que faltam negros famosos como jornalistas? Ou ainda vão ficar mencionando Machado de Assis, José do Patrocínio e Tobias Barreto?
a maes pió di rúym das koza he u geornahlyzmo anal-faz-bético

O descaramento dos hipòcritamente mal-resolvidos é avassalador.
Depois que a Falha tiver dado vários cargos de diretoria para negros, talvez ela possa fazer alguma matéria sobre as dificuldades de ascenção social. Faça uma política de “inclusão social” com cotas para negros na empresa, antes de apontar para o “rabo preso dos outros”

Por acaso, conheço um EX-jornalista negro dessa empresa que fica na Crackolândia, e que contou coisas “bem interessantes” sobre os métodos de trabalho e de “elaboração de matérias” (pagas), saídas diretamente da mesa dos chefes para os subordinados.

E façam também uma matéria para ver quantos brancos têm condições financeiras de “freqüentar” o Hospital Sírio-Libanês ou de fazer compras/refeições nos Iguatemicos de São Paulo. Ah, não esqueçam de fazer a mesma matéria com os orientais, já que a empresa Falha di Çumpallo segue à risca a política de dividir as pessoas, para pô-las em conflitos.
Maldita esquerda festiva.

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Comentários em: "a insustentável hipocrisia da imprensa" (1)

  1. Bom, na Bahia, tem uma “porrada:….MAS a GROBO nao contrata”…
    Nao tinha uma historinha ridicula do “boa aparencia” para disfarçar racismo?.
    Agora, se baseando nisto…o povao nao sabe mais “com que roupa eu vou ao samba que voce me convidou”…

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