Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

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Onde você gostaria de ter estado?

No fim de semana, estava à mesa de uma adega conversando com outros freqüentadores conhecidos, e surgiu a conversa “História”.

Onde você gostaria de ter estado, quando ocorreu determinado fato histórico?

 

Não é quem você gostaria de ter sido.

É que cena gostaria de ter presenciado.

Pode ter aconselhado o personagem principal, ou apenas assistido.

Respostas que surgiram à mesa (em ordem cronológica):

  1. com Cleópatra, em seu último dia;
  2. quando Constantino decretou o cristianismo a religião oficial do Império Romano;
  3. com Gêngis Khan;
  4. com a Princesa Isabel, nos dias que antecederam a assinatura da Lei Áurea;
  5. na execução dos Romanofs, em abril de 1918;
  6. com Hitler, naquela reunião com os líderes nazistas, quando se viu que não dava para mais nada – alles war kaput – a cena do filme “A Queda” que foi repetida em um montão de paródias.

 

Repassei a pergunta às pessoas de minha lista de contatos por internet, e também a outras, pessoalmente.

Já pensou que grande fato histórico gostaria de ter assistido, ao vivo ,em cores e com som original?

Como no livro Ao Vivo do Calvário, de Gore Vidal, o personagem principal é um repórter que se transporte no tempo e no espaço, e transmite pela televisão a crucificação de Jesus, essa resposta não seria aceita.

Reproduzo abaixo as muitas respostas obtidas – ordenadas por ordem alfabética.

Com Alexandre Magno (três respostas!) – na Macedônia, saindo para mais uma aventura de conquistador – quando atravessou da  Grécia para a Ásia – quando foi ungido faraó e filho de Amon.

Na arca de Noé.

Na primeira apresentação da Nona Sinfonia de Beethoven.

Nas ruas e cabarés de Paris da Belle Époque (1871-1914). (duas respostas)

Na morte de Bin Laden.

Na decisão sobre o lançamento da bomba atômica sobre Hiroxima e Nagasaki.

Um rital de bruxas antes da Idade Média.

Quando Sidarta Gautama se tornou Buda, o Iluminado.

Na chegada de Colombo às “Índias”, para dizer a ele o erro que tinha cometido.

Nos vestiários e bastidores da final da Copa de 1998.

Na escolha do Brasil para sediar a Copa de 2012.

Na decisão de escolher o Itaquerão como estádio paulista para a Copa de 2012.

No impeachment da Dilma e na prisão de Lula (eu acrescentaria o funeral de Sarney e o de Maluf, já que são desejos).

Andando pelas ruas de Paris, entre 1920 e 1930, ouvindo Django Reinhardt tocando na Gare du Nord.

Na omissão de socorro a Elis Regina.

Quando Francisco de Assis se apresentou ao papa Inocêncio III para apresentar a candidatura para a nova ordem – segundo consta, Francisco de Assis fez isso para não ser acusado de herege – mas queria ver a cara do Papa ao receber aqueles mulambentos!

No suicídio de Getúlio Vargas.

Na Grécia Antiga, convivendo com filósofos e matemáticos.

No Rio de Janeiro, quando da invasão dos franceses, e lutando a favor do domínio francês.

No embarque da família real de Portugal, deixando o povo apavorado ao ver D. João VI fugir e deixar tudo para os invasores, e depois sair correndo para ver a confusão da chegada da corte no Rio de Janeiro.

No assassinato de John Kennedy.

Ao lado de Júlio César, quando ele atravessou o Rubicão e mudou tudo.

Na chegada do homem à Lua. (duas respostas)

No julgamento de Joana d’Arc.

Na queda do Muro de Berlim.

Em Nova York na década de 40.

Nas reuniões do PTrolão.

Na queda de Constantinopla.

Ver Santos Dumont no vôo do 14 Bis.

No envenenamento de Tancredo Neves.

Na execução de Tiradentes.

Na viagem do Titanic.

Na erupção do Vesúvio (ou do Cracatoa).

Em Waterloo.

Como se observa, muita gente se interessa pelos fatos mal esclarecidos.
Ou grandes fatos do mundo das idéias – filosofia, religião, ciências e artes.

Algumas pessoas se inspiraram em respostas já dadas anteirormente e manifestaram outros aspectos de um mesmo tema.

Muitos outros, porém, tiveram preguiça de pensar, e preferiram continuar assistindo BBB,
ou ficaram no eterno papel de Hardy, dos desenhos animados – oh vida, oh azar.

Demora um pouco, mas sempre encontramos uma ou duas respostas sobre o tema.

Quer contribuir?

Preencha aí embaixo o quadro deixe um comentário, em azulzinho, no canto direito do post.

