Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

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Greve dos bancários – 2

Os vários “cinicatos” dos bancários resolveram aceitar a proposta dos bancos e, amanhã, devem retornar ao trabalho, depois de 21 dias de greve.

Só que os “cinicalistas” continuarão de braços cruzados, no que se refere à limpeza da panfletagem e “emporqueamento” que fizeram na porta das agências.

Eles são lindos demais para esse trabalho “sujo”.

O pessoal terceirizado que trate de limpar o que eles emporcalharam.

Ah, e os “cinicatos”, claro, são contra os terceirizados…

Todos os anos a mesma conversa. Outubro é o mês das férias coletivas dos bancários.

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Bancos

Parece piada, mas não é….

Recebi um e-mail com o registro de diálogo real, verídico, com o Citibank sobre o cartão de crédito de uma cliente, que já havia falecido.
A senhora morreu em julho de 2010 e o Citibank faturou os meses de agosto, setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro e fevereiro com as despesas de manutenção anual em seu cartão de crédito e acrescentou multas por atraso e juros sobre a mensalidade.

Um membro da família fez uma chamada para o Citibank.

Membro da família:
“Estou ligando para dizer que ela morreu em julho de 2010.

Citibank:
“A conta dela  não foi fechada e os juros de mora e encargos ainda se aplicam.”

Membro da família:
“Talvez você deva colocar à fundo perdido.

Citibank:
“Não posso, são meses de atraso”

Membro da família:
“Então o que farão quando descobrirem que ela está morta?”

Citibank:
“Nós encaminharemos relatório da conta para a divisão de fraudes e denunciaremos ao SPC!”

Membro da família:
“Você acha que Deus vai ficar bravo com ela? ”

Citibank:
“Desculpe-me, não entendi!”

Membro da família:
“O que você não conseguiu entender – a parte sobre ela estar morta?”

Citibank:
“Senhor você terá que falar com meu supervisor.”

Membro da família:
“Estou ligando para dizer que ela morreu em julho de 2010 com um saldo ZERO.”

Citibank:
“A conta não foi fechada e juros de mora e encargos ainda se aplicam.”

Membro da família:
“Você quer dizer que  deseja tomar a sua propriedade?
Ela não tinha bens e morava de aluguel”

Citibank: (silêncio)
Você é advogado dela?

Membro da família:
“Não , eu sou seu sobrinho-neto.”

Citibank:
“Você pode nos enviar por fax um atestado de óbito?”

Membro da família:
“Claro.” (Em seguida, o fax foi enviado)

– Depois de receber o fax:

Citibank:ll
“Nosso sistema não é  configurado  para a morte.
Eu não sei o que mais posso fazer para ajudar. ”

Membro da família:
“Bem, se você descobrir, isso seria ótimo!
Se não, você poderia simplesmente manter seu faturamento.
Ela não vai se importar.”

Citibank:
“Bem, os juros de mora e encargos serão ainda aplicáveis.”

Membro da família:
“Será que você gostaria do novo endereço dela para enviar a cobrança?”

Citibank:
“Isso seria ótimo e poderia ajudar …”

Membro da família:
“Cemitério Memorial Boa Viagem, Av. Redenção, 129, lote 69.”

Citibank:
“Senhor, isso é um cemitério!”

Membro da família:

“É a nova morada dela, local para onde vão as pessoas mortas em nosso planeta!!!”
—————————————————
É assim que os Bancos nos tratam.

—————————————–

Eu já tive problemas com esse mesmo banco.
Transferi minha conta de São Paulo para Brasília, mas algum mentecapto fez o serviço pela metade.
Fiquei com uma conta em São Paulo (com endereço em Brasília) da qual me cobravam pelo que não existia, já que tudo deveria ter sido transferido para Brasília.
Depois de quase um ano, tive de jogar o assunto para o Banco Central, para finalmente o funcionário relapso concluir o que havia sido solicitado e que tinha ficado pela metade. Certamente ele devia estar muito ocupado com algo fora do trabalho. (Como era mesmo o nomezinho dela? Tenho guardado os documentos referentes a isso, apesar de mais de 10 anos já terem se passado. Sabe como é, esse pessoal tem o raciocínio meio lento… )
Resultado: fechei definitivamente qualquer conta no Citi.

