Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘crime’

WWF ou …

Alguma vez eu elogiei ONGeiros e ecochatos?

Claro que não…

Pois é…

WWF é acusado de cumplicidade em abusos contra pigmeus em Camarões

Melhor trocar a sigla de WWF por WTF!

e pensar que há tupinambás que doam dinheiro para esses ONGeiros…

O inferno se enche da boas intenções e de dinheiro.

 

 

a ditadura da hipocrisia

Estou em um hotel em São Paulo, de conhecida rede internacional francesa.
Como em outros, há televisão por cabo.
Com uma diferença, porém:

a gerência, em um ato extremado de hipocrisia totalitária, impede no contrato que programas “proibidos para menores” sejam exibidos nas televisões.

Não adianta tentar pedir o desbloqueio, é parte do contrato.

Afinal de contas, é muito ruim que hóspedes possam assistir seriados e filmes “proibidos”. CSI, Law & Order, por exemplo, ficam bloqueados. São “muito fortes“.

O mais ridículo disso tudo é que são liberados os canais abertos, mesmo que exibam aquelas deprimentes cenas de crimes no fim da tarde ou as danças de bundas funkeiras no domingo na hora do almoço.

Sabem do que mais: é proibido – por lei – que menores de 18 anos se hospedem sòzinhos em hotéis. Caberia, portanto, aos pais e/ou responsáveis selecionar o que as crianças poderiam ou não assistir na tv do hotel.

Não importa. Hóspedes sexagenários também são tratados como incapazes pela gerência do hotel, que, no afã de “salvar a moral e os bons costumes”, decide totalitàriamente o que pode o não ser exibido nos televisores do hotel.
O polìticamente correto assumindo – outra vez – seus ares ditatoriais. Só eles sabem o que é melhor para a sociedade. Esquerdismo disfarçado. E ainda com coragem de chamar os outros de fascistas… Parece ser a regra da lavagem cerebral dos gerentes da Rede Accor. Já presenciei outras cenas da asquerosa hipocrisia gerencial em outras situações. Afinal de contas, os diretores franceses sabem melhor do que ninguém o que é bom ou ruim para esses povos subdesenvolvidos onde eles têm filiais.   Liberté, égalité, fraternité, pois estamos nu pudê. 

Xii, esqueci

De repente, não nestes últimos dias, mas nestes últimos meses, talvez anos, tem-se repetido notícia com “criança morreu asfixiada no automóvel”.

O que dizem pai, ou mãe, ou motorista, é sempre o mesmo:
xii, esqueci.

Acho que no caso dos pais e mães, na verdade esqueceram de tomar a pílula anticoncepcional ou de usar preservativo, já que filhos não faziam parte dos planos.
Qualquer outra coisa na vida deles tem mais prioridade do que os filhos que, por distração, trouxeram ao mundo.
Entendo que se possa esquecer um compromisso desagradável, um item na lista do supermercado, mas esquecer filho?
O que é isso?

Sinal dos tempos.
Não aconteciam tais absurdos no antiquado e longínquo século XX (ou nos anteriores).

 

o curto e finado século XX

A rigor, em termos sociais, econômicos e políticos, o século XX começou com o término da I Guerra Mundial.

Não foram apenas os Impérios que desapareceram. Alemanha, Áustria-Hungria, Rússia.

O comportamento das pessoas também se alterou a partir daquele evento.

Mulheres começaram a ter direitos políticos.

Legislações trabalhistas surgiram em quase todas as partes (e seus malfadados sindicatos).

A moda mudou substancialmente.

O automóvel e o avião alteraram rotas e distâncias. Em outro setor, rádio e televisão passaram a ser meios de lazer e de comunicação de massas.

O século XX, contudo, durou menos de 100 anos. Após 1968, mas com certeza no final da década de 1970, ele já estava sendo substituído pelo século XXI.

A gonorréia deu lugar à AIDS.

As pessoas tornaram-se obesas.

A moda despojou-se.
Se olharmos para imagens dos anos 60 e para as dos anos 80, a diferença é gritante. Cantores apresentavam-se de terno em 1967!

