Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘drogas’

O muro de Trump

Frase no whatsapp:

Se o México deixar de enviar cocaína para os EUA durante dois meses, os próprios americanos derrubam o muro.

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a truculença da puliça

ai, mais uma vez a falha uó faz matéria para falar da truculença da puliça.

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/11/11/em-10-anos-policia-do-rj-mata-quase-o-dobro-da-policia-de-todos-os-eua.htm#comentarios

esse peçonhalzinho não repara que ninguém mais dá crédito a esses defensores de bandidos,

que a enpreimça não é mais vista como formadora de opinião, mas como deformadora de valores,
é só ver os comentários dos leitores que ainda perdem o tempo lendo esse tipo de site de notícias

coitadinhos dos bandidos, coitadinhos dus deretchus dus manu, coitadinhos dos gehornallyztas que compactuam com os traficantes…

vai, capo, posta logo teu comentário, posta o que você herda da famiglia.

 

Direita, volver

Deputados federais mais votados em alguns Estados:
Ceará – Moroni Torgan – delegado da Polícia Federal que lutou contra o tráfico de drogas – DEM – 277 mil votos (6,36%)

DF – Fraga – policial militar, que comandou a campanha contra o desarmamento proposto pelos que não desarmam bandidos – acabou com a máfia das vans no DF – tem como propostas mudar as leis contra os dimenó e fazer presos serem obrigados a trabalhar – DEM – 155 mil votos (10,66%)

Goiás – Delegado Waldir – policial civil, conhecido por prender também grávidas e cadeirantes envolvidos no tráfico de drogas; projetos semelhantes ao de Fraga (DF) – PSDB – 274 mil votos (9,06%)

Goiás – senador Caiado – chefe dos ruralistas de todo o país – contra os baderneiros do MST – DEM – 1,283 milhão votos (47,57%)

Pará – Delegado Eder Mauro – chefe do grupo de polícia da região metropolitana de Belém – PSD – 265 mil votos (7,08%)

Rio de Janeiro – Jair Bolsonaro – militar – 464 mil votos – PP – 464 mil votos (6,10%)

Rio Grande do Sul – Luiz Carlos Heinze – chefe dos ruralistas do RS – PP – 162 mil votos (2,76%)

São Paulo – que vergonha – primeiro Ruimssomano, Tiririca, e depois, em terceiro, Marco Feliciano, o hiper-conservador – PSC – 398 mil votos (1,90%) (tinha tido 212 mil em 2010)

Resumindo: existe um desejo de boa parte do eleitorado em votar em candidatos conservadores, que não venham com essa conversa mole de “direitos humanos” e de passar a mão na cabeça dos traficantes, dos assassinos e dos baderneiros em geral.

O que falta, na verdade, é um autêntico partido de direita.

DEM do mensalão do Arruda e PP do Maluf estão muito longe disso.
E outros que se auto-denominam de direita são apenas liberalistas que querem pagar menos impostos, e isso é apenas uma postura econômica, mas não social.
Chega dessa conversa mole de que “minoria” é maioria.

E o ex-presidente THC que vá fumar seu fuminho.
Ele ainda não descobriu que o Brasil é maior do que o Sudeste. (e que não foi ele o presidente do Plano Real, mas Itamar – ociólogo não é economista – THC era apenas o político que coordenava os economistas do Ministério da Fazenda)
Nota curiosa: o único município paulista onde Alckmin não ganhou para governador foi Hortolândia, onde fica o presídio que comanda a bandidagem no interior do Estado. Sabem como é, as mulheres que carregam celulares para os maridos ainda não estão presas.

Enquanto isso, a “esquerda” só fala de casamento gay (ué, casamento não era uma instituição falida, deixar / receber herança não é coisa do capitalismo decadente?), fala de direitos de cotas, de minorias, de indenizações a bandidos, em “ressocialização” e coisa e tal.

Por sua vez, a população tem de conviver com incêndios de ônibus (e creches!) em Santa Catarina, com arrastões no clube da USP, onde todo sábado de manhã as pessoas vão treinar vôlei, basquete, etc. Assalto realizado por 10 “dimenó”e só 2 “dimaió”.
Quem lideravam todo o bando, era o mais agressivo e bateu em duas moças com tênis e coronhadas?
Um menino de 8 anos, SIM 8 ANOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! que liderava!!!!!!!!!!!!! o grupo. Todos tinham medo dele. Até os dois dimaió de mais de 20 anos bateram em todo mundo, machucaram
levaram tudo que podiam com ele no comando.

