Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Vizinhos e pobreza

Andei visitando outros prédios, para me mudar daqui.
Vi apartamentos muito bons.
Mas na hora em que os corretores dizem que lá moram juízes, promotores, médicos ou advogados, já descarto na hora.

Não quero esse ambiente de cráçi mérdia emer-gente, de novo rico com nariz de Gleise Hoffman.

Estou muito mais inclinado a morar em um prédio onde vi anúncio de que a moradora do apartamento xyz faz consertos de roupas, e que o morador do apartamento wzy dá aulas particulares.
E o mais curioso é que esse prédio fica no mesmo bairro que os nojentinhos dos riquinhos.

Prefiro morar em um prédio onde os moradores não se preocupem em ter audis, rangerovers, bmws na garagem.

Será que eu estou em defasagem com o ambiente humano?
Pois, aprendi com alguns amigos, que infelizmente há gente tão pobre que só tem dinheiro, mais nada.

Anúncios

Pergunta inocente

Pergunta inocente:

Quando o governo passará a cobrar os grandes devedores da Previdência Social?

Ou prefeituras, mega-empresas, clube esportivos e igrejas não devem ser incomodadas?
Afinal de contas, suas ligações com os políticos sempre foi a regra.

Cenas do cotidiano

Encontrei casualmente esse vídeo no youtube, e o repassei por whatsapp para várias pessoas de minha lista.
A reação de três pessoas (que não se conhecem) foi a mesma:

  • que gente elegante!
  • reparou que não havia gente gorda naquela época? Não vi nenhum no filme inteiro
  • as pessoas não usavam camisetas cheias de coisas escritas

Pois é, as pessoas não eram obesas – não ficavam diante do televisor comendo o hambúrguer com queijo cheddar pedido por aplicativo de telefone celular;
caminhavam até o ponto de ônibus ou bonde, nos quais viajavam espremidos de tantos passageiros;
brincavam nas ruas;
conversavam em cadeiras na frente da casa;
etc. etc. etc.

Difícil seria a vida de um médico de cirurgia bariátrica. Ficaria mais magro do que as pessoas retratadas no vídeo.

Vale o mesmo para o Rio de Janeiro, então capital do país, na mesma época.

Pois é, o progresso chegou…

 

A bleque fraude e o comportamento inadequado

Nesta semana da bleque fraude, vale a pena ler o artigo de Samy Dana no G1:

Quem nunca gastou e achou que estava economizando?

Afinal de contas, você pode aproveitar e comprar aquele produto de que não estava precisando com desconto de 30% do dobro do preço.

 

 

 

Vendem-se escravos

Já falei tantas vezes da escravidão na África, em pleno século XXI, mas fiquei realmente enjoado com essa notícia.

Vendem-se escravos. 400 dólares cada.

https://www.dn.pt/mundo/interior/migrantes-africanos-vendidos-como-escravos-por-400-dolares-8917560.html

Não encontrei essa notícia nos jornais tupinambás. Afinal de contas, aqui prevalece a doutrina de que os caucasianos europeus são maus e que os negros sempre são suas vítimas. Sobretudo nas páginas da falha-de-são-paulo e de o-bobo.
Não fica bem comentar que os muçulmanos continuam a praticar a escravidão, justamente em cima de quem tenta buscar refúgio.
Até a CNN, fonte dessa matéria, conseguiu se livrar, ocasionalmente, do grilhão do hipòcritamente mal-resolvido.
Não, porém, a enpreimça tupinambá, que omitiu este fato.
No próximo dia 20, porém, elogiará Zumbi dos Palmares, o régulo alagoano que mantinha escravos em seus domínios…
E dirá que os portugueses que inventaram a escravidão e saíam pelo interior do continente africano para caçar pessoas.

Ah, onde está aquela tal de ONU, que também se cala?
Ela não está cheia de funcionários nababos , pagos para “se preocupar” com os refugiados?
Não tem justamente um príncipe jordaniano para cuidar dos “direitos humanos”?

 

Já leu?

 

 

Nuvem de tags