No Brasil, o latim e o francês foram abandonados no ensino das escolas.

A virgindade antes do casamento deixou de ser uma obrigação.

O que temos de lembranças do século XX são bàsicamente as trágicas lembranças da II Guerra Mundial, e de seus  “filhotes”: a Guerra Fria, a Guerra da Coréia, a Guerra do Vietnã. Além do processo de descolonização, muitas vezes seguido de comunização, de países africanos, asiáticos e das Antilhas. Nem mesmo se diz mais Antilhas, hoje em dia a palavra é Caribe.

No entanto, ao olhar para o que temos nestes últimos 30 ou 40 anos, que formam um século à parte, pergunto de os valores alterados são de fato melhores do que os que regiam as sociedades do século XX.

Nunca se noticiaram tantos crimes banais.

As imagens tornaram-se fúteis. Confunde-se pintura e pichação. Fotografia deixou de exigir técnica de quem a tira. A música deixou de valorizar a melodia, dando-se mais valor às letras. A escrita perdeu precisão e estilo. Qualquer pessoa é “artista”.

Bem, o mais certo é que não verei até onde chegará o século XXI. Não estarei vivo para tanto. Simples questão de que as pretensões da medicina, dita “ciência”, na verdade bem pouco exata, não conseguem alterar a regra básica de que tudo termina. E pela lógica terminarei minha passagem pela Terra antes de saber quais foram os resultados deste século XXI, e em que transformações virão a seguir.

Divagações, nada mais.

violência juvenil

Há cerca de uma semana, um amigo me mandou o link para uma notícia asquerosa, estarrecedora, de um fato violento que ocorreu em Norwich, no norte da Inglaterra.

Uma senhora de 57 anos, que usa bengala, foi atacada por uma gangue de adolescentes, que nela bateram na cabeça e que em seguida urinaram sobre a mulher, enquanto permanecia deitada na calçada.

Violência gratuita não é exclusividade do Brasil.
A televisão espanhola exibiu, esta semana, uma matéria sobre professores que são agredidos por alunos e pelos estúpidos pais desses meliantes infanto-juvenis. Nada diferente do que ocorre em escolas brasileiras.

Encontramos os mesmos comentários dos leitores dos jornais, que reclamam de seus governantes e da falta de leis mais duras para esse (e outros) tipo de violência.

Mundo contemporâneo que não consegue estabelecer limites para “liberdades”. Depois os outros são chamados de “reacionários”. Bem, mas reacionário é quem reage a qualquer tipo de coisa, não quem se acomoda diante dos absurdos do cotidiano. Covardes são os que preferem o silêncio ou acobertam crimes.

Imagem

crime organizado

crime organizado

Financiamento público de campanha

O quê? Jogar dinheiro fora do orçamento para esses pústulas fazerem campnnha para eles mamarem nas tetas do país?

Jamais, em tempo algum.

Ou vocês acreditam, de verdade, em papai noel, coelhinho da páscoa e que esse financiamento impedirá o famoso e inesgotável

CAIXA 2?

CAIXA 2 sempre existiu e sempre existirá.

“Basta ver que nas últimas eleições em Sumatra, até os esquimós da Patagônia anotaram doações de campanha dos ursos polares do Kalahari e de elefantes da Guatemala em suas listas de eleitores.”

Uçerizumanu são desonestos desde que bebêzinhos aprendem a chantagear pais, mães, avós e tios. Estão sempre passando a perna nos outros.

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Que tal uma regrinha mais simples, a nosso favor:
financiamento de campanha com dinheiro do próprio partido?

Será que eles vão se incomodar em abrir seus pesados cofres?

Ah, e com um detalhe: doações de particulares, pessoas físicas, pessoas jurídicas (empreiteiras e outras empresas “descompromissadas” com emendas no orçamento), sindicatos, ONGices, e organizações criminais, só até seis meses antes da eleição.
Uma tentativa de evitar esses oportunistas que se “definem” para o lado de quem está na frente da corrida, quando ela já está em andamento.

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