Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘ditador’

Turquia

Onde estão aquelas pessoas que há duas semanas acusavam os militares de tentarem dar golpe para implantar ditadura na Turquia?

Ah, estão escondidas por trás de suas burcas e de suas tradições fundamentalistas religiosas…

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/07/turquia-ordena-fechamento-de-dezenas-de-veiculos-de-imprensa.html

Como é boa a hipocrisia dos chavões, não é mesmo? Os hipócritas da correção política adoram.

Alguém que está no poder há mais de 12 anos é demo-crata, não é mesmo?

Golpistas são sempre os outros…

 

 

a prefeita de paris e o presidente da frança

Depois dos vários atentados terroristas de ontem, é bom lembrar quem é a prefeita de paris:

https://boppe.wordpress.com/2015/01/21/ue-madama-prefeita-cade-a-liberdade-de-expressao/

Acho que ela (e o presidente da framssa, do mesmo partido que ela) não levam a sério o mundo em que vivem.
Agora querem a solidariedade de todos.

Je ne suis pas Paris.

As conversas de correção política (hipocrisia mal resolvida) estão demonstrando o nefasto peso que provocaram no mundo.
Rousseau e seus seguidores que se regozijem no inferno.

Em tempo: alguns leitores fizeram pesquisa no blog, a respeito da “prática usual” da França de dar asilos a ditadores.
Nunca escrevi sobre isso antes aqui, mas é verdade, a framssa é useira e vezeira em adular ditadores depostos.

 

 

 

Omissão da Verdade

Um grupo que se reúne para falar dos “excessos” a partir de 1946, mas esconde toda a podridão do queridinho Getúlio, só pode mesmo ser chamado de Omissão Nacional da Verdade.

Quando é que vão trocar todos os nomes de ruas e prédios públicos que têm o nome daquele ditador fascista?

Esqueci, fascismo e “socialismo” são almas gêmeas, faces da mesma moeda.

Escravidão? Firme e forte na África.

Sei lá quanta e quantas vezes já escrevi aqui sobre o problema da escravidão na África, que os hipócritas mal resolvidos da correção política fingem desconhecer.

Pois um líder nigeriano disse que vai vender, por mais ou menos R$ 30,00, as meninas que capturou em uma escola.

É, como já escrevi tantas vezes. Existe escravidão na África Ocidental:  – Mauritânia, Burkina, Serra Leoa, Gâmbia, e sei lá quantos outros.
O vendedor de gente, nesse caso específico, disse que vai negociar no Tchade e nos Camarões.

Os europeus e os árabes não precisavam entrar no interior da África para “caçar” escravos, como contam os mentirosos.
Bastava chegar no litoral que havia entrepostos comerciais para “pegar e levar” os escravos que tinham sido capturados pelos régulos africanos.
A partilha da África, e a penetração dos europeus no interior do continente deu-se muito depois, no final do século XIX, quando o comércio de gente da África para a Europa e para a América já tinha sido extinto.

É tão difícil aceitar esse fato? Ou melhor continuar repetindo mentiras “coitadísticas” o tempo todo?

Que tal a Secretaria da Igualdade racial mudar o discurso e lembrar que dívida histórica existe por parte dos ditadores africanos que são, até hoje, apoiados pelo governo brasileiro?

 

Eleição no Afeganistão

Neste fim de semana temos eleição no Afeganistão.

Ainda bem que eles viraram uma república.
É o povo participando e decidindo.
Nada daquela coisa antiquada de ter monarquia, com um reizinho para desfilar de carruagem.

Vejam só como melhoraram os países que trocaram a monarquia pela república:
Tunísia,
Líbia,
Egito,
Etiópia,
Iêmen,
Iraque,
Irã,
Afeganistão.

Todos países calmos, desenvolvidos, sem corrupção, e com liberdades para todo o povo.

Sabe aquela história de que quanto mais mexe mais fede?
Pois é…
A diferença é que se antes havia uma família real para sustentar,
hoje em dia são dezenas de famílias republicanas mamando na coisa pública e lutando pelo poder.

No Brasil, trocamos os Orléans e Bragança por Sarneys, Calheiros, Barbalhos, Magalhães, Maias, Neves, Genros, Arraes-Campos, Garotinhos, Vianas, e sei lá quantas outras dinastias.
Vinte e sete cortes estaduais, mais todas as cortes dos ex-presidentes que continuam com todas as regalias do antigo cargo.

Pior, nem mesmo servem para atrair turistas!

Essa conversa de diversidade só é boa, se for a meu favor.

Essa frase, que era a assinatura de correio eletrônico de um ex-colega de trabalho, está inserida no rodapé de meu blogue sobre livros.

Curiosamente, uma amiga fez o re-qualquer-coisa do tópico anterior neste blogue (enforcado nas tripas) em algum lugar da infernet, e alguém que não sei quem é, respondeu a essa amiga que “Por doutrina, jamais questiono o que muitas pessoas concluíram como verdades definitivas em sua vidas, mas em contrapartida nunca tive a mesma reciprocidade em termos de respeito e liberdade de pensamento do outro lado.”

Um encaixe na conversa de diversidade.

Concluiu o comentário com:
“jamais confundam anarquismo com o comunismo sem antes estudarem as duas coisas a  fundo.”

Mais um que afirma o que não viu ou existe.
Escrevi:
“A idéia, porém, acabou sendo apropriada por muitos outros, nas bases do pensamentos anarquista e comunista.
Não disse “pensamento anarquista e comunista”. Escrevi pensamentos, um pensamento anarquista e outro comunista.
O S no final do substantivo indica que os adjetivos se referem a uma pluralidade.

