Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Arquivo para março, 2018

A ditadura aperta

A ditadura dos togados piora.

Órgãos colegiados são substituídos pelo desejo de um único ser supremo.

Criminosos são levados para casa, porque estão doentinhos, toda vez que um devogádu famoso enche os bolsos ,  enquanto prescreve aos clientes/pacientes algum problema para cumprirem as penas por seus crimes em suas mansões.

Enquanto isso, a população impaciente assiste a tudo sem saber que rumo tomar.

Não percebe o quanto foi enganada em 1988, quando lhe ofereceram uma tal constituição cidadã.

Enquanto isso, boa parte da enpreimça faz o coro de que temos de nos ater aos limites do tal estado democrático de direito, junção de palavras vazias.

 

 

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#deletefacebook

#deletefacebook

virou a palavra de ordem no mundo virtual, depois que descobriram vazamentos de dados pessoais dos usuários (drogados) dessa praga social.

Há uns seis ou sete anos, tive bastante trabalho para conseguir sair daquela rede de intrigas.
Os moçoilos do monte de açúcar (zucker berg) não facilitavam nada.
Primeiro que não havia sequer um link para efetuar a operação, como em outros lugares onde há cadastros.
Deletei minha conta do twitter com um simples clique, quando ela perdeu para mim a utilidade. Utilizei a conta ùnicamente na época do afastamento e impeachment da chefe de cabeça da chapa pela qual Temer foi eleito, para ver a oscilação dos comentários de diferentes jornalistas e políticos .
No caso do caradelivro, primeiro foi uma interrupção. Tive de ter o trabalho de apagar todos os contactos e todos as postagens que havia na página.
Depois de um mês pude aumentar a ausência, não lembro sob qual título.
Só no terceiro mês, apareceu a opção de sumir das vistas daquele grupo de milionários ociosos e fofoqueiros.

Não sei como é a operação atualmente.
Deve ter sido simplificada, já que mais gente descobriu que essa coleira eletrônica (mais visível do que a tornozeleira) era um estorvo, um trambolho.

Pela primeira vez na história da humanidade, esta semana aquele arrogante milionário teve de reconhecer que “tinha errado”.

Dizem que só há usuários em casos de drogas e de internet.
É verdade.
Livre-se das comunidades ociosas.
Pegue o telefone e diga diretamente ao amigo o que é necessário.
Não fique espalhando para os oitocentos cantos do mundo redondo o que você faz a cada segundo.

Aliás, o método de venda de dados pessoais a interesses políticos era com base nos famosos testes de personalidade on-line, que há em muitos portais.
Se você descobriu que tem cara de cachorro quente, ou afinidades com Hannibal Lecler, polìticamente alinha-se a Pol Pot, ou sonha em ser a duquesa de Kent (aquela ruiva do chupão no pé), guarde isso com você. Não precisa contar para quem nunca viu teu rosto.
Não reclame depois que seus dados pessoais foram divulgados.

Pior, porém, é ver que certos jornais de milésima categoria só admitem que os leitores se manifestam usando essa droga. Prova maior de incompetência não pode existir.

palavras vazias

Há uma série de palavras que são usadas a torto e a direito, só para fingir engajamento com uma “causa”, para tentar impressionar o interlocutor, e que já se afastaram do verdadeiro significado.

Uma delas é empreendorismo.

Outra é sinergia.

Para mim, porém, a pior de todas é o uso de resiliência, forma hipócrita de dizer não reclame.

Essas palavras (e algumas outras de que não me ocorrem agora) na realidade esvaziam o conteúdo e o contexto da conversa.

Neruda, de novo

Outra artigo jornalístico sobre Pablo Neruda:

http://www.elmundo.es/cronica/2018/03/09/5a9caff922601d2c578b456f.html

Velharada asquerosa

Fu​i ontem a uma agência bancária, para fazer a comprovação de que continuo vivo e mereço receber os proventos de aposentadoria.
Estava sendo atendido, quando uma bicha velha chegou esbravejando, na mesa onde eu estava sendo atendido, para dizer que “tinha atendimento prioritário” e o fulano da mesa ao lado não o tinha chamado.

A funcionária disse que já o chamaria.
Ele voltou e reclamou de novo.

Eu, discretamente, com tom de cantor de ópera, disse:

EU TAMBÉM TENHO ATENDIMENTO PREFERENCIAL, E O SENHOR ESTÁ ATRAPALHANDO MEU ATENDIMENTO.
SENTE-SE E AGUARDE.
CUMPRA SEUS DEVERES ANTES DE RECLAMAR SEUS DIREITOS.

A tiazona sentou, acanhada, e a moçoila continuou a fazer meu recadastramento.
Ela disse:
Suas palavras foram exatamente as que eu queria ter dito.
O problema cultural do Brasil só será resolvido quando houver outro povo.

Quando saí, o segurança da agência me cumprimentou.

And the Oscar goes – com adendo

E oscagô vai para…
Curioso como meios de comunicação de massas manipuladas se esforçam em divulgar prêmios como oscar, palma de outro, miss isso, miss aquilo, prêmio ignóbil da paz, grammy, e outras tranqueiras.

Alguém ainda leva esses conchavos a sério?

adendo:

Oscar 2018 bate novo recorde negativo de audiência

Cerimônia da Academia aconteceu no último domingo (4)
Só posso dizer:
que bom. As pessoas começam a tomar juízo.

Os ecochatos, como viver sem eles?

Pois é, a Noruega, país da hipocrisia ecochata, que quer ditar regras aos países maiores e mais populosos, foi flagrada poluindo águas do Pará, com sua mineradora em Barcarena, fazendo os mesmos estragos que “nóça” anglo-australiana fez em Mariana, há dois anos.

A Alemanha, manhosa com os outros, primeiro teve de admitir que fraudava testes de automóveis, e agora, só agora, descobriu que seus veículos bonitões movidos a óleo diesel poluem mais do que os que circulam movidos a gasolina.

Há alguns anos, tivemos o caso de lixo doméstico que o país do ecopríncipe de Gales exportava para o Brasil em contêineres.

Temos uma indústria “brasileira” que leva matérias brasileiras para produzir na França produtos de toalete.
A mesma indústria que financiou campanha política de uma senhora cujo marido é exportador de madeira da Amazônia.

Os casos não param de se repetir.

A filha de uma amiga minha foi trabalhar na Greenpeace (ou greenpiss) na Nova Zelândia.
Como era brazuca, foi devidamente hostilizada pelos defensores da cultura maori e ela caiu na realidade dura e crua da hipocrisia.

Prefiro as regras de defesa do ambiente (inteiro, e não meio ambiente, como os maus tradutores fazem aqui), que aprendi com meu avô.
Elas têm mais consistência do que os blablablás de gehornallyztas especializados.

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