Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

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o prêmio ignóbil

HAHAHAHAHAHAHA

Descobriram que o prêmio ignóbil, aquele que é entregue com pompa e dinheiro para a esquerda festiva pacifista e literária, é uma fraude!
http://cultura.estadao.com.br/noticias/literatura,escandalo-sexual-ameaca-premio-nobel-de-literatura,70002267181

A notícia é fraquinha (lógico, não se pode esperar outra coisa do Neva Inhoque Times e seus entelequetuaes de Manhatã), mas os comentários dos leitores brasileiros valem a pena a leitura e a reflexão.

Prêmio ignóbil e concurso de miss deveriam ser extintos, junto com a maior parte dos programas de televisão.
Apenas emburrecem.

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Temas que se entrelaçam

A ex-presidente da Coréia do Sul foi algemada e começou a cumprir a pena de 24 anos de prisão a que foi condenada por “tráfico de influências”.

Os jornais brasileiras destacam que seus colegas em outros países deram ênfase na condenação de um dos ex-presidentes brasileiros que merece a mesma pena.
Só que publicam sempre os mesmos, aqueles que têm correspondentes no Rio de Janeiro ou em São Paulo.
Não sabem dizer o que estão em importantes jornais como Le Figaro, El Mundo (Madrid), La Nación (Buenos Aires), Die Welt (Berlim), …

Um importante corrupto da social-democracia brasileira também foi preso.
Faltam os outros.
Inclusive os do podre judiciário.

Ah, enquanto isso, outros ex estão sendo processados em todo o mundo. França, África do Sul, Peru, …
A estação de caça aos ex-presidentes está aberta.

 

A ditadura aperta

A ditadura dos togados piora.

Órgãos colegiados são substituídos pelo desejo de um único ser supremo.

Criminosos são levados para casa, porque estão doentinhos, toda vez que um devogádu famoso enche os bolsos ,  enquanto prescreve aos clientes/pacientes algum problema para cumprirem as penas por seus crimes em suas mansões.

Enquanto isso, a população impaciente assiste a tudo sem saber que rumo tomar.

Não percebe o quanto foi enganada em 1988, quando lhe ofereceram uma tal constituição cidadã.

Enquanto isso, boa parte da enpreimça faz o coro de que temos de nos ater aos limites do tal estado democrático de direito, junção de palavras vazias.

 

 

palavras vazias

Há uma série de palavras que são usadas a torto e a direito, só para fingir engajamento com uma “causa”, para tentar impressionar o interlocutor, e que já se afastaram do verdadeiro significado.

Uma delas é empreendorismo.

Outra é sinergia.

Para mim, porém, a pior de todas é o uso de resiliência, forma hipócrita de dizer não reclame.

Essas palavras (e algumas outras de que não me ocorrem agora) na realidade esvaziam o conteúdo e o contexto da conversa.

Velharada asquerosa

Fu​i ontem a uma agência bancária, para fazer a comprovação de que continuo vivo e mereço receber os proventos de aposentadoria.
Estava sendo atendido, quando uma bicha velha chegou esbravejando, na mesa onde eu estava sendo atendido, para dizer que “tinha atendimento prioritário” e o fulano da mesa ao lado não o tinha chamado.

A funcionária disse que já o chamaria.
Ele voltou e reclamou de novo.

Eu, discretamente, com tom de cantor de ópera, disse:

EU TAMBÉM TENHO ATENDIMENTO PREFERENCIAL, E O SENHOR ESTÁ ATRAPALHANDO MEU ATENDIMENTO.
SENTE-SE E AGUARDE.
CUMPRA SEUS DEVERES ANTES DE RECLAMAR SEUS DIREITOS.

A tiazona sentou, acanhada, e a moçoila continuou a fazer meu recadastramento.
Ela disse:
Suas palavras foram exatamente as que eu queria ter dito.
O problema cultural do Brasil só será resolvido quando houver outro povo.

Quando saí, o segurança da agência me cumprimentou.

Os ecochatos, como viver sem eles?

Pois é, a Noruega, país da hipocrisia ecochata, que quer ditar regras aos países maiores e mais populosos, foi flagrada poluindo águas do Pará, com sua mineradora em Barcarena, fazendo os mesmos estragos que “nóça” anglo-australiana fez em Mariana, há dois anos.

A Alemanha, manhosa com os outros, primeiro teve de admitir que fraudava testes de automóveis, e agora, só agora, descobriu que seus veículos bonitões movidos a óleo diesel poluem mais do que os que circulam movidos a gasolina.

Há alguns anos, tivemos o caso de lixo doméstico que o país do ecopríncipe de Gales exportava para o Brasil em contêineres.

Temos uma indústria “brasileira” que leva matérias brasileiras para produzir na França produtos de toalete.
A mesma indústria que financiou campanha política de uma senhora cujo marido é exportador de madeira da Amazônia.

Os casos não param de se repetir.

A filha de uma amiga minha foi trabalhar na Greenpeace (ou greenpiss) na Nova Zelândia.
Como era brazuca, foi devidamente hostilizada pelos defensores da cultura maori e ela caiu na realidade dura e crua da hipocrisia.

Prefiro as regras de defesa do ambiente (inteiro, e não meio ambiente, como os maus tradutores fazem aqui), que aprendi com meu avô.
Elas têm mais consistência do que os blablablás de gehornallyztas especializados.

Ah, os turistas

Já comentei anteriormente sobre turistas e as cidades.
A tag/etiqueta pode demonstrar mais vezes. Algumas dezenas de vezes.

Parece que as principais cidade se dão conta de que essa espécie predadora não traz tanto dinheiro para a economia como faz mal à saúde dos habitantes.

https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/aos-poucos-europa-esta-se-cansando-do-turismo.ghtml

E no caso do Brasil, para aguardar a expectativa do carnaval, esperamos terminar o carnaval para que o governo percebesse que há algo de podre no reino do Rio de Janeiro.

https://g1.globo.com/politica/noticia/governo-decide-decretar-intervencao-na-seguranca-publica-do-rio.ghtml

Não ficava bem assustar os turistas.
O problema não é o turismo, mas as pessoas que são obrigadas a ficar trancadas em casa.

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