Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘Brasília’

A violência nossa de cada dia

Uma amiga de Brasília foi fazer “trabalho social” em uma “kuminidadj” de Planaltina – DF (existe também Planaltina GO, que é mais pobre e violenta).

Lógico que para entrar nesse lugar, primeiro foi necessário que as Ongueiras tivessem a autorização dos líderes desse “campo de concentração”.

Ela saiu de lá assustada.
Crianças de sete anos falavam em matar as menores, e outras coisas do tipo.
Não houve momento em que aquela quadrilha de anjinhos se acalmasse.

Minha amiga ficou com muita dúvida de terá coragem de rever os anjinhos.
Melhor apenas aliviar o “sentimento de culpa” fazendo doações – que provàvelmente serão desviadas.

Sei lá se a história é triste ou não.
Na verdade, o que esses grupos querem é destruir quem está melhor.
Mesmo que só um pouco melhor.
Basta ver o número de roubos em gente que está nas paradas de ônibus.

A menina de 7 anos gesticulando como ia esfaquear a menor, isso sim assusta.
Ela não terá dúvidas em matar alguém para roubar.

Tenho certeza de que não tenho culpa pela bandidagem:
Não uso drogas e não compro coisas roubadas.

 

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o dia da mentira

21 de abril, o verdadeiro dia da mentira no Brasil.

Dia em que se festeja a morte de um herói mais do que questionável, o Tiradentes.

Dia em que se paga pelo preço da construção de uma cidade nababesca, primeiro rombo dos cofres da Previdência e primeira grande fraude do conluio governo-empreiteiras, com um concurso fraudulento para a escolha do melhor projeto urbanístico.

Dia em que se anunciou a morte de quem foi sem nunca ter sido, a morte de um Tancredo que já havia passado para o outro mundo alguns dias antes do anúncio, golpe político-publicitário premeditado para sensibilizar a população.

21 de abril, dia da mentira, verdadeiro esporte nacional.

Tudo se repete. Mudam personagens, mas cenas se repetem.

 

uauaus

Aqui onde moro, os cachorros têm, quase todos, nome de gente:
Ulisses, Kate, Elvis.

Agora há pouco passei por outra quadra, onde havia um convescote canino de fim de tarde,
e eles tinham nome de comida:
Pipoca, Paçoca, Nutela, Geléia.

Vou arrumar um e chamá-lo de Anderson Farofa,
para ele poder brincar com os dois grupos.

 

imprensa estrangeira

Leiam:

http://noblat.oglobo.globo.com/artigos/noticia/2016/05/deu-no-new-york-times.html

e

http://noblat.oglobo.globo.com/artigos/noticia/2016/05/o-enigma-e-o-ossobuco.html

e também

http://noblat.oglobo.globo.com/artigos/noticia/2016/05/nem-cor-nem-genero.html

E complemento que assim como a “enpreimça duzestaduzunidu” não tem condições de falar de Brasília, menos ainda tem aquele pasquim sindicalista The Guardian para fazer editorial, para apontar (também a partir do rio de janeiro) que o atual ministério do governo brasileiro tem muita testosterona e pouca melanina.

A correção política já acabou. Morreu, fede, mas há gehornallyztas que insistem em mantê-la nos aparelhos.

Em tempo: espero que um dia a BBC volte a ser um órgão confiável, e não um antro de bebês, onde bebe-se para dar emprego ao aparelho “trabalhista” que o tonho blé montou no último governo, e que o davizinho camarão não soube extinguir.

Será que “éçizómi da enpreimça num çábi” que a corrupção também assola a política em seus países? Basta relembrar o casal Clinton…

Gramsci: Fique no Inferno!

 

A Escola de Música de Brasília

A Escola de Música de Brasília, que existe desde 1963, está sendo sorrateiramente desativada.

O atual diretor, em conluio com o desgovernador socialista rodrigo enrollemberg, está mudando todos os alunos de turmas, misturando professores e coisas do tipo.
O objetivo é desestimular a continuidade dos cursos. Afinal de contas, Música não é o tipo de disciplina em que o aluno fica mudando de professor.

Aliás, neste verão a Escola JÁ NÃO DEU o curso de verão, que existiu desde sempre, e trazia músicos de vários Estados e países.

Depois de esvaziar a escola, o terreno será devidamente vendido para alguma construtora.
Mais um edifício de clínicas médicas ou de consultórios de devogádus surgirá no local, no início da L-2 Sul.

Informações dadas por professores (e um pouquinho também pela enpreimça).

Isso é çossializmu. Igualar todos por baixo. Afinal de contas, funk é algo que se aprende sem precisar de professores.

A vida no paraíso

Na segunda-feira da semana passada, de manhã, romperam, para roubar, cabo da rede elétrica que serve o prédio, o que provocou seguidos picos de energia e oscilações.  Meu computador – tudo – no-break, régua, modem, e o próprio Mac, foram para as cucuias.
Em outros apartamentos, objetos elétricos e eletrônicos foram se arruinando em dias seguidos.
Na sexta-feira à tarde, os inúteis sindicalizados da Companhia de Energúmenos de Brasília (CEB) veio arrumar.
Rapidez né?
Isso porque um morador, que por acaso trabalha no desgoverno do Detrito Fedemal, foi lá e ameaçou com AK-47 para os caras virem arrumar o estrago.
 
Não me venha com a conversa de que a CEB indenizará os prejudicados. Isso é conversa mole, igual a tantas outras. Pode funcionar em Estocolmo, mas na capital que fedemal do braziu isso é lenda.inter
 

Durante esse período, tive de me ajeitar com lugares aqui perto onde há wi-fi para clientes!
Agora descubro que minha conta g-pela-metade (Gmail) foi clonada e receberam “de mim” mensagens que nunca escrevi. Algumas que me enviaram, nunca recebi.

Se você mora em outro país, não volte para cá!
Mude-se para Alepo, Homs, Damasco ou Palmira, que lá as coisas funcionam melhor do que aqui.

 

Ainda há gente que diz que bra3ylha é a ilha da fantasia. Coisa de jornalista que nunca foi além do aeroporto e da ex-planada dos mistérios / praça dos três phoderes.

Fora que não sei o que acontece com o lixo deste site que hospeda o blog, que não faz a formatação das linhas que coloco na redação do texto!!!
LIXO!!!! 

Brasil $urReal

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Por um milhão de reais a menos (R$ 250 mil = US$ 60 mil), é possível comprar uma casa de 2 quartos em condomínio na Flórida, com quadra de golfe, tênis, quatro piscinas, oficina de cerâmica, oficina de marcenaria, e uma série de outras utilidades para os moradores, com que os apartamentos no Noroeste sequer podem sonhar.

Ah, Noroeste foi o último “bairro” de Brasília, construído por um ex-governador que, “por acaso”, é dono de uma construtora.

$urReal este nócu paíz.

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