Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

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Cenas do cotidiano

Encontrei casualmente esse vídeo no youtube, e o repassei por whatsapp para várias pessoas de minha lista.
A reação de três pessoas (que não se conhecem) foi a mesma:

  • que gente elegante!
  • reparou que não havia gente gorda naquela época? Não vi nenhum no filme inteiro
  • as pessoas não usavam camisetas cheias de coisas escritas

Pois é, as pessoas não eram obesas – não ficavam diante do televisor comendo o hambúrguer com queijo cheddar pedido por aplicativo de telefone celular;
caminhavam até o ponto de ônibus ou bonde, nos quais viajavam espremidos de tantos passageiros;
brincavam nas ruas;
conversavam em cadeiras na frente da casa;
etc. etc. etc.

Difícil seria a vida de um médico de cirurgia bariátrica. Ficaria mais magro do que as pessoas retratadas no vídeo.

Vale o mesmo para o Rio de Janeiro, então capital do país, na mesma época.

Pois é, o progresso chegou…

 

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A farra do dinheiro público

O site do Globo tem uma matéria sobre a farra dos salários pagos na cama de veadores de São Paulo.
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/chaveiro-e-garcom-ganham-salario-acima-de-r-14-mil-na-camara-de-sp.ghtml

Não faz muitos dias, tinha lido uma matéria semelhante sobre farra na cama de veadores de Guarulhos. Não encontro agora o link.

Em setembro, os veadores de Santo António da Platina, no Norte do Paraná, foram obrigados pela população a baixar os próprios salários. E depois, em outras cidades houve (houve, não houveram) manifestações semelhantes. Logo depois, o número de cãesdidatos ao cargo caiu abruptamente. Por que seria?
http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/eleicoes/2016/cidades-baixam-salarios-dos-vereadores-e-maioria-desiste-de-disputar-reeleicao-6px1roaz93guex5yv3ykg7czx

Já nem sei quantas vezes escrevi a respeito dessa excrescência perdulária, verdadeiras escolas do crime, que são as camas de veadores, em geral servindo de trampolim para pulos mais altos, como putados estaduais ou fedemmais.

Alguns estados, como Rio de Janeiro ou Rio Grande do Sul, reclamam da quebradeira, e cortam salários de servidores públicos.
O governo fedemal tenta contornar e lhes dá ajuda.
Vai ajudar também os mais de 5600 municípios que desperdiçam dinheiro com essa parasitagem toda? Sendo que a maioria sequer tem um minimo minimorum de população, e muito menos de arrecadação para se manter, e dependem de repasses das tetas fedemmais do Fundo de Participação dos Municípios – FPM ! (em todas cinco regiões geográficas – Rio Grande do Sul com um número impressionante de casos)
Mais de 1500 municípios não têm sequer 5 mil habitantes.

Já escrevi uma vez sobre a Suíça, país pobre de Terceiro Mundo, como sabemos, que fez uma redução no número dessas entidades perdulárias.
Pois casualmente encontrei na Wikipédia em francês um artigo sobre a redução do número de municípios (communes) naquela país. Depois, em 2015, com aquele çossialista Chicô de Hollande (esquerda caviar, como outros de mesmo sobrenome), houve um ligeiro aumento, outra vez, afinal de contas o dinheiro púbico é para servir de boquinha para amigos e correligionários.
Se bem que lá reduziram o número de regiões administrativas.

Outros países, como Alemanha, Bélgica, Canadá, Dinamarca e até Itália, fizeram a mesma política de redução do número de unidades municipais.
Ou por incapacidade financeira de se manterem, ou pela descaracterização de onde começava uma e terminava outra.
No passado (década de 1930), tivemos no Brasil o caso de Santo Amaro, que foi incorporado a São Paulo.
No entanto, quantos outros casos poderiam ser feitos? Niterói e São Gonçalo, por exemplo.

As regiões metropolitanas, no Brasil, desde a CF 88 ter concedido aos Estados a legislação sobre sua criação, viraram verdadeiros circos. Há casos de regiões metropolitanas em que cada cidade fica a 60 km da mais próxima, ou em que a soma de todos os municípios sequer atinge 200 mil habitantes, ou em que as regiões metropolitanas são maiores do que certos países.
Alto Alegre dista 100km de Boa Vista, sede da região metropolitana (e capital do estado). Rorainópolis e São Luiz (com Z), distam entre si 120 km – e ficam na RM do Sul de Roraima, com espetaculares 52.000 habitantes.
Vale do Paraíba e Litoral Norte, Ribeirão Preto, por exemplo – criadas durante a indi-gestão de Geraldo Alquimista, cada uma com cerca de 15.000 km2, comparáveis com Timor Leste – 14.000km2 e Israel e Eslovênia – 20.000km2, cada.
Sem contar que Jacareí e Bananal, cada uma no extremo oeste e leste da RM do VPLN, distam “apenas” 250 km de Via Dutra.
A RM do Vale do Cuiabá tem “apenas” 75.000 km2, o equivalente à superfície do Panamá. Manaus é “um pouco maior”- sua região metropolitana se expande por 127.000 km2, o mesmo que a Coréia do Norte – isso porque uma decisão judicial retirou dois municípios de sua composição.
Na Paraíba, a região metropolitana de Araruna, tem “gigantescos” 70.000 habitantes, a de Esperança 140.000 habitantes, e a de Cajazeiras 175.000 habitantes (e talvez o dobro de eleitores, não seria de se duvidar).