Caixa Econômica Fedemal

Em homenagem às pessoas que dependem de serviços da Caixa Econômica Fedemal (financiamentos, loterias, depósitos judiciais, etc.), em tempo de greve:

CAIXA, o pior

BANCO DO BRASIL.

Greve dos bancários

Os bancários fazem propaganda contra os banqueiros, dizendo que eles abusam de nós.

A bem da verdade, nunca tive qualquer problema com os banqueiros.
Os falecidos Olavo Setúbal, Amador Aguiar, Moreira Sales, José Maria Whitaker, e tantos outros, sempre me trataram muito bem.
Gente finíssima.

Não posso dizer o mesmo da imensa maioria dos bancários.
Nem eu nem 99% da população do Brasil.

Pois, quem não teve erros praticados por esses seres?
Depósito em conta errada? (Eu tive mais de 60 mil reais que ficaram no purgatório dos bancos, por conta de erro de um bancário, que jogou o dinheiro para um banco cujo código não existia. Alguém aproveitou aquele dinheiro, enquanto não foi descoberta a “falha” do bancário.).
Empréstimo não liberado (Um colega meu teve de sair para conseguir explicar ao gerente da Caixa como é que se faz empréstimo para a construção de imóvel, pois o debilóide não tinha noção de como fazer; na hora de assinar o documento, os bancos já tinham entrado em greve, e agora esse colega está sendo obrigado a tirar o dinheiro da parte dele, e o empréstimo da Caixa é só uma promessa de boca de um gerente babaca).
Mau-humor para atender os clientes quando as máquinas “engolem” os comprovantes das transações que acabamos de fazer. Isso quando não engolem o dinheiro.
Tentar engabelar o cliente com transação de cheque avulso, quando existe transação eletrônica? (Isso na Caixa, que teoricamente está habilitada para operar as loterias – hahaha)
Acabar com as cédulas de moeda estrangeira, logo no início do dia, para não ter de se preocupar com câmbio durante o resto do expediente, e dizer que só dispõe de traveller cheques.

De repente, passarem a usar um endereço seu que descobriram não sei como, e dizer que “foi erro do sistema”, sendo que na época em que sua avó morou naquela casa nem existia computador. (Já aconteceu isso comigo na Citibank e no Banco do Brasil.)

Pedir para fechar uma conta, e os desgraçados não tomarem as providências, e depois começarem a vir as faturas de débito por não movimentação da conta. O correntista tem de sair para procurar no fundo do baú os comprovantes do encerramento, que o bancário “esqueceu” de levar adiante. Isso quando não é necessário levar o caso ao Banco Central, ao Procon e a outros lugares, para limpar o nome na Serasa e tudo mais.
Querer vender “produtos” para ganhar pontinhos e aumento de salário (dele, bancário). Vai para a Natura ou para a Avon, se quer vender produtos, seu chato! Não aporrinha!
Sair para almoço no início do expediente.

Etc.,
Etc.,
Etc.,

Portanto, vamos colocar os pingos nos ii.

Quem abusa de nossa paciência são os bancários.
Sem contar o quanto emporcalham a cidade com a barulheira e a panfletagem que fazem nas agências fechadas.
Ainda mais que a sujeira dos vidros será limpa pelo pessoal da faxina, terceirizado.

Viva os banqueiros, que têm a paciência e a bondade de empregar essa laia.
Cuja rotatividade é maior do que a de casa de tolerância., por sinal.

E jogar na cara desses grevistas, no dia em que reabrirem as portas, que são eles que abusam de nós.

Bancário bom era aquele que registrava tudo em livro-caixa, não errava e sorria para todos os clientes, que conhecia pessoalmente.

Esses de hoje em dia, com toda uma parafernália eletrônica à disposição, só reclamam.

Se não estão contentes, vão entregar pizzas.

São bancários porque querem.

Mas não abusem de nossa paciência.

Não temos nada a ver com a infelicidade deles.


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