Também em São Paulo, na “comunidade” de Paraísópolis, tem um lugar que o PCC treina os meninos a partir de 10 anos com aulas de tiro, pistola automática e vários tipos de armas. Eles até reclam que são muito pesadas !!!! E está difícil para “mirar”!!!!!. Os arrastões são todo dia, no escadão, e no ladeirão, em frente à Paraisópolis, Pegam ônibus no horário do rush e deixam de atravessado na avenida Giovanni Gronchi. Fazem arrastão em carros, tiram mulheres dos veículos, espancam, levam tudo, atravessam a rua calmamente e vão para Paraísópolis levar as encomendas para os bandidões e recebem novas ordens, dos irmãos. Isto há menos de 1 km do Palácio do Governo.

Realmente, não há o que comentar. Nosso país está afundando… na nossa frente. Não sei o que será disso tudo. Em Pedrinhas, o famoso presídio no Maranhão, os presos votaram com escolta de guerra do exército. Quem forçou a barra para isso foram deputados federais ligados ao PCC. Eles votam em quem o “grande irmão” manda.

Há ou não motivos para parte da população se voltar para os candidatos de “direita”?

A Copa e a economia

Uma das muitas mentiras que se dizia a favor da copa do mundo no Brasil é que ela serviria para alavancar a economia do país.

Ontem, comentei por e-mail com amigos que Brasília, por conta de jogos na cidade, e de jogos do Brasil, virou uma cidade fantasma.

Restaurantes comuns fechados (nem quero imaginar aqueles usados pelos políticos, que só devem reabrir em fevereiro de 2014, depois das campanhas e das eleições).
Sorveterias às moscas.
Cafés sem clientes.
Ruas sem ônibus.
O edifício onde moro semi-vazio: muitos moradores foram para hotéis-fazendas, e outros passeios de poucos dias, como Pirinópolis.
Escolas fechadas.
Creches e escolinhas de crianças chatas fechadas.
Repartições públicas fechadas.
Bancos fechados.
Consultórios sem atender pacientes.
A oficina do carro fechada dia sim dia não.
Fui ontem à tarde (domingo) a um shopping center, e parecia um prédio fantasma.
A única coisa que tem funcionado “acima da média” são os bares, botecos, pontos de venda de drogas, e coisas do tipo, que existem em lugares “bem conhecidos”.
A Folha de São Paulo publicou matéria de que restaurantes na região dos Jardins têm sido ameaçados pela “concorrência”. Falsa ameaça? Who knows, chi lo sa, …

O calendário tem sido este:
dia 12 – 5a.f – abertura – jogo do Brasil em SP – Brasília parada
dia 13 – 6a.f treze – dia de não fazer nada
dia 14 – sábado
dia 15 – domingo – jogo Suíça x Equador em Brasília
dia 16 – 2a.f – descansar do domingo e se preparar para a 3a.f
dia 17 – 3a.f  – jogo do Brasil em Fortaleza – Brasília parada
dia 18 – 4a.f – dia de curar a ressaca do 0x0a
dia 19 – 5a.f – feriado – jogo Colômbia x Costa do Marfim – cidade inteiramente parada – silêncio de cemitério militar
dia 20 – 6a.f – dia de não fazer nada
dia 21 – sábado oco
dia 22 – domingo véspera de feriado
dia 23 – 2a.f – jogo do Brasil em Brasília, contra os risoles de camarão –

Só aí contabilizam-se DOZE dias parados.
E o pessoal ainda vem falar da “economia”?
Só se for economia de eletricidade, com tudo vazio, os ares condicionados desligados, etc.
Por isso não houve apagão.

Um primo que mora em São Paulo, engenheiro autônomo, disse que está sem conseguir trabalhar pràticamente todo o mês.

Está pior do que a semana entre Natal e Ano Novo…..está ruim para trabalhar sim!!!!
é que ninguém fala….
Não consigo nem agendar dentista…

Um amigo, também em São Paulo, contou que o Poupatempo (psiu, na-hora, e sei lá quantos outros nomes nos outros estados) está com super-atraso na entrega dos documentos.

Hoje encontrei uma matéria na edição Campinas de O Globo, em que os comerciantes da cidade relatam prejuízos de até 80% nos dias de jogos do Brasil .
É que Campinas não sedia jogos – se não, os prejuízos seriam também nos dias de jogos dos outros países.

Não faltam matérias nos jornais de que os turistas dormem em saguões de aeroportos, em automóveis, e outros lugares não convencionais.
Excesso de lotação nos hotéis?
Não, reação contra preços abusivos que foram cobrados.Recebi toneladas de e-mails com “promoções” de empresas aéreas e de hotéis, para eu programar viagens neste mês.

