Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘direitos humanos’

Pena de morte – Califórnia

Encontrei no Los Angeles Times a notícia de que a mesma Califórnia, que votou pela hilária, também votou pela aceleração da pena de morte.

Curioso, porque no estado de tão gente “cabeça”, cheio duzartista “liberais”, preferem matar logo quem está no corredor da morte, que por acaso é constituído principalmente de “latinos” e de negros.
Só que isso o jornal preferiu omitir.

No Brasil sequer temos prisão perpétua.
Embora a maioria dos condenados sejam os “mais frágeis”, o que é um fator que serve para todos os que são contra a pena de morte,
temos de lembrar que, se Maria Antonieta foi guilhotinada, bem que as famílias de certos políticos fluminenses poderiam ter destino parecido…

 

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diferenças entre Brasil e Coréia do Sul

Recebi pelo whatsapp este vídeo (disponível no youtube), João e Kim, de autoria do economista e consultor Ricardo Amorim, sobre diferenças entre Brasil e Coréia do Sul.

 

Só que são necessários alguns comentários adicionais, para tanto simplismo:

Quantas semanas paradas ficam os professores coreanos?

Quantas pessoas se formam como bacharéis em deretchu, na Coréia, só para poder virar concurseiros e depois se encostar em um emprego do serviço público?

Quantos coreanos cursam faculdade educação física, para depois serem chamados de fessores nas academias de malhação?

Mais uma coisa: quanto vale um sindicalista na Coréia?

Quanto dinheiro a Coréia e os Estados Unidos gastam com Forças armadas? Quanto o Brasil pode gastar? Despesa que necessàriamente implica gastos com engenharia (e adicionalmente químicos, físicos, biólogos, matemáticos) e não com tribunais, bancas de devogadus, etc..

A diferença não é a escola: é a mentalidade de cabide de empregos.

Lembrei de um detalhezinho: na Coréia (como tampouco no Japão ou na China) vagabundo não pode bloquear as ruas com pneus queimados para defender bandidos.

Ou seja, diferenças entre Brasil e Coréia do Sul são um tema um pouco mais complexo do que o mostrado pelo consultor.

Sistema ONU

Já escrevi algumas vezes; TENHO NOJO do sistema ONU, essa gigantesco cabide de empregos que come dinheiro de pessoas de todo o mundo, para realizar reuniões que nunca dão outro resultado que o de papéis e agendamento de novas reuniões – de preferência em outro ponto turístico.

Encontro no mesmo site duas notícias:

o funcionário da ONU responsável por Operações de Campo do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Anders Kompass entregou o cargo em protesto contra a “total impunidade envolvendo os casos de estupros de crianças, confirmados, realizados por tropas dessa mesma ONU e seus soldados de capacetes azuis em atuação no Congo Kinshasa e na República Centro-Africana;

e enquanto isso o diretor da OIT, Guy Ryder, disse que “é inaceitável” que o trabalho infantil seja ainda uma realidade para 168 milhões de crianças no mundo, das quais 85 milhões realizam tarefas perigosas.

Claro, trabalhar é ruim. Bom é servir de bucha de soldado, ou de aviãozinho para traficante, né mesmo, seu bosta que fala de direitos mas nunca lembra dos deveres – e sobretudo dos deveres do próprio organismo internacional. Quem realiza tarefa mais perigosa: os “soldadinhos” do tráfico ou os objetos sexuais dos “soldados” da ONU? E o Guy vem falar de “regime de escravidão”, “cara pálida”?

Repito: TENHO NOJO DA ONU. Anders Kompass certamente se sentiu peixe fora d’água e teve a integridade de caráter de pedir demissão. Os outros, as ratazanas dos outros organismos do sistema ONU, esses continuam a mamar seus altos salários e vantagens.
E não venha você com a respostinha hipócrita dos polìticamente corretos de que são assuntos diferentes, PORQUE NÃO SÃO.  É tudo abuso!

De boas intenções todos os dias o inferno se enche mais um pouco, mr. guy.

Aliás, já escrevi antes: nunca antes na história das relações internacionais o planeta esteve tão ruim desde que esse coreanozinho inútil assumiu a secretaria-geral da o-NU. Não seria tão ruim se o SG fosse aquele outro, com cara de maluco.

