Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘computadores’

a trequinologia

Encontrei esse artigo sobre trequinologia (trecos)

https://tecnologia.uol.com.br/listas/9-tecnologias-dos-anos-1990-que-sao-desconhecidas-por-criancas-de-hoje.htm

e repassei-o à minha lista de amigos.

Concordaram com os comentários que foram postados por leitores do : o artigo parece ter sido escrito por criança de hoje.

Não é por nada, não, mas toda a tecnologia dos anos 90 funcionava e atendia às necessidades das pessoas.

Não foram poucas as pessoas que afirmaram que em suas casas têm todas aquelas “peças de museu” –  em pleno funcionamento.

Por exemplo, é difícil explicar para quem ouve música (música?) em fones no metrô, que um CD tem uma qualidade de som incomparàvelmente melhor.

Algumas coisas do século XXI até podem ser práticas, mas não necessàriamente são melhores ou mais úteis.

Anúncios

Pokemon

POKEMON

GO

Unknown

SP

images

RJ

Bermuda-Homem-Aranha-Vermelha-8326084-Vermelho_1

DF

201607311338338903

PI

3,141592

Apple, a obsolescência programada

Meu primeiro símbolo de “consumo inteligente” foi um i-pHód.
Quando comprei, o vendedor esclareceu que quando a bateria parasse de funcionar, não haveria modo de trocá-la. Eu teria de trocar o aparelho.
Usei pouquíssimo aquele símbolo de status da classe média coxinha. E o aparelho, inútil, ultrapassado, está atirado em algum canto impenetrável do apartamento.

No trabalho, meu então chefe um dia chegou entusiasmado porque tinha comprado um Mac.

“Um computador que liga quando a gente aperta o botão para ligar, e que desliga quando a gente manda desligar. Não é como aquelas coisas lentas do Guilherme Portões.”

Pouco tempo depois comprei um MacÃo de mesa, aquele negócio deslumbrante, com tela de 100.000 polegadas, e coisa e tal.
Funcionou bem, no início.
À medida que eu colocava mais arquivos, e mais aplicativos e programas eram instalados por necessidade de uso, a máquina ficava um pouco mais lenta.
De qualquer modo, eu tinha de manter o velho computador ao lado, porque os programas da Receita Federal tinham dificuldade para funcionar no sistema operacional da Maçã. Afinal de contas, a maior parte dos informatiqueiros só pensava com cabeça de Janelas.
Por isso mesmo, há sites que difìcilmente são acessíveis pelo navegador Safari – é necessário usar Firefox Mozilla ou Google Chrome.

Algum tempo depois, por conta de tantas viagens, comprei um MacBook, daqueles branquinhos, lindo, que podia ser expandido.

Bem, como já disse o i-pHod tornou-se uma inutilidade.
O MacÃo de vez em quando dava alguns problemas de software. Do tipo expelir sem minha autorização um programa que não tinha sido comprado na loja delas.
Foi ficando mais e mais lento.
Até que um dia resolveu não mais iniciar (aquilo que informatiqueiros enguinorantes traduziram por inicializar).
Pergunta aqui, pesquisa ali, descobri em Brasília algumas autorizadas legítima, daquelas onde os funcionários usam brochezinhos (bottomzinhos com formato de maçã), pois “ténikus ispesssialisadus” há até mesmo no subsolo da padaria aqui ao lado, embora os applemaníacos garantam que isso de “curiosos” só existe com os velhos e antiquados Janelas.

Fui a uma dessas “oficinas”.  Não atende – só faz venda e me indicou o endereço de outra, a alguns muitos quilômetros daqui.
O “téniku” da recepção disse que meu aparelho estava bom, e que certamente tinha mais uns cinco anos de vida útil. Depois de uns dias, porém, lá também me diagnosticaram, por escrito, que era problema no HD, e que não existe mais a peça na tupiniquinlândia, afinal de contas o código de defesa dos consumidores bororos não serve para uma empresa tão prestigiosa (que usa mão de obra escrava na xina), e eles, os diabos da maçã, querem se lixar para o tópico de que nem um produto pode ter a reposição de suas peças descontinuada simplesmente porque outros modelos mais novos surgiram.

Outra autorizada, alguns dias depois, deu-me o mesmo relatório.

O que mais me impressionou nessas lojas/oficinas, nas vezes em que fui consultar, levar, retirar,  foi a quantidade gigantesca de pessoas que, das filas, saem com cara de traseiro mal lavado, como eu, porque o aparelho não tem conserto. Todo tipo de aparelho, é bom salientar – computadores, celulares, tablets, …

Bem, enquanto isso, o “branquinho” começou a falhar. Um dia o som funciona, outro não. Azar o meu se quiser / precisar ouvir alguma coisa no notebook. Não há tecla de controle ou mouse que faça aumentar o volume se o “branquinho” estiver “naqueles dias”.

Eu até tinha chegado a cogitar em comprar um i-phone, já que os deslumbrados dizem maravilhas dessa geringonça (nunca foram às lojas ver a realidade dos que se queixam). Já viram que desisti.

Não ficou por aí, porém.
Saiu esta semana a matéria sobre o “reajuste” dos preços das maçãs. Leia:

Um amigo meu, informatiqueiro, comentou:

14 paus um Mac Book pró?!

Caramba, os notebooks voltaram a ser tão caros quanto eram antigamente!
Não é só isso.

