Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Arquivo para a categoria ‘política’

Vendem-se escravos

Já falei tantas vezes da escravidão na África, em pleno século XXI, mas fiquei realmente enjoado com essa notícia.

Vendem-se escravos. 400 dólares cada.

https://www.dn.pt/mundo/interior/migrantes-africanos-vendidos-como-escravos-por-400-dolares-8917560.html

Não encontrei essa notícia nos jornais tupinambás. Afinal de contas, aqui prevalece a doutrina de que os caucasianos europeus são maus e que os negros sempre são suas vítimas. Sobretudo nas páginas da falha-de-são-paulo e de o-bobo.
Não fica bem comentar que os muçulmanos continuam a praticar a escravidão, justamente em cima de quem tenta buscar refúgio.
Até a CNN, fonte dessa matéria, conseguiu se livrar, ocasionalmente, do grilhão do hipòcritamente mal-resolvido.
Não, porém, a enpreimça tupinambá, que omitiu este fato.
No próximo dia 20, porém, elogiará Zumbi dos Palmares, o régulo alagoano que mantinha escravos em seus domínios…
E dirá que os portugueses que inventaram a escravidão e saíam pelo interior do continente africano para caçar pessoas.

Ah, onde está aquela tal de ONU, que também se cala?
Ela não está cheia de funcionários nababos , pagos para “se preocupar” com os refugiados?
Não tem justamente um príncipe jordaniano para cuidar dos “direitos humanos”?

 

Anúncios

Já leu?

 

 

Macumbaço

Recebi por whatsapp:

Aqui vai uma sugestão de protesto eficiente contra a organização criminosa que nos governa.

Um Macumbaço na Avenida Paulista.

Sim. Uma gigantesca reunião de pais de santo, curandeiros, babalorixás, feiticeiros, caboclos, caciques, pajés, médiuns e simpatizantes indignados (DataFolha terá grande dificuldade em contabilizar os participantes invisíveis. O que não fará muita diferença, já que o número é sempre uma fração do real).

Ao invés de inócuos cartazes com frases de efeito e trocadilhos, que já não botam mais medo nos bandidos engravatados de Brasília, muita macumba, feitiço, ebó, olho gordo, trabalho, encosto. Coisa profissional. Uma vingança bem brasileira. E o melhor: nada disso está previsto na lei. Não é crime. Será a maior urucubaca lançada contra um grupo de pessoas na história da humanidade. Para entrar no Guinness.

Esqueçam o vão do MASP. O que importa são as encruzilhadas.
Na esquina da Ministro (Rocha Azevedo), muitas macumbas para Gilmar Mendes, Lewandowski, Barroso, Toffoli e a toga party toda.
Na esquina da Augusta, onde Rosemary Noronha tinha escritório, o nome de Lula na boca de muitos sapos (barbudos ou não).
A esquina da Brigadeiro será reservada para Bolsonaro, Boulos, Ciro Gomes e outros trainees de tirano.
A lista é longa mas a Paulista também. Não faltam esquinas para zicas contra Temer, Aécio, Jucá, Collor, Calheiros, Lindbergh e bando. Além de um vasto estoque de galinhas mortas dedicadas Gleisi, Grazziotin, Katia Abreu e outras.
E de quebra ainda vai rolar uma “santeria curse” para Trump, Obama, Hillary e George Soros, na esquina da Alameda Casa Branca. Tudo com cobertura dos principais veículos mundiais.

O importante é que fique bem legível para as câmeras cada uma das mandingas enviadas a nossos ilustres parlamentares, sejam elas perda de mandato, de fortuna ou de ereção.

Você não acredita nessas coisas? Não se preocupe: eles acreditarão. No mínimo vão se borrar de medo. O primeiro caso de câncer de próstata em Brasília, já vão botar na conta do Macumbaço.

Meses depois emendamos um Macumbaço II, Maior e Mais Potente.
Com direito a uma giga-macumba na porta do hospital Sírio-Libanês.
Vamos ter que instalar um confessionário dentro do Congresso.

Já que não muda nada com a ajuda da urna, que tal uma ajuda do umbral?

partidos políticos

Existe um mito mentiroso disseminado na tupinambalândia, que afirma que nos países desenvolvidos há apenas dois ou três partidos políticos.

Que tal checar as listas da wikipedia em inglês?