 

Ausência

Tenho me ausentado de comentários aqui no blog.

Também, com o nível de futilidades e de mentiras que “tsunameia” o mundo!

Prêmio Ignóbil da Paz para sindicatos, advogados, e outros que-tais, que são “louvados” porque hoje em dia a Tunísia é um lugar inseguro para mulheres sem véu, para turistas, para visitantes de museus, e que serviu de “exemplo” para o “priminferno árabe” que depois assolou Líbia, Egito, e destrói Síria e Iêmen.

Ou, corrup$$ão em todos os níveis de podrer no Brasil.
O bom é que hoje em dia assassinato de prefeitos (e ex-prefeitos) tem se tornado rotina. A escola de aprendizes vai sendo solapada. Um dia estaremos livres desse entulho autoritário da demagogia. É só esperar mais uns 200 anos.

A falta de assuntos relevantes é tão grande, dada a repetição dos fatos, que é melhor apenas olhar de longe.

A “jovem demo-cracia”

Estou cansado. Farto. Não agüento mais ler “analistas” comentando que “nossa frágil democracia ainda é muito jovem; precisa amadurecer e se fortalecer”. “Ainda vivemos a infância democrática.”

Nova?
Já tem mais de 18 anos.
Pode muito bem ir para a prisão.
Já é dimaió!
Se é assim, tão pequeninha e indefesa, depois de quase 27 anos da ditadura da constituição redigida em golpe político, que sucedeu a eleição indireta de 1985, nunca chegaremos mesmo à idade adulta.
Apesar de ter sido escrita por esquerdopatas universi-otários, esse artigo refuta a idéia:

Uzanalista que falam da “frágil democracia” são daquele estilo de pais que mantêm filhos em casa até os 40 anos, quando terminado o pós-doutorado vai procurar o primeiro emprego. Pecam pelo excesso de proteção à ninhada.

Depois da ditadura de Floriano Peixoto, em 1891, até o golpe de 1930, tivemos ainda os quatro anos do estado de sítio sob Artur Bernardes.
1930 – 1891 = 39; 39 – 4 = 35 anos de Primeira República.

Artur Bernardes governou seus 4 anos de mandato com o país em estado de sítio. No entanto, nunca é lembrado como um ditador. Meu avô e minha avó nunca esqueceram o que ele ordenou fazer em São Paulo em 1924, quando  houve uma reação contra os desmandos daquele ditador civil.
Os estoriadores, ociólogos, e outros “estudiosos” não gostam de falar desses períodos, porque vai complicar os princípios ideológicos que eles inculcam na cabeça do povo que eles “educam”.
Do final da ditadura de Getúlio, em 1945, até 1964, foram apenas 19 anos de um período com uma constituição que dava autonomia a Estados e municípios para legislarem sobre seus próprios assuntos, inclusive o mandato de seus governantes.
Dutra e Juscelino completaram seus mandatos. Jânio não o fez porque não o quis – tentou um golpe à de Gaulle e fracassou.
Apesar de crises – Getúlio x Lacerda, posse de Juscelino, renúncia de Jânio, governo de Jango – ninguém chamava o Brasil de “jovem democracia”.

De 1964 até 1985, foram 21 anos de um regime de exceção, onde, contudo, havia eleições legislativas pluralistas (inclusive com as famigeradas sub-legendas que hoje em dia pululam sob outra roupagem). Isso nunca ocorreu em “democracias populares” do padrão soviético, cubano, chinês, norte-coreano, e outras que usam o “sistema de lista única”. Era uma regime de exceção, mas não ditadura no sentido exato.

Se esses 26 anos não são suficientes para consolidar “a jovem demo-cracia” (o governo do demo) é porque temos políticos incomPeTentes a quem lhes falta maturidade sobre o que significa alternância de poder. Crianças que não querem compartilhar os brinquedos.

O Lula é uma obra da USP (intelectuais da esquerda festiva) e da classe artística perversa.
Como sempre digo a meus amigos, o PT é filho bastardo do casamento de tucanos de alta plumagem com cardeais da Igreja Católica.
Nada mais parecido com o que havia na Idade Média.

