Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘assistência social’

direita esquerdista

O editorial do estadinho é um assombro:

http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,a-volta-do-populismo,10000087697

 

Populismo é dizer que os pobres e os vagabundos do bolsa-isso bolsa-aquilo (inclusive bolsa-anaro) terão os mesmos direitos do que quem trabalha e produz, algo muito diferente do que seria assistência social para elevar o padrão das pessoas.

Populismo é manter sindicatos, é o sistema que o brasil (letras minúsculas) conhece e reproduz desde a ditadura getulista e a bostituição polaca de 1937, sem falar das câmaras municipais caras e inúteis, que corroem mais de 5700 municípios, fruto da demagogia de 1988, tão enaltecida por esse jornal que quase ninguém mais lê.

Isso a enpreimça não consegue mais enxergar, tal sua miopia estrábica.

 

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União Européia esfacelando-se

“analistas” muito falaram da vitória do partido de esquerda Syriza na Grécia.
“liberais” falaram da política do desperdício de dinheiro, mas não comentaram que era a alternativa que os gregos tinham.Na Espanha, Podemos é um novo partido dito de direita. Na França, Front National é por muitos classificados como neo-fascista. No Reino Unido, o UKIP cresce e deseja o rompimento com a União Européia e os burocratas de Bruxelas (Luxemburgo, Straßburg e Frankfurt). Na Itália os separatistas da Liga Norte e os partidários do humorista Beppe Grillo rompem a dicotomia democracia-cristão/esquerda.

Ninguém se pergunta até quando os europeus agüentarão os encargos sociais com os “irmãozinhos” da Europa Oriental, protegidos pela alemoa oriental Merkel.
Ontem mesmo recebi da Espanha um texto sobre RISGA – renda de inclusão social da Galícia – que sustenta famílias de romenos que há cinco anos recebem a esmola governamental “em nome da sociedade”. ¿Cobráis la RISGA?

Será que os europeus não estão cansados de tanto bom-mocismo do welfare state?
Acho que os “analistas” esquecem de verificar o estado de espírito dos contribuintes, quando falam de gastos públicos.

O que está em falência não são as “contas públicas”, mas a farsa da social-democracia.
Ela esfacela, em passos decisivos, os resultados positivos da des-União Européia.

O comentário abaixo de um lusitano, no Jornal de Negócios, é mais inteligente do que a política de austeridide que a alemoa exige dos países mediterrâneos, mas não de seus irmãozinhos da ex-cortina de ferro, que infestam a Europa Ocidental.

Que direito tem a Alemanha, depois das condições que foram dadas para pagar o empréstimo que lhe foi concedido, de tratar agora, com tal desprezo, arrogância e prepotência aqueles que lhe deram a mão no momento em que esteve de rastos? Não se esqueçam que o pagamento da dívida da Alemanha era paga em função do que exportava, nunca lhe tendo sido negadas as verbas necessárias ao seu desenvolvimento, o que a fez vir a ser um país altamente exportador vindo mais tarde a tornar-se na grande potência económica da Europa. Que bom seria se os empréstimos que tivemos de solicitar, pelos desgovernos que tivemos, tivessem tido as mesmas condições de amortização e pagamento.
Ela adora falar de “ajuste das contas” para o “crescimento econômico”, mas não gosta de rever o custo dos “irmãozinhos” nos outros países europeus.
Se isso é “demo-cracia cristã”, realmente há motivos de sobra para a escolha de partidos radicais.
O pensamento de Lebensraum alemão vai acabar a unidade européia, outra vez… Essa conversa de “Deutschland über alles”…

Uma imagem que resume toda uma estratégia

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Essa imagem, que, curiosamente, foi postada por um esquerdista, mostra, com exatidão, como governa o PT.

O cidadão está no fundo do poço, mas o “intelectual” não lhe dá a escada – o meio pelo qual ele possa galgar os degraus e subir, desde que faça algum esforço.
Ao contrário, um “homem humanitário” debruça na borda do buraco, estica um braço (que nunca vai adiantar nada), e faz cena de que quer ajudar.
O “descamisado” do fundo do poço não sabe que existe uma escada logo ali. Logo, imagina que aquele homem é bom e quer ajudá-lo. Assim, aposta nele.

Quais são os meios (escadas) para aquele cidadão se salvar? São: Escola Pública de qualidade; Cursos Técnicos; Transporte; Segurança; Infra Estrutura; Economia forte; Criação de Empregos…, etc.

Mas… Quais são os jogos de cena (de mis en scène)? São: Bolsa Família; Auxílio Reclusão; Maciça propaganda; Cotas raciais…, etc. Todas as cenas, como sabemos, como verdadeiras política do “Pão e Circo”: pão (bolsa isso, bolsa aquilo…); circo (estádios glamorosos, samba e carnaval).

Enquanto isto, o País afunda!
Que se dane! O importante é o Poder estar garantido!

A Terra dos Homens Livres

Documentário, com quase uma hora, sobre o que é a Libéria, a Terra dos Homens Livres.

http://youtu.be/ZRuSS0iiFyo

Não precisa ver tudo.

Dá uma idéia de como se escravizam pessoas.
Entendeu?

Esse inferno na terra tem mais um pouco:

O “gringo” e a equipe do documentário devem ter ficado em hotel, ou hospedados com alguém,
não alugaram um lugar para morar,
não foram fazer compras de mercado para o dia a dia,
não tiveram de chamar um encanador ou coisa do tipo para consertar alguma coisa em casa.

Conheço uma senhora que morou lá, por dois anos. Dessas pessoas que acreditam que vale a pena fazer trabalho social, e por isso já tinha antes estado no Vietnã e na Palestina.
Ela me disse que até para essas coisas do cotidiano que mencionei acima era necessário o suborno.
“Alguém” tinha de ser o “apresentador” no comércio ou serviço, para poder receber o atendimento pelo qual já iria pagar.
Para ela, era um alívio ir de vez em quando a Lagos, na Nigéria.
É, a Nigéria de que ouvimos sempre falar coisas horríveis!
Ela está doente, hoje em dia.
Será que tem alguma relação com o período em que MOROU lá?

Jornalista (e assemelhados) tem o conforto de que passa apenas uns dias no lugar,
e depois ainda se julga no direito de “ficar escandalizado” com o que é o mundo real.
’tadinhos…

Ah, algumas coisas lembram um certo país do qual de vez em quando temos notícias. Certo?
Nada está tão ruim que não possa piorar…

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