Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Durante meus dias ausentes

Durante meus dias ausentes, o mundo piorou, e ainda vai piorar mais.

Não sei qual é a seqüência dos fatos, e ela pouco interessa.

Viva o “acordo de paz” entre os guerrilheiros narcotraficantes e o governo colombiano!
Pena que o acordo não foi, como direi, muito bem recebido pela população.
Deram o ignóbil da paz para o presidente colombiano, da mesma forma que o mundo saudou Lord Chamberlain em 1938, por ter assinado um “acordo de paz” com aquele austríaco do bigodinho estranho.
Por isso  valeu a charge que rodou por aí:

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Não foi à toa que a senadora Claudia López fez um discurso desmontando esse acordo, mais um que não será cumprido.

Parece que ninguém percebe que os traficantes guerrilheiros estão mais preocupados com a própria fraqueza (momentânea), dado que a oferta de drogas está muito grande, disseminada por vários países, e as auto-denominadas farc precisam de um fôlego.

Por sua vez, a onu, aquele ridículo cabide de empregos, terá novo secretino-genial. Sai o coreano que nunca fez nada e entra um português socialista que é altamente elogiado…  por socialistas. O que os portugueses têm a dizer dele? Pois em termos de “refugiados” o gajo nunca fez nada para que o mundo não vivesse um dos piores períodos de refugiados, por tudo quanto é canto do mundo redondo. A única coisa que a onu fez nos últimos anos foi justamente criar refugiados.
A onu e quase todas suas agências especializadas são apenas um gigantesco cabide de empregos, que servem para dar viagens para burocratas inúteis que preparam relatórios inúteis. Poucas agências servem para algo, todas elas no âmbito de regulamentação de transportes ou comunicações (ICAO/OACI, IMO, UIT, UPU), NUNCA os temas “sociais”.

Para pior, ontem tivemos outra baixaria, que chamam de debate, entre um maluco e uma doida. Ou seja, de novo hilária pinton e donald trampa dando um espetáculo de que o que é ruim sempre pode piorar. Seguem o projeto de que, atingindo a meta, dobrar a meta.

Ainda bem que tive outros afazeres mais importantes do que ler jornais, ver televisão ou escutar notícias em rádios.

Ah, houve um interessante alerta sobre “jostissa du trabáiu”, no discurso do deputado Nelson Marchezan Junior.

Não duvido que, daqui a uns dias, aquele cabide de pelegos, chamado organização internacional do trabalho, denunciará o deputado.

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