Resumindo: no Brasil estamos fú e mal pagos. Desde que a pródiga CF 88 inventou que
veador merece salário, assessores, penduricalhos, carros oficiais (com placas pretas), e
que região metropolitana pode ser criada para agradar putados estaduais, independentemente do que diz a geografia da região.

A demo-cracia (o governo do demon) não é linda, no papel?
O contribuinte banca a conta dessa farra com o dinheiro púbico.

 

 

Farol baixo, ou R$ 130,16

A partir do dia 7 de julho é obrigatório o farol baixo (farol, e não farolete / lanterna, e nem farol de neblina) nas rodovias, mesmo durante o dia (como já era obrigatório no Rio Grande do Sul na época em que Anita fugiu com o Garibaldi).

O detran-df já está avisando que vai multar. Multa média = ou R$ 130,16 + 4 pontos.

E atenção:
muitas ruas aqui da cidade são RODOVIAS.

Exemplos:
Eixão
L-4
Indústria e Abastecimento
Aeroporto
Dom Bosco (Lago Sul)

além de outras mais óbvias,
como para o Colorado,
São Sebastião,
Guará,
Taguatinga,

Aí na sua cidade, certamente há ruas por onde você passa que também são rodovias.
Por exemplo: marginais, Raposo, avenida para Itaipu, …

E não venha com a história de que isso é inútil em vias de mão dupla.
Inútil é você que ainda não aprendeu a usar os espelhos na hora de mudar de faixa.
Aí verá como faz diferença o farol baixo – mesmo de dia.

Não custa sair da garagem com luz acesa, e ficar com ela acesa o tempo todo.
É bem mais simples.
Ah, hoje em dia isso não vai estragar a bateria do teu carro – o sistema elétrico já evoluiu muito desde que inventaram as bigas.

obras…

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A imagem é realmente muito feia.

Só que, em se tratando das empreiteiras e da corrupção política, associadas com a pressa de entregar “cartões postais” em época de festas, já não causa mais surpresa.

Isso nem pode mais pode ser chamado de desastre, pois se espalha por todos os Estados.

braziuziuziuziuziu!!!!!

Vereador de ônibus

Em Londres (e outras cidades inglesas), prefeito e vereadores são obrigados a utilizar o transporte público.

http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2013/08/1324221-prefeito-e-vereador-de-londres-ganham-vale-transporte-em-vez-de-carro.shtml

Na Tupiniquinlândia, essas ótóridades ganham nababescos salários, só usam automóvel oficial com motorista (ônibus, só se estiver acompanhado de 20 assessores e 40 jornalistas, em época eleitoreira), e ainda fazem legislações contra a melhoria do transporte público, como a proibição do UBER.

Pior que ainda são aplaudidos por sindicatos da pior escória, como os que na semana passada realizaram paralisações nos ônibus de todo o país, para exigir que todos os ônibus tenham cobradores.
Por que não também cobradores em trens, metrôs, aviões, navios, … ?
Os outros países é que estão errados, é claro!

God Save the Queen!

Atrasado não são os monarquistas, mas esses rés-pubicanos de baixíssimo grau. (rês, rés e ré)

Brasil $urReal

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Por um milhão de reais a menos (R$ 250 mil = US$ 60 mil), é possível comprar uma casa de 2 quartos em condomínio na Flórida, com quadra de golfe, tênis, quatro piscinas, oficina de cerâmica, oficina de marcenaria, e uma série de outras utilidades para os moradores, com que os apartamentos no Noroeste sequer podem sonhar.

Ah, Noroeste foi o último “bairro” de Brasília, construído por um ex-governador que, “por acaso”, é dono de uma construtora.

$urReal este nócu paíz.

Cassino na cabeça de jornalista deformador de opinião

Nas “ruínas” do antigo Hotel Radium, em Guarapari, existe uma placa, com deformações originadas na cabeça de “geornahlyzzta” local, que distorce a história para satisfazer as próprias ideologias.

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Quanta mentira em uma só placa!!!!!

Os cassino foram proibidos, no Brasil, em 1946, por “sugestão” de dona “Santinha” Carmela Dutra, a primeira-dama ultra-católica que não admitia jogos.

Portanto, é impossível que o hotel tenha sido cassino a partir de 1953, e muito mais mentiroso ainda é dizer que foi em 1964 (ai, aquela cruel e brava ditadura militar, faltou escrever o geornahlyzzta) que provocou a decadência do hotel.

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Ah, para o geornahlyzzta que não sabe, depois, durante o curto e péssimo desgoverno de Jânio Quadros, foram também proibidas as rinhas de galo, os biquínis, e outras coisas que eram “atentados contra a moral”.

 

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