Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

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Homenagem a finados

Hoje é uma boa ocasião para se fazer uma homenagem a alguns finados memoráveis.

Machado de Assis, Coelho Neto, Visconde de Taunay, José do Patrocínio, e outros grandes nomes do jornalismo, que ocuparam as cadeiras de fundadores da Academia Brasileira de Letras.

Hoje em dia, não duvido que teriam vergonha de seus colegas, que empesteiam a enpreimça escrevendo palavras como xixi, cocô e bumbum, pois a infantilização desta geração não lhes permite conhecer (nem muito menos usar) palavras que devem ser dificílimas, como urina, fezes e glúteos.

Minha homenagem aos mortos, pois desses vivaldinos de hoje quero distância.

A eles, apenas recomendaria que estudassem e que aprendessem a utilizar dicionários. Ser-lhes-ia deveras útil.

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Estudar um pouco nossa língua (adequar, haver, fachada, decente, … )

Estudar um pouco, só um pouquinho, nossa língua deveria ser obrigação de todas as pessoas com nível de escolaridade superior.
Sobretudo quando se trata de um curso de de-formadores de opinião, como é o caso do jornalismo.

Nesta semana, em um site regional do G1 (não me lembro qual), “alguém” que se intitula jornalista, que defendeu com unhas e dentes a reforma orthographica sarnenta, e coisas do tipo, escreveu que era preciso que “se adéque” tal coisa.

Isso mesmo “se adéque”…  Como, por puro capricho de uns idiotas, já não existe o trema, a pessoinha decidiu que uma palavra paroxítona, terminada em -e, teria acento agudo.
Ficou só nisso?
Claro que não. Esse de-formador de opinião intitulado jornalista do G-1 não teve tempo para estudar e aprender que ADEQUAR é um verbo defectivo.

O que? Defeituoso?

É, quase isso. Verbos que não são conjugados em todas as pessoas, ou em todos os tempos.
Adequar é um verbo que só pode ser conjugado nas formas arrizotônicas.
Arroz com água tônica? Como assim?
Quase isso, ilustre animal protegido pelo IBAMA.

Rizotônico refere-se à raiz, e arrizotônicas ao que está fora dela.
No caso do verbo adequar, a raiz adeq-.

Não existe adeqúo, nem adéquo, nem adeqüo, nem nada disso. Non ecziste!
Existe apenas adequado, adequar-se, adequamos, etc.
Conseguiu perceber onde está a sílaba tônica do verbo?
É depois do Q, aquela letra que sempre vem seguida de U. Depois da raiz do verbo.

Outro verbo que causa uma certa dor de cabeça para os ilustres de-formadores de opinião, é HAVER.
Haver (existir, fazer)  escreve-se com H, sempre (não como em italiano, mas é melhor não confundir as cabecinhas de alfinete dos senhores jornalistas).

HÁ tempo isso tem sido repetido. Com H, mas os jornalistas (e os internautas) “çisqéssi” disso. Não é A, artigo, preposição ou nada disso.
Faz uma pá de tempo em que isso tem se repetido.
Sacou? Então é verbo – e verbo haver tem H.

Não fica por aí, contudo, minha bronca da semana.
No site do Correio Braziliense encontrei um estapafúrdio:

“a faixada do prédio foi danificada”.

Faixada?
Não seria FACHADA?

Ou tentaram colocar alguma faixa na fachada do prédio?
É. Fachada, aquela palavra que vem de FACE. Que a língua francesa emprestou para muitas línguas, inclusive para o inglês, que usa o Cê Cedilha para escrever a Façade original.
Inglês não tem cedilha? Tem, viu só. Também acentos usa, quando de palavra importada, como fiancée.

Bem, não precisa saber a origem da palavra Fachada. Seria des-Caramento de minha parte pensar que alguém se preocuparia com a etimologia, quer dizer, com a origem das palavras. Esses desavisados sequer tiveram aula de português entre os 6 e os 26 aninhos.

Por falar em faixa, considero aconselhável ter em mente que, depois de um ditongo, usa-se sempre X, nunca CH.
Peixe, feixe, ameixa, faixa, queixa, queixo.

Como se observa, estudar um pouco de português não é tão “defíssiu” como insistem alunos preguiçosos, e, mais ainda, professores que não tiveram base escolar para a graduação docente.

Xii, agora sim complicou. Docente? Não seria “d0scente”? O contrário de discente? Algo a ver com “indescente”?
Não, pois decência e indecência não são parentes de descer. Só o que tem descido, há 40 anos, é o nível do ensino no Brasil, por conta dos discípulos da “enguinoranssa qui astravanca u pogréçio du Braziu”.