De qualquer modo, o que me levou a escrever agora este “pôste”, foi a tal diversidade.
Desculpa ótima nessa humanidade que vive a ditadura do polìticamente correto e falso.

Claro que há diferenças entre anarquismo e comunismo. Tanto assim que os comunistas esmagaram com crueldade a experiência anarquista que se tentou implantar na Ucrânia, quando da queda do Império Russo. Claro também, porém, que há semelhanças.
Do mesmo modo, o comunismo (ou socialismo do modelo leninista-stalinista-kruchtcvovista-brejnevista-gorbatchovista-putinesca, ou maoísta, ou castrista, tanto faz) tem muitas semelhanças com o fascismo de Mussolini. Tanto assim que a esquerda brasileira tem verdadeira idolatria por Getúlio Vargas, que era antes de mais nada um ditador fascista, ao estilo de Salazar, Franco e outros mais da época.

Quando a esquerda de cartilha xinga alguém de “fascista”, na verdade está apenas vestindo a carapuça dos próprios ideais getulistas, brizolistas, lulistas, “trabalhistas” do corporativismo de Mussolini e de Hitler. Benito aquele que se baseou em algumas das teorias de Lênin, Adolfinho o que aproveitou o revanchismo para envenenar a população alemã. Já que Getúlio foi o ditador que mandou Olga Benário, a mulher de Luís Carlos Prestes, o líder comunista, para um campo de concentração na Alemanha de Hitler, acredito que a esquerda de cartilha sofra da “síndrome de Estocolmo”.

Outra semelhança, que descobri com surpresa:
Nada mais parecido com as manifestações de “massa” do nazismo do que as manifestações que Franklin Roosevelt promovia nos Estados Unidos na mesma época. Até o Embaixador inglês ficou impressionado com a coincidência!

Diversidade? Não sei, no fundo é tudo farinha do mesmo saco.

Dá até para comentar sobre a palavra “oposição” no Brasil. O PT é filhote dos intelectuais do PSDB, que surgiu de um gozo do PMDB. Enquanto isso, o DEM é o nome transgênero da Frente Liberal, que era uma parte da Arena, que justamente fugiu de casa para casar com o PMDB. Dá para se falar em oposição, em diversidade? Problemas edipianamente mal-resolvidos.

Hoje vi uma pichação: “Frente Lésbica Feminista”. Se alguém fizer um “Movimento Gay Machista”, vai ser bem aceito? Provàvelmente, hoje em dia, será massacrado, por assumir o lado machista.
Se bem que os cantores do Village People justamente faziam essa caricatura, nos longínquos anos do século passado.

No fundo, são todos abóboras, abobrinhas, melancias, melões e pepinos colhidos no mesmo quintal, embora cucurbitáceas de aparências distintas.

trabalho escravo

Para variar, a Mauritânia ficou na pior classificação na avaliação da Walk Free Foundation, a respeito do trabalho em condições de escravidão em 162 países.

Escravidão que é quase tão velha quanto a própria humanidade.

links aqui no blog com post em que já falei deste tema:

https://boppe.wordpress.com/2008/11/20/escravidao/

https://boppe.wordpress.com/2009/07/04/a-escravidao-e-outros-temas-afins/

https://boppe.wordpress.com/2012/12/06/escravidao-ii/

O Haiti, xodó dos ONGeiros, está em segundo lugar. Não adianta você contribuir para as criancinhas do país – governantes corruptos e organizações internacionais desviam o que foi dado – sua contribuição irá para alguma conta na Suíça, e não para aquela criança magra que a atriz mostra na televisão.

Os ditos BRICS enquadram-se entre os piores na tabela: Brasil 94, Rússia 49, Índia 4, China 84, África do Sul 115 (o melhor situado dos cinco “emergentes”).

Segundo o trabalho da Walk FF (quase uma WFF, que pavor!), no Brasil, o trabalho análogo à escravidão concentra-se sobretudo nas indústrias madeireira, carvoeira, de mineração, de construção civil, nas lavouras de cana, algodão e soja, e na exploração sexual. Se bem que neste último item, países europeus dão uma contribuição e tanto no mundo todo.

Uma pena que no caso brasileiro fonte das informações seja o Ministério do Trabalho e Emprego, aquele órgão que sempre está envolvido em corrupção, em favorecimento ilícito a ONGs de fachada, pertencentes a políticos.

Com isso, acho de pouca valia nos estendermos mais sobre o assunto.
Escravidão é um bom negócio para governos, para organismos internacionais, para ONGs, para empresários, e para jornalistas “especializados”.
E ainda temos de tolerar os falatórios para o pagamento de “indenizações”. Quero minha parte, então, pois o avô de meu bisavô veio para trabalho em condições análogas à escravidão (como se classifica hodiernamente) na famigerada fazenda Ibicaba, no interior de São Paulo, junto a tantas outras famílias européias enganadas pelo senador Vergueiro.
No caso dos brasileiros que descendem dos escravos trazidos da África, acho que as indenizações deveriam ser pagas pelos riquíssimos ditadores (re-eleitos periòdicamente) daquele continente, pois eram governantes da região que vendiam pessoas para comerciantes árabes ou europeus. Esses aí não viajavam pelo interior do continente para capturar pessoas – o negócio era realizado nos entrepostos do litoral, como bem registrado na História.

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