Acabo de ouvir sobre o investimento da épou em tecnologia para automóveis.
Será aquela coisa típica da empresa:
se um pneu furar, tem de comprar outro carro novo, pois o pneu foi projetado para nunca ser substituído, e não há reposição.
Épou é sinônimo de maçã bichada.
Rainha da obsolescência programada.
Vou resolver com aqueles velhos computadores clones, que “curiosos” montavam “nos tempos da pedra polida”, que podiam ser configurados com as necessidades de que os utilizava.
Voltarei a usar software livre, o que já fiz antes de comprar o MacÃo, que agora é uma peça decorativa no escritório.
Viva o Linux!

HP D110

Que delícia!

Depois de 3 anos sofrendo,
peguei hoje a HP D110 e atirei no chão.
Os pedaços dela eu levei para o contêiner de lixo eletrônico que existe aqui perto.

Na hora de imprimir, ela reclamava.
Na hora de usar o scan, era um malabarismo para encontrar uma mágica que fizesse o serviço,
porque “nunca estava conectado”.
Aos sábados, vinha com impressão de folhinhas inúteis para crianças colorirem, e gastar cartuchos.

Adeus HP D110.
Teus cartuchos custavam mais do que o valor de uma boa impressora.
Fui burro e não prestei atenção ao odeio antigo que já tinha contra essa marca. É para fugir dela.

Que o diabo te carregue.
Verdadeiro lixo eletrônico.

Compre uma, compre!
Sofra bastante!
Fique mais de 3 anos com ela, e terá conseguido a purgação dos pecados.

Vida inteligente na face da Terra

Já que nem todos os bípedes desplumados sobre a crosta da Terra são desprovidos de massa encefálica,

pode-se encontrar esse aviso em Hay-on-Wye:

photo 2

 

O pior é que esses leitores de livros eletrônicos são tão burros, que os de uma marca não lêem os de outra.

Ainda assim querem substituir os tradicionais livros em papel.

Ah, por falar em “coisas modernas”, como está o seu Betamax? Funciona direitinho?

Imagem

Kama Sutra

kama sutra seculo 21

Wikisempé

Primeiro leiam esses dois artigos:

Adulterações em textos da wikisempé brasileira:

http://www.folhapolitica.org/2014/08/planalto-altera-perfil-de-jornalistas.html#more

Fábrica de textos na  wikibota sueca:

http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/07/homem-cria-mais-de-27-milhoes-de-artigos-no-wikipedia-85-do-site.html

Agora, vamos a meus comentários:

A uiquesempé em português é uma das peores cozas q já vinheru al mundo
– de um lado, um monte de lusitanos que têm a mentalidade aberta feito o estreito de dardanelos
– de outro, brasileiros que não têm o menor pudor em fazer propaganda política nos artigos de geografia (por exemplo)
Oferece um amontoado de erros sem tamanho,
por isso, toda vez que leio algo na uiquesempé, troco o link para o artigo em outra língua, para ver se há alguma semelhança entre o que está escrito nos outros idiomas
u pobrêma he qi a maor partchi dus studantchis num çábi fazê íço, cuando copeia um artigo pra intrega naziskola.

Um sueco, porém acha que “criar” textos em computador, sem checar fontes, é “democratizar o conhecimento”.
A ele, deveria ser mencionada a história fazer “cópia da cópia”:

CÓPIA DA CÓPIA MULTIPLICA O ERRO!
Um jovem noviço chegou ao mosteiro e logo lhe deram a tarefa de ajudar os outros monges a transcrever os antigos cânones e regras da Igreja.
Ele se surpreendeu ao ver que os monges faziam o seu trabalho, copiando a partir de cópias e não dos manuscritos originais.
Foi falar com o velho Abade e comentou que, se alguém cometesse um erro na primeira cópia, esse erro se propagaria em todas as cópias posteriores. O Abade lhe respondeu que sempre fizeram assim, há séculos copiavam da cópia anterior, na verdade desde o início da Igreja, para poupar os originais. Mas admitiu que achava interessante a observação do noviço.
Na manhã seguinte, o Abade desceu até às profundezas do porão do mosteiro, onde eram conservados os manuscritos e pergaminhos originais, intactos e com a poeira de muitos séculos…
Pois passou-se a manhã, a tarde e a noite, e ninguém mais vira o Abade. O último que o vira informou que ele estava indo em direção ao porão. Preocupados, o jovem noviço e mais alguns monges decidiram procurá-lo.
Nos labirintos do mais profundo e frio compartimento do porão, encontraram o velho Abade completamente descontrolado, tresloucado, olhos esbugalhados, espumando e com as vestes rasgadas, batendo com a cabeça já ensanguentada nos veneráveis muros do mosteiro.
Apavorado, o monge mais velho da turma de busca perguntou:
– Mas, Abade, pelo amor de Deus, o que aconteceu?
– IMBECIL! IMBECIL! IMBECIL o primeiro copista!!!
Desgraçado, que arda no Inferno! CARIDADE!!!!! … era CARIDADE!!!!
Eram votos de “CARIDADE” que tínhamos que fazer…
e não de “CASTIDADE”!!!….

Pois é, com tanta “pesquisa”, só posso dizer:

Salve a Enciclopédia Britânica!!!

 

 

Nuvem de tags