Imaginem se tivessem de falar e escrever em coreano, japonês, finlandês, árabe, alemão, …

Uma lástima que o ensino da língua do país tenha se tornado um estorvo para as “novas gerações”.
Estorvo? É, o nome de um dos livros de Chico Buarque. Procure no dicionário para ver o significado.
Sabia, caro estudante e caro de-formador de opinião, que existem até mesmo dicionários on-line? É, dicionários disponíveis na mesma “infernet”, onde esse erros se multiplicam.

Pobre Machado de Assis, se pudesse ver o que fazem seus atuais colegas de profissão, certamente deixaria de lado o jornalismo e partiria para outra atividade.
Não duvido que propusesse a extinção da Academia Brasileira de Letras, dada sua inutilidade pavonina.

 

A orthographia

Perguntaram-me por que não quero me acostumar com o des-accordo ortográfico imposto pela turma sarnenta e pelos donos de editoras.

Simples: enquanto se escrever Baía com H e António com acento circunflexo, não vejo razão para me curvar a essas barbaridades que meia dúzia de desocupados tentam impor às populações dos países de língua oficial portuguêsa.
Se um prefeito pode decidir que ao lado de Moji Mirim fica Mogi Guaçu, qual a razão de fingir que existe uniformidade?
Pior ainda, existe, ao contrário das várias Guaçus e dos vários -açus espalhados pelo país, uma cidadezinha chamada Ipaussu, pois eles ficaram com medo de que a cedilha não fosse percebida.

Como já comentei aqui algumas vezes, faz diferença para americanos e ingleses que um escreva theater e o outro theatre? Que um diga áidar e ou outro ídar (either)? Nem eles nem canadenses, ou australianos, ou sul-africanos, sentem-se constrangidos com essa variedade.

Fora que se algumas bestas humanas de jornais gostam de copiar o que está escrito na porta do teatro, e o escrevem com H, deveriam também manter a ortografia original de tantos outros nomes próprios, que nem vou me dar ao trabalho de enumerar.

Quando aprendi a ler, tinha muitos livros infantis de meus pais, escritos com ph, th, ch (de parochia), e por aí afora. Eu sabia que aquella não era a orthographia que se usava mais, e não me causou qualquer typo de problema, ao longo dos anos, escrever com absoluta correção gramatical. Li livros da orthographia de sei lá quando, fui alfabetizado nas regras de 1943, adaptei-me às regras de 1971, e basta.

Ou se faz uma ortografia fonética, como a italiana, ou pode ser mantida uma ortografia rebuscada como a francesa. O que não dá é fingir que se tem uma regra única, como o espanhol e seus falares, em que LL (e Y) tem som(s) de LH, J, I, conforme a região. Que não distingue (exceto em Madri) Z e S. E que tem a pobreza sonora de não saber o que é Ô e Ó, Ê e É.

Meu pai dizia EXCEPÇÃO, tal como tinha aprendido a escrever. Minha mãe dizia EGIPTO.
Com que base podemos afirmar que aquilo era errado, se dizemos excepcional e egípcio?

Bem, para mim é natural escrever com acentuação diferencial, com trema (riqueza maravilhosa que não podemos desperdiçar), com letras mudas, muitos hifens, etc. Duvido que alguém consiga ter de facto dificuldades para entender essas palavras. Muito mais fácil do que os “anaufabéticos” da infernet, que usam “serto” sem saber que é “herado”. Difícil é entender um texto em que pára e para estão na mesma phrase, com a graphia unificada do des-accordo.

o anteprojeto de 1986 e a constituinte de 1987

Pelo sistema de eleição indireta, ganhou a eleição presidencial o PMDBsta Tancredo Neves (primeiro-ministro durante o governo de Goulart), cujo vice, na chapa, era um político maranhense chamado José Sarney, que havia ingressado na política em 1954, pela UDN, que desde então mantinha cargos, por aquele partido ou pela ARENA, que apoiava o regime militar, tornou-se presidente do PDS (novo nome da ARENA), e por fim ingressou na Frente Liberal, em coligação com o PMDB.

Sabemos da história de que Tancredo na véspera da posse, marcada para 15 de março de 1985, ficou gravemente doente e impedido de tomar posse no cargo ao qual tinha sido eleito pelo colégio eleitoral. (Algumas pessoas mal informadas confundem o fato de ele ter sido o primeiro civil eleito desde 1960, com uma eleição direta que não existiu naquela época – o projeto de emenda constitucional de Diretas Já tinha sido rejeitado no cãogresso.)

Dizia o parágrafo 2º do Art. 78 da constituição de 1967 (ou de 1969?):

Se, decorridos dez dias da data fixada para a pose, o Presidente ou Vice-Presidente, salvo por motivo de força maior, não tiver assumido o cargo, este será declarado vago pelo Congresso Nacional.