Bem, mas ouvi no rádio que o movimento de drogas em Vila Madalena, tradicional reduto de “uma facção criminosa de São Paulo”, está com negócios a todo vapor (a toda fumaça e a todo pó).
Acredito que também estejam bons os negócios para as moças da difícil vida fácil.
Talvez fosse esse mesmo o objetivo de alavancar a economia que prometiam.

principais locais turísticos em 2014

Punta del Este e Montevidéu, Uruguai;

Grand Canyon e Aspen, Estado do Colorado.

A Holanda já deu o que podia. Muito careta.

Ah, claro, é tudo para consumo pessoal e recreacional…

O que vai ter de gente afogada nos primeiros e de gente esborrachada nos dois seguintes não está escrito no gibi.

automóveis, velocidade e imagens

Há uns dias, quando uma fulana morreu porque perdeu o controle do carro que estava a 170km/h, para ela tirar foto do velocímetro e “compartilhá-la com amigos”, pensei no exagero das máquinas velozes.

Daí, neste fim de semana, morreu o ator de “Velozes e Furiosos”, e o Leonardo Sakamoto (de quem discordo de 850% do que em geral ele escreve) fez um artigo sobre o assunto Quantas pessoas já morreram no volante querendo ser Paul Walker?  
Sakamoto escreveu, em um trecho:

Quantos morreram querendo ser Paul Walker ou Vin Diesel? Ou quantos que simplesmente caminhavam no local errado e na hora errada perderam a vida por consequência de rachas inspirados nos valores passados por filmes de corridas de rua?

Recebeu uma enxurrada de respostas negativas de seus leitores.

Eu estava porém observando os anúncios de automóveis na televisão (que só assisto quando viajo).
Há algum tempo que essas propagandas tratam os automóveis como máquinas de diversão ou de violência, e os passageiros como robôs em busca de adrenalina. APESAR da frase com letrinhas miúdas feito artigo de contrato:

Não exceda os limites de velocidade.

A máquina é feita e anunciada para ser o deus de metal que manda nos robóticos çerizumanu.
Anúncios inverossímeis como o carro cair de um despenhadeiro e continuar sem um amassado.
Propagandas como a de um guindastezão pegar o carro (com pessoas) como se fosse um brinquedo de carrossel.
Um outro filme sugere que o automóvel marron seja roubado.

Não vou dizer que os filmes sejam a causa de tantos imbecis soltos nas ruas.
Nem as propagandas idiotas.
Imagens, porém, causam reações mais fortes nas pessoas (mesmo que irreais e inverossímeis) do que letras.

Não sei nem onde quero chegar, depois que comecei a escrever este post. Sei, porém, que algo de errado existe na utilização dos automóveis como brinquedos à disposição de “jovens” irresponsáveis, que só pensam em “curtir a vida”. Dirigir um veículo não é uma brincadeira ou um joguinho.

Bem melhor seria se, como ocorre com estações de rádio de outros países, fossem repetidas trocentas nonilhões de vezes que as pessoas não devem usar o telefone celular enquanto dirigem, nem assumir o volante de um carro drogados (seja lá qual for o tipo de droga). Ouço esses alertas em quase todas as estações de rádio via internet que ouço aleatòriamente. No Brasil, nada.

Ah, lembrei, há uma jornalista que não gosta de campanhas educativas sobre trânsito. Talvez ela seja mais poderosa do que eu pensava.

Casas noturnas

Impressiona o número de casas comerciais fechadas nos últimos dias, na onda da fúria de vistorias de suas instalações que tomou conta do país.

Em Minas, o número de casas interditadas soma 48, mesma quantidade do Paraná. Em Montes Claros, 18 casas de eventos foram fechadas. Casas de eventos incluem salões de festas e sei lá que outras coisas. Para quem não sabe, Montes Claros tem 370 mil habitantes, segundo as estimativas do IBGE. Cambuí, pequena cidade do Sul de Minas, com 27 mil habitantes, teve 4 estabelecimentos fechados. Campinas, com seus 1.090.000 habitantes, viu 24 casas comerciais interditadas. Os 1.862.000 habitantes de Manaus tiveram 39 casas noturnas fechadas. No DF, com 2.650.000 habitantes, foram 21 as interdições.

A lista segue muito longa, e não tenho paciência para mais pesquisas.

O que mais me admira é que quanto menor as cidades, proporcionalmente maior o número de casas noturnas.

Ainda dizem que cidades do interior são pacatas, livres de problemas, etc. e tal. Não custaria também ver a relação, pelo país afora, entre o consumo de drogas e o número de casas noturnas, não raras vezes “lavanderias de dinheiro” pertencentes a figurões locais. Retirada a capa da hipocrisia, o retrato das cidades é feio.

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