-=-=-=

Curioso que, no artigo cujo link inseri acima, falam da Omissão Nacional da Verdade, ou Comi$$ão Nacional das Indenizações.
Mas, sempre me pergunto se esses defensores dos deretchus dus manu explicam o que faziam os “coitadinhos” que “tombaram” na “defesa de seus ideais”.
Que ideais?
Roubar bancos?
É o mesmo de hoje. Quem explode caixa eletrônica é rotulado de vítima da sociedade, que protesta contra os lucros dos banqueiros e os horrores do capitalismo.
Os heróis da CNV tanto são os menores estupradores de hoje como os da turma do Araguaia.
(eu me lembro das pichações a favor da guerrilha – ou melhor, do genocídio – no Araguaia, nas paredes do banheiro da faculdade, na primeira metade da década de 70)
Que tal compararem o Brasil de 1970 /1980 com ditaduras de verdade – a Romênia socialista de Ceausescu e o Chile fascista de Pinochet?
Ditaduras.
Tal qual Cuba, Coréia do Norte, Angola e outros países hoje em dia, ou Itália e Alemanha de 1930/1945, a Espanha franquista.
Diferente do que era o Brasil de 1964 a 1985.
Aqui havia congresso funcionando, com deputados eleitos diretamente, inclusive com uma coisa chamada sub-legenda, que funcionava como os partidos “nanicos” de hoje, siglas de aluguel. Não era coisa de partido único, como nas ditaduras.
Eleição presidencial indireta não é sinônimo de ditadura (haja vista tantos países no mundo onde esse modelo de eleição ocorre), e tem menos mutretas do que a escolha de primeiro-ministro em vários países parlamentaristas.
Houve políticos cassados? E você não gostaria que hoje em dia milhares de políticos cassados, novamente? Duvido que dia não.
Se uzanalista não consideram ditador Artur Bernardes, por que Geisel ou Figueiredo o eram?
(Ah, os vizinhos de meus avós não tiveram direito a indenizações por conta das perdas materiais que sofreram com os bombardeios e saques militares em 1924.)
De qualquer modo, fico feliz em ver que a turma do esquerdismo festivo das universidades já começa a admitir que “nóça demo-krassía tá madura“.  Só falta recolher e jogar na lixeira assim que apodreça.
Repito: esse pessoal da “frágil democracia” parece aquelas famílias que mantêm as “crianças” de 40 anos em casa, sustentando-os até que tenham concluído o pós-doutorado e comecem a ficar aptos para a vida real.

o fuzilamento e Davos

Fiquei fora uns dias. Perdi a grande festa que foi o fuzilamento de um traficante brasileiro.

Perdeu, playboy!

Outra execução haverá em breve, de outro tipo que durante anos explorou o “dinheiro rápido”.
Para gáudio e deleite da gigantesca maioria da população brasileira, que não suporta mais a falta de respeito dos oportunistas “defensores dus deretchus dus manu“.
Ainda bem. Parece que se mostram nesgas de coerência e de respeito em alguns lugares do mundo. Nem tudo está perdido.
Jornalistas, “analistas”, ONGeiros, e outros deformadores de pinicão púbica deram-se mal com as tentativas de fazer lavagem cerebral na população que começa a exigir respeito às leis.  Os brasileiros cansaram-se do lixo de conversa “humanista”.

Enquanto isso, quem defende a vida dessas coisas prefere celebrar na terra da pacha-mama a re-posse de um cocaleiro (capo di tutti capi traficantes) do que discutir economia com quem quer falar disso em Davos.
Pelo menos demonstrou a linha que segue, e exibiu que o diploma de “doutora em economia” era falso…

Ah, quanto aos fuzilamentos, acho que o governo indonésio deveria mostrar outros aspectos de seus invejáveis recursos naturais (e turísticos) e substituir a pena de morte por balas por lançamento em crateras de vulcões.
Poupariam em munição, cremação e urna para guardar cinzas. Além de ser algo “ecològicamente correto”, que agradaria os “deformadores de opinião”.
Sobretudo evitaria que a urna se torna local de peregrinação dos “atrêtas” da mesma estirpe.
Claro, os que vivem se dopando adoram falar de “adrenalina”, mesmo que venha sob formas sintéticas…

 

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