Como Sarney tinha “muitos colegas” no cãogresso, é claro que este deu posse ao colega. Figueiredo, o general que deixava o cargo, saiu do Palácio do Planalto por outra porta, para não ter de cumprimentar e passar a faixa presidencial ao antigo líder do partido governista, que se transferira para a “oposição”.

O “imortal” (membro da Academia Brasileira de Letras desde 1980, autor de “best-sellers” inesquecíveis, encontráveis na livraria do aeroporto de Tirirical) designou 50 personalidades para a elaboração de um anteprojeto de uma nova constituição. Afonso Arinos de Melo Franco comandava as personalidades, dentre as quais Jorge Amado (de novo constituinte!), Antônio Venâncio, Cândido Mendes, … nem sei dizer quantos outros colegas de “letras”. Empenharam-se em escrever uma obra de peso, literalmente. O calhamaço elaborado continha “apenas” 436 artigos, além de outros 32 incluídos nas Disposições Gerais e Transitórias. O texto preparado cuidava de regulamentar tudo, inclusive o uso de cemitérios, mas deixaram de lado os crematórios, um modernismo que provàvelmente não seria bem aceito no Brasil.

Em compensação à lealdade dos “amigos” cãesgressitas, o presidente “liberal” declarou que eles se tornariam constituintes, mesmo que não tivessem sido eleitos para isso, e mesmo que não tivessem de se desincompatilizar com o exercício da nova função. Em algumas horas eles eram cãesgressitas comuns e em outras travestiam-se de constituintes. Lógico que iriam legislar em causa própria e no benefício dos amigos (e parentes) que estivessem nos lobbies mais próximos, sem esquecer, é claro, os interesses eleitoreiros dos partidos que os abrigavam naqueles dias.

Para facilitar a redação, o relatoria da nova constituição foi entregue a Bernardo Cabral, senador e também presidente da OAB (que se notabilizou muito mais por dançar “Bésame Mucho” com Zélia Cardoso de Mello quando, poucos anos depois, ambos eram ministros de Collor). Cabral (este sobrenome costuma gerar problemas) certamente deu oportunidade a que todos os interesses das várias categorias de bacharéis em direito fossem atendidos. Juízes, advogados e promotores. Conseqüentemente, o Brasil ganhou um dos mais emaranhados sistema de justiça, lento, emperrado, cheio de recursos intermináveis, cheio de liminares. O exemplo claro de que não se faz justiça com justiça lenta.
Em outubro de 1988, os cãesgressistas travestidos de constituintes deram por encerrada a tarefa hercúlea, e foi promulgada, em clima de festa, a “constituição cidadã”, sem qualquer preocupação com que ela fosse referendada pela cidadania. Muitas pessoas ainda hoje acreditam que a festa foi boa para o povo. A propaganda é a alma do negócio, como diria um outro famoso José, o alemão Goebbels.

Pois é esta constituição que querem “reformar”, e é este modelo de “constituinte” que querem nos dar – outra vez!

Sarney, a política e os últimos 25 anos

Sarney, grão-duque do Maranhão e do Amapá, deu uma entrevista à Folha de São Paulo que é um exemplo de cinismo. A manchete do jornal é Lei deve proibir ex-presidentes de disputar eleições.

Sem dúvida, senhor autor dos marimbondos de pileque, poderíamos ter muitas coisas em nosso ordenamento jurídico, não fosse o fato de que a constituição de 1967 (redação de 1969) foi desinterpretada, para permitir que se tornasse o titular do cargo mais elevado do país uma pessoa que aparecia como candidato a vice-presidente em uma chapa de eleição, na qual o vencedor não pôde assumir.

Sabe, senhor “imortal”, temos várias outras medidas que poderiam ser implementadas, e que não seriam feitas apenas para satisfazer o ego ou os interesses de nossos políticos.

Poderíamos ter a Lei Leonor da Aquitânia, para evitar o nepotismo e as péssimas influências familiares na política nacional.

Não teríamos essa abominação frankensteiniana dos suplentes, que agora mesmo nos dá o constrangimento de ver a posse de uma pessoa condenada pelo Supremo Tribunal Federal.

Teríamos tido uma constituição legitimada por uma assembléia constituinte, e não por um congresso travestido de poderes constituintes, que legislou em causa própria, e na dos partidos políticos que os protegem, como a que vossa exc….ência nos deu em 1987/88, quando simplesmente ignorou projetos de juristas, e com conchavos com seus colegas de cãogresso inventou essa coisa que fala de “deretchus” e esquece dos deveres de cada pessoa (todas elas, inclusive os semi-deuses e os áulicos) perante a sociedade.

Quantas “falhas” (para não dizer absurdos tornados lei em causa própria) teríamos evitado…!

Sabe, excelso escritor, temos algumas propostas para reforma do sistema política brasileiro. Uma delas seria não apenas proibir reeleições, mas alterar as regras de idade limite.   Termos algumas modificações que dessem mais transparência (essa palavra tão em moda) às eleições.

