Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘cinema’

o fotógrafo

Li, dando gargalhadas, a notícia de que milhares de pessoas caíram no conto do fotógrafo, ou no conto da onu, ou no conto do jornalismo, ou no conto das redes sociais.

Como ruiu a história do falso fotógrafo da onu que enganou jornalistas, mulheres e 120 mil seguidores no instagram

onu é sinônimo de seriedade? KKKKKKKKKKK

jornalismo é atividade de gente ónésta, preocupada com o facto e não com o impacto da notícia que vende mais?   rsrsrsrsrsrs

a enpreimça aparelhada partidàriamente merece crediblidade? nonononono, menos ainda se for empresa pública

rede çossiáu é lugar de seres pensantes? hahahahahahaha

e por fim, como já comentei anteriormente , mais um uma vez:

uma imagem mente mais do que mil palavras.

(o cinema, sobretudo aquele “engajado”, que o diga.)

 

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Ex-cócia, Br-Exit, Carla Camurati e afins

Recebi um e-mail de velha parente  (parenta soa horrìvelmente!) que reproduzo:

Primeiro vamos lembrar que a Escócia  só foi “juntada” ao Reino Unido há mais ou menos uns 250 anos. Batalha de Culloden, Lembra ? Vencida pelo “açougueiro” Lorde Cameron com a destruição total da língua, costumes, etc. Não me parece que  eles
tenham algum motivo para amar os ingleses. Acho apenas que é a volta do nacionalismo de um povo de origens diferentes, língua diferente e costumes diferentes. Lembra que o Sean Connery sempre disse que era escocês. E meu pai tinha um amigo, o Aidan, que dizia a mesma coisa.

A resposta que lhe enviei foi:

Quando houve a batalha de Culloden a Inglaterra já tinha estado sob os pés dos reis escoceses Stuart, desde 1603.
O que eles queriam era colocar de volta os Stuarts católicos, e depor os Hanovers, que tinham ascendido por falta de herdeiros diretos dos Stuarts que atendessem os requisitos das leis de sucessão.
A briga entre Stuarts e Hanovers tinha motivação porque um ramo católico queria assumir o trono, quando a reforma anglicana (Inglaterra) / prebisteriana (Escócia) já estava bem instalada na ilha.

Escoceses adoram distorcer os fatos para se fingir de vítimas.
Como aquele filme horroroso do Coração Valente, que narra fatos do século XIV como se fossem os últimos ocorridos.

Vítimas foram os ingleses, que viram o filho de uma fofoqueira profissional (Maria Stuart) virar rei da Inglaterra (1603 – Jaime VI Jaime I)
Maria Stuart viajava por tudo quanto era lugar tentando depor Elizabeth I, só que esta foi mais esperta e prendeu a prima.
Os Tudor tinham de buscar parentes remotos no País de Gales, que seriam menos chatos.

Além disso, Elizabeth Bowles-Lyon, mãe da atual rainha, tinha origem escocesa.
Não dá para Elizabeth II deixar de ser rainha da Escócia.

Os escoceses votaram em 2014 pela manutenção da ligação com o Reino Unido.
Quem votou contra foram os sindicalistas de Glasgow, que ainda vivem no século XIX.
Esses são os escrotos, não os escoceses.

E quase ninguém mais fala a língua gaélica (exceto os moradores do extremo-norte, justamente onde o Sim ganhou em 2014).
São muito menos numerosos (menos de cem mil pessoas) do que galeses falando galês em  Cymru (600 mil).
Escoceses usam sim o scots, que é um dialeto do inglês, uma língua germânica, e não uma língua celta.

Eu tinha um amigo escocês, que sempre brincava que Elizabeth de Windsor era a primeira, pois a outra, a Tudor, tinha sido antes da união e não entrava na numeração da Escócia (0 que não é verdadeiro).
Mas ele era o mais ardoroso monarquista que já conheci, filho de diplomata britânico que se radicou em Petrópolis após aposentar-se.