 

 

Pernilongas e pernilongos

çem çassionáu ha materya da falha

pernilongos atacam pessoas pelo cheiro

 

Vó Olguinha e Tia Fé já diziam isso,
há mais de 50 anos,
e não eram cientistas.

us pogréçio da siênça é empreçionanti.

Qual é a mais habitável?

Já escrevi sobre a pesquisa dirigida que o MIT coloca à disposição dos infernautas, organizada por um tal señor César Hidalgo, sobre as condições urbanas de “metrópoles”. Escrevi que “a pesquisa do MIT é de uma avacalhação absurda, tendenciosa, manipulada, menos do que mequetrefe.” Por favor, leia o post anterior.

Um amigo me enviou uma foto que demonstra a falta de bom senso.
Sob a pergunta de “qual é a mais habitável?”, o site oferece esta foto:

Which place looks livelier?

Qual é a mais habitável?

Qual é a mais habitável?

Comprova que o señor César Hidalgo, no MIT, com interesses obscuros, conduz uma pesquisa pior do que instituto de pesquisa eleitoreira…
É a “ciência” posta a favor de teses pré-concebidas e pré-conceituosas. Fim de conversa.

Nobel de economia, Nobel de matemática, Nobel de melhor atriz coadjuvante

Só se pode lamentar a falta de objetividade dos “jornalistas” (entre aspas mesmo), que fazem um grande esforço para confundir tudo.

Medalha Fields não é Prêmio Nobel.

Prêmio do Banco Central da Suécia em Ciências Econômicas não é Prêmio Nobel.

Só falta os ignóbeis jornalistas começarem a chamar os prêmios de diretor ou ator mais engajado com o establishment hollywoodiano de Prêmio Nobel do Cinema.

Por favor!

Não confundam ainda mais a cabeça dos leitores!

Atenham-se à venda de anúncios, que é o que sabem fazer, e a suas colunas de horóscopo e dietas da moda!

Bem, mas o que se pode esperar de uma categoria “de nível superior” que acha difícil escrever fezes e urina, e tem usado cocô e xixi nas matérias que redige para “a tia” ?
“Já saem de fábrica” doutrinados para colocar em prática o nivelamento por baixo de toda a população.
É a política pública de deseducação.

Mais um dinossauro

Descoberto mais um dinossauro no Triângulo (goiano, ocupado por mineiros).
Não é nenhum político, mas uma espécie de crocodiliforme baurusuquídeo, de tamanho grande, que competia com os dinossauros terópodes (carnívoros).
O crânio do animal tinha 38 cm de comprimento e ele possuía uma dentição altamente especializada para hábitos carnívoros. Além do crânio, também foi encontrada a maior parte do esqueleto do fóssil.

Já escrevi algumas vezes sobre os dinossauros, e o Centro de Pesquisas Paleontológicas que existe em Peirópolis, distrito de Uberaba.
Um assunto que me fascina, ao contrário da astronomia.

https://boppe.wordpress.com/2008/11/11/centro-de-pesquisas-paleontologicas-llewellyn-ivor-price/

https://boppe.wordpress.com/2009/04/27/dinossauros-e-cientistas-dinossauricamente-arrogantes/

https://boppe.wordpress.com/2009/09/21/dinossauros-cientistas-peiropolis/

Quanto aos políticos, há várias espécies ambulantes de dinossauros que vemos desfilar nestas épocas eleitoreiras. Isso é outro assunto.

Obesidade

O Brasil tem mais pessoas acima do peso ou obesas do que a média mundial, revela um estudo divulgado na revista científica Lancet.

De acordo com a tal pesquisa, o Brasil está em quinto lugar dentre as populações mais obesas, depois de Estados Unidos, China, Índia e Rússia.

As indústrias de refrigerantes, as clínicas de estética e os médicos agradecem o mau comportamento de seus habitantes.

Obscuras tribos dos Alpes Orientais

Encontrei, por acaso, um filme da televisão austríaca, de 1994, que fez uma excelente paródia do trabalho de antropólogos e etnólogos africanos, que visitam tribos brancas nos Alpes austríacos.

Os mistérios que há por trás das regras de casamento, os totens familiares, o consumo de bebidas, festas, as danças, a transumância de outros povos durante o período de férias (que devem ter algum significado religioso), e tantas outras coisas que não podem ser fàcilmente explicadas.

Eu, que nunca dou crédito a essas interpretações de antropo-ilógicos, ociólogos e outros estudiosos das sociedades, achei o trabalho muito engraçado, e confirmou “minhas suspeitas” de que esses trabalhos são fraudes.

O filme dura 45 minutos. e está todo em inglês (versão de 1997).

Como diz o título: a must see.

How Black People See White Culture

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