Lamentàvelemente a barca de Caronte ainda não o levou para encontrar Cérbero no reino de Hades. Possìvelmente, no dia em que isso ocorrer, haverá expressões de júbilo no país que não faz parte de seus grão-ducados.

Cinderela

Na série de informações que você tem de ter antes de o mundo acabar no próximo dia 21, vai aí uma bombástica:

Sinto decepcionar todas as suas ilusões que carregou desde a infância, mas

Cinderela não usava sapatinhos de cristal.

Na verdade, eram pantufas com pele de esquilo.

Como? O que é isso?

É, chinelinhos forrados com pele de esquilo.

Além de ela não estar mìnimamente preocupada com o movimento de “salvem as baleias”, e outras organizações de proteção aos animais, Cinderela foi mal interpretada por Charles Perrault, o escritor que em 1697 fez uma coletânea de contos populares.  A tradição oral  mencionava  “pantoufles de vair“, e o escritor  (membro da academia de letras, o que já é sintomático…)  registrou  “de verre”.

Do vidro para o cristal foi apenas um pequeno passo.

Os Irmãos Grimm ressaltaram, na tradução para o alemão, que as irmãs de Cinderela ficaram com os pés lesionados, ao usarem no baile escarpins de seda bordada com ouro. Se fios de ouro machucam, o que se dirá do vidro?

Balzac até tentou corrigir o equívoco, no século XIX, mas o erro já tinha se transformado na regra.

três mortes mais uma

Ontem, dia 17, morreram 3 pessoas “famosas”

O primeiro, o tal de sergio britto, whom i’ve never heard about.

Ator de nada que eu tenha assistido.

Diretor de peças que não são do meu repertório.

Mas, pelo jeito, muito badalado pela tchurma duzartista, como madame monteafrodescendente.

Se a isquerdafestiva das coberturas da vieraçôlto diz que ele era famoso, entaum dévi dissê verrdadji.

O segundo foi o joazinho 30 (porque essa coisa de pôr S? os maranhenses não são os que têm a melhor língua portuguesa do universo?)

Famoso, é verdade.

Mas não assisto desfile de carnavais, nem ao vivo nem pela tv.

Sei, porém, que era considerado de bom tom admirar o gajo.

Meu conhecimento de carnaval, porém, não vai além dos desfiles de fantasia dos anos 60.

Coisa que era feita pra zelite, e não esse povo de hoje em dia.

Mas, como um defunto sempre chama outros, há uma esperança no braziu de que outros maranhenses morram nos próximos meses.

É um alívio para a nação. Deus seja louvado, como dizem os marimbondos (ou será que são os moribundos?).

A terceira foi a Cesária Évora. Essa sim eu conheço (musicalmente)!

Ufa, enfim uma pessoa famosa no mundo.

Você não conhece?

Bem, sugiro que vá ao youtube e procure algum vídeo.

Foi ela, mais do que ninguém, que colocou Cabo Verde no mapa.

E que música boa!

Até Caretano e outros baianos aceitavam que ela fazia parte dos famosos…

Quando o dia (noite) estava por terminar, ainda fui às notiças di jornau na interlenta, para ver se alguém mais tinha morrido.

Não, o estoque do dia 17 tinha acabado.

Sempre essa mesma história.

Hades (Plutão) tem de apresentar uma cota de trabalhos para o Olimpo,

mas devido ao contingenciamento do verbas do orçamento, ele reduz a atividade durante a maior parte do ano, e deixa para colher as almas nos últimos dias (porque se não as verbas voltam para o thesouro).

Então dá um jeito para terremotos, tsunamis, desastres de aviões e de trens, etc. completarem a cota que ele ainda não atingiu.

Vamos aguardar os próximos dias.

Muita gente famosa e muita gente que faz parte da “massa” ainda está para fazer a viagem na barca de Caronte em dezembro.

Pois é, minha intuição estava mesmo correta.

Os nossos jornalistas é que são mal informados. Só sabem colher o que as agências oficiais lhes oferecem.

Pois o nosso querido grande líder do topete coreano morreu, Kim Jong-iL, também no sábado.

Chorei a manhã toda, hoje…

Sarney,

o Brasil reza para que você não ignore os apelos que Hades lhe faz.

Desencarna logo, praga… (de preferência com toda a família)

Ah, e como comentou o Alan:

Quanto ao Joãozinho Trinta, que foi um autêntico gênio. Para comprovar isso, basta a merecidamente famosa frase: pobre gosta de luxo! Quem gosta de miséria e intelectual.

Só por essa frase, teria merecido o nobel de literatura e de ciencias ocultas.

Enquanto isso, na academia brasileira de iletrados, sarnas, pitangas, cones, mervãos, e outros, ocupam o lugar dos gênios…

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