Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

a enpreimça

Sempre reclamei aqui da chamada enpreimça brasileira.

Só que ela tem piorado.

Os principais jornais e revistas eståo em um nível nunca antes imaginado.
A maioria das manchetes contêm apenas fofoquinhas de pseudo-famosos da televisåo e seus namoros.

A parte política é um amontoado de clichês de estudantes em assembléia.

A falta de revisåo e as incoerências encontráveis em cada artigo superam boa parte dos leitores.
Traduçøes muitas vezes nåo fazem sentido.

A cada dia encontro menos prazer em algo que até alguns anos (uns 30, a bem dizer) ainda tinha significado.

Stanislaw Ponte Preta havia escrito, em 1966, o Febeapá – Festival de Besteiras que Assola o País. Se estivesse vivo agora, sem dúvida ele choraria ao constatar que tudo o que é ruim sempre pode piorar.
Hoje em dia, a enpreimça brasileira é o caminho mais rápido para o emburrecimento.

 

 

Excrementos

Estou sem vir ao blog hå algum tempo.

Mudei, ainda nåo abri todas as caixas, e o commuitador resolveu ficar dodøi.
O tecniqueiro nåo arrumou o que tinha de defeito e ainda criou outros.

Acompanhando por alto esse festival de vaidades que assola o payz, porém, nåo posso deixar de comentar:

esses seres de outras espécies, que exigem ser tratados de Fossas Excreméncias, såo de fato uma imensa cloaca (para nåo dizer outra palavra).

Fossa Excreméncia é mesmo um pronome de tratamento muito apropriado para eles todos.

O aquecimento bobal

A decisão de Donald Trump pela saída dos Estados Unidos do Tratado de Paris tem sido usada pela grande imprensa para gerar uma nova onda de difamação do presidente americano. A abordagem de diversos jornalistas e colunistas tem sido no nível “novela mexicana”. John Sutter, escrevendo para a CNN, afirmou que essa decisão trará resultados […]

via Fábulas de estufa — A Grande Farsa do Aquecimento Global

Ausência

Tenho me ausentado do blog.

Mudei de cidade (e de unidade federativa).

Demora até as coisas se ajeitarem.

Em breve eu volto a escrever.

Enquanto isso, apenas quero dizer: como é bom ficar fora de certos círculos de histeria coletiva…

10 regras para ser feliz

Recebi via whatsapp um vídeo que está no site Japão em Foco:

10 regras para ser feliz até os 100 anos.

Muito interessante, mas a realidade de Okinawa não condiz com a brasileira.

Aqui, seríamos mais felizes se os políticos corruptos praticassem o seppuku (harakiri) em público, como orienta o conceito nipônico de honra.

Também teríamos menos medo, se soubéssemos que os presos estariam trabalhando, em silêncio, ordenando suas coisas e obedecendo regras, que não tem os “saidões” para visitar a mãe que matou, ou o pai que nunca conheceu, ou curtir o carnaval, …  – coisas da nossa demoníaca demo-cracia dus deretchus.

Essas duas alterações na vida dos brasileiros contribuiriam sobremaneira, para que os habitantes da Tupinambalândia se sentissem mais felizes.

Enfim, as 10 regras têm muito a ver com a religiosidade tradicional, misto de budismo e xintoísmo, em que prevalece o respeito.

Não é como aqui, onde o que conta é c0nseguir o perdão, depois de obtidos por meios fraudulentos os resultados desejados.

 

modismos pedagogeiros

Muito interessante essa entrevista com o ex-ministro da Educação de Portugal.

http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2017/04/1875676-e-preciso-abandonar-modismos-educativos-diz-ex-ministro-portugues.shtml

Portugal sobe em níveis mundiais. O Brasil continua ladeira abaixo.

Nada contra decorar (na velhice isso fará falta!).

Tudo contra pedagogices, e contra a educação sem conteúdo.

Matemática (ou até mesmo aritmética) viraram objetos da “física quântica” idolatrada por místicos, que precisam de calculadora para somar 20 e 7.
Língua virou a regra de que pode falar herado que está serto, no chip implantando na cabeça dos estudantes, desde a pré-escola até se tornarem pós-universiotários.
História e geografia são apenas formas de doutrinar sobre a tal luta de classes e para ensinar que deve ser estabelecida a opressão das maiorias pelas minorias.

Ah, mas ainda temos os pécikólogos, que acham que creamssa não pode ser submetida a esforços…  é melhor dar logo um remédio contra alguma síndrome, para ela parar de fazer perguntas e se tornar dócil.

Enfim, o Brasil insiste em caminhar para o fundo do poço. Quem sabe por acreditar que “no fundo poço chegará ao Japão ou à China”…

 

 

21 de abril, o verdadeiro dia da mentira no Brasil.

Dia em que se festeja a morte de um herói mais do que questionável, o Tiradentes.

Dia em que se paga pelo preço da construção de uma cidade nababesca, primeiro rombo dos cofres da Previdência e primeira grande fraude do conluio governo-empreiteiras, com um concurso fraudulento para a escolha do melhor projeto urbanístico.

Dia em que se anunciou a morte de quem foi sem nunca ter sido, a morte de um Tancredo que já havia passado para o outro mundo alguns dias antes do anúncio, golpe político-publicitário premeditado para sensibilizar a população.

21 de abril, dia da mentira, verdadeiro esporte nacional.

Tudo se repete. Mudam personagens, mas cenas se repetem.

 

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