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Australia

https://en.wikipedia.org/wiki/Political_parties_in_Belgium

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Canada

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Denmark

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_France

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Germany

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Italy

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_the_Netherlands

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_New_Zealand

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Spain

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Switzerland

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_the_United_Kingdom

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_the_United_States

E a lista de outros países, próximos ao Brasil, em termos geográficos ou de expressão:

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Argentina

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Chile

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_China (partido único, como sabemos)

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_India

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Portugal

https://en.wikipedia.org/wiki/Political_parties_in_Russia

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_South_Africa

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Uruguay

E finalmente a lista de partidos na república centralista do braziu:

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_political_parties_in_Brazil.

Ah, o Brasil tem mais partidos do que os outros países…

Não! A gigantesca diferença é que desde a ditadura de getúlio, só existem partidos “nacionais”. Os partidos regionais que representam boa parte da população nos legislativos locais – ou mesmo nacionais – de outros países, aqui são proibidos.

Por outro lado, no Brasil, o dinheiro público serve para regar os cofres de partidos, que existem apenas para dar ao dono da sigla a grana que é distribuída pela generosidade da demon-cracia.

Fora que na maior parte dos países não se conhece uma aberração chamada “tribunal eleitoral”, que serve de cabide de empregos para tantos “fiscais” e “juízes”.

Precisamos expurgar os nanicos?
Não, só precisamos fazer com que essas siglas parem de mamar nas tetas do governo.

De minha parte, tenho assumido a seguinte regra:

não voto em candidatos de partidos que se digam trabalhistas (ou de trabalhadores), democráticos, sociais (ou socialistas), cristãos (ou de qualquer outra religião), republicanos (ou da república), novo, velho, azul, vermelho, verde, e, sobretudo, laranja.

Esse amontoado de palavras que nada significam não tem minha confiança.

Votaria, talvez, no Partido das Tricoteiras de Monte Sião.
Ou no Partido dos Alfarrabistas do Centor-Oeste.
Essas pessoas pelo menos sabem do que necessitam.

 

 

 

 

Digo isso sempre

Matéria especial do UOL:

Cidade pequena – corrupção grande

é a tal demon-cracia…  feita sob encomenda para enriquecer políticos

 

 

Municípios demais

O Estadão publicou um editorial chamado Municípios demais.

Já abordei dúzias e dúzias de vezes aqui no blog sobre a máfia municipalista que espalha a metástase do câncer da corrupção pelo país.

O editorial chega à conclusão óbvia de que boa parte dos municípios existe apenas para satisfazer os eguinhos de políticos caciques locais.
Nada propõe em troca, contudo.

A CF 88 continua a ser endeusada pelos deformadores de opinião, sem jamais levar em contra que foi escrita por um congresso que de forma espúria foi transformado em constituinte, para solidificar os interesses dos partidos políticos, dos sindicatos, de ongs e dos órgãos ligados à oab. Tudo em nome da “cidadania”.

Aliás, a farra dos municípios começou com a constituição de 1891, que tentou traduzir a constituição dos Estados Unidos e ser melhor do que essa.
Anteriormente, para ter status de cidade, a sede de município tinha de preencher certos requisitos. Isso existe em quase todos os países e em quase todas as línguas – city e town não são a mesma coisa; ville e village; stadt e dorf; ciudad e pueblo. No Brasil, qualquer corrutela no interior do inferno é uma “cidade”, e nessa “qualidade” recebe verbas, como se fosse igual às demais, além de arcar com os custos burocráticos obrigatórios decorrentes da “emancipação” (quase nunca financeira).

Que tal os deformadores de opinião começarem a pensar na necessidade de se extinguir, digamos, uns 55% dos municípios que sugam as verbas do país?
Seria um grande passo para que o país se livre de tanto desperdício e de tanta corrupção…

 

imprensa que mente para nada serve

A falha di çumpallo coloca como manchete que angelina devil sai fortalecida.

Cuméquié?

O partido dessa senhora CDU/CSU passou de 41,5% (311 cadeiras) para 32,9% (246 cadeiras) e saiu fortalecido?
Nuntendí.

Na frança, a micronette “ampliou” a margem de derrota no Senado. O partido “en marche” passou de 29 para 23 cadeiras.
En marche à ré, pois marketing não confirma eleitores.

Isso pode muito bem significar que os europeus comunitários não estão dispostos a continuar a dar confiança nesses líderes incensados pela enpreimça.
Claro, porém, que isso não será publicado nos meios de desinformação.

Pior, ainda, são os famosos “analistas” e os colunistas.
Deveriam procurar o divã de um analista para descobrirem qual a obsessão que lhes impede de escrever e/ou dizer a verdade.
Qual o nome dessa síndrome compulsiva de mentir que assola o mundo dos comunicadores?

Nuvem de tags