Existem dois filmes sobre a tal batalha de Culloden, um da década de 1964 (que lembro de ter assisti na televisão em preto e branco) e outro de 2003.
Minha parente deve ter fundamentado a opinião nos filmes.
Ou terá sido em algum romance? Alguma matéria de jornal brasileiro, mal traduzida e baseada em uma única fonte?
Muita gente confunde arte com História, e acredita nas versões vitimistas ou pastelões. Seja com aquele canastrão do Mel Gibson ou com aquela “comedianta” da esquerda caviar chamada Carla Camuflatti.

Quanto a Sean Connery ser escocês, devo dizer que nasci em São Paulo, mas nem por isso nunca deixei de ser brasileiro, assim como o ator nunca deixará de ser britânico.

Infelizmente, a lavagem cerebral decorrente da imprensa pode mudar opiniões.

Powerpoints e filmecos

Há uns anos (dez ou quinze, mais ou menos) houve uma enxurrada de mensagens que usavam e abusavam do famigerado powerpoint.
Tudo era motivo para se fazer e enviar um PPT.
Paisagens, receitas de bolo, e também receitas de auto-ajuda.
Era uma coisa de péssimo gosto.
Tanto que este ano, quando um certo grupo de rapazes “bem intencionados” trouxe a público um powerpoint para exibir as “convicções” dos doutos homens, as críticas nem eram pelo conteúdo, mas sobretudo pela horrível apresentação das idéias.

Hoje em dia a moda são os vìdeozinhos.
Filmecos de cachorrinhos brincando, crianças fazendo caretas, vidiotas russos se exibindo no trânsito, cidadãos revoltados com políticos, pretensos cômicos e falsos cantores.
O pior é que com a facilidade dada pelos telefones amebulares, a invasão desse lixo é maior do que a dos out-of-date powerpoints.
As empresas que produzem os amebulares ficam excitadas com o modismo, pois a maior parte das pessoas nem sabe o quanto da memória aqueles vìdeozinhos usam do amebular, e pouquíssimos sabem limpá-la. O conselho é sempre comprar um novo telefone para carregar mais lixo.
Para piorar, há pessoas que enviam filmecos daqueles pretensos cômicos, quando seria mais fácil assistir os vídeos naquele canal apropriado, o sintuba.

Atualmente, quando recebe pelo whatsapp uma mensagem, e aparece o aviso que o interlocutor enviou um vídeo, deleto imediatamente. Sei que não será nada de útil – apenas mais um lixo para fazer perder tempo.

Sou velho, mau humorado, e quero manter meu direito à rabugice que me cabe no latifúndio cibernético.

Whatsapp eu utilizo para mensagens importantes, do tipo entrar em contacto com um eletricista, ou o martelinho-de-ouro.
O restante da memória do telefone aproveito para aplicativos mais importantes.
Dispenso integralmente filminhos que agradam quem antes se deleitava com powerpoints. Deletar, e não deleitar, é o que faço várias vezes por dia.

Sempre me convenço:
Uma imagem mente mais do que mil palavras.
É só lembrar de Forrest Gump.

Es-panha-cócia

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/10/novo-referendo-na-escocia-e-muito-provavel-diz-premie.html

Um monte de gente, que acredita em filmes que vê na televisão, comenta que a iskóssia (terra dos escrotos) nunca esquecerá William Wallace (vulgo Mel Gibson), que viveu entre 1270 e 1305, no filme coração covarde.
E
ssa gente inteligente diz que a terra dos escrotos de saias nunca se renderá à anexação a que foram obrigados pelos malvados ingleses.
SÓ que essas antas nunca estudaram que foi a Escócia que “invadiu” a Ingrataterra, quando Elizabeth I Tudor, a virgem, morreu sem herdeiros e o parente mais próximo a herdar o trono foi Jaime VI Stuart, rei dos escrotos de saias.
Sabe quando? 1603.  Só 300 anos depois da história do filme daquele chato ostralhano.
FOI a ingrataterra que foi anexada aos domínios de Stuart Little, e não versa-vice.
Portanto, são os ingleses que têm de pedir para os homens de saia para se retirarem de seu país.

Por sua vez, gente do “seculovinteum” apóia a independência da cataunhas, sem levar em consideração que foi Fernando de Aragão (reino que incluía a cataunhas) que em 1475 se casou com a tosca da Isabel de Castela, e se mudou de Saragoça para Toledo (então capital castelhana).
Foi o pessoal que fala francês com sotaque lusitano (os moradores de cataunhas) que preferiu se unir aos castelhanos e criar um reino chamado Espanta.
Não foi o contrário.
Portanto, são os galegos, os castelhanos e os andaluzes que devem pedir aos catadores de lã para se retirarem de seus territórios, e, outra vez, não versa-vice.

Ah, quanto as adoráveis bascos, que até há pouco tempo tinham como passatempo atirar bombas, nada mais são do que navarros que se revoltaram contra a ida de Henrique IV para Paris, onde se tornou rei Bourbon (aquele uísque americano).
Como me explicou um espanhol galego, os bascos, no século XIX descobriram que as minas de carvão geravam dinheiro, implantaram uma indústria metalúrgica, e começaram a acreditar que eles eram çerizumanu, por representar metade de toda a produção da parte ibérica que não aprendeu a falar Português.
Os navarros a sudoeste dos Pirenéus inventaram até de recriar uma língua que estava em desuso, complicando sua gramática e o vocabulário.
Algo que mais tarde foi copiado pelos israelenses, que não conseguiam aprender aramaico (a língua falada há milênios na região) e ressuscitaram uma língua que estava morta e só era usada em parte da liturgia de sósias do Edir Macedo.
Vascos (como bem dizem os lusos) deveriam atravessar os montes a pé e se unir com seus irmãozinhos oprimidos pela francofonia (ou melhor, fracofonia).
Eterno vice.

E os catadores de lã da cataunhas que se mudem para a Sardenha (sardinha), onde eles, no passado, tinham encravadas as unhas e os pés, como bons invasores de terras alheias. 

Ah, para concluir, quando a Espanha reivindica Gibraltar, e apóia a invasão arghgentinha nas Falkland Islands, sem respeitar a opinião dos kelpers, eles que saiam de Ceuta e Melilla, e devolvam também as Canárias para o Marrocos. Saiam da África, europeuzinhos de terceira categoria, na verdade moradores da África do Norte que vivem pendurados em uma ponta da Europa.

 A História é sempre diferente do que dizem as lendas e os filmes.

Pena que jornalista pensa que pode ser historiador.

21 de outubro de 2015

No dia anunciado por “De Volta para o Futuro”, vamos ver se valeu a pena termos avançado no tempo:

  • música
  • guerras
  • greves
  • política
  • saúde
  • educação (e “desortografia”)
  • cinema e televisão
  • trânsito e transporte
  • economia
  • empregos
  • vida social
  • violência
  • sociedade fuxiqueira e controladora
  • religião
  • moradias

Quantas mudanças, não é mesmo?

Tudo “melhorou” para pior.

Anita Ekberg

Bevete più latte,

più latte fa bene.

Não entendeu?

Vai brincar com teu playstation e deixe os adultos conversarem em paz.

Mais uma que se vai.
Sobramos, por enquanto, nós, os sobreviventes.

enquanto isso, no cinema, no carro, etc..

Quis inserir um vídeo mp4 de um bando de idiotas que vão ao cinema comer pipoca e não deixam o telefone amebular desligado,

e acabam assistindo um vídeo da VW que mostra que hoje em dia essa geringonça é a maior causa de acidentes automobilísticos.

 

Infelizmente, os donos do wordpress, preocupados em colocar beepbeep e outras criancices na elaboração dos blogues não permitem que esse tipo de anexo seja inserido.

 

Já andava pensando sèriamente em trocar de lugar de hospedagem do blog,

tantas as infantilidades que os desenvolvedores do wordpress inventam para “fingir modernidade’.

Sabem como é, os garotos de programas precisam justificar os empregos.

Agora fiquei mais convencido de que preciso encontrar um outro lugar, mais sério.

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