Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘eco-terroristas’

aquele avião

Aquele avião que caiu em Santos, em agosto de 2014, ainda vai dar muito o que falar. Não bastará  essa etapa da “Operação Turbulência“.

Não são apenas os proprietários que nunca apareciam, mas também as causas que provocam sua queda, e a morte de um dos candidatos a presidente naquele ano.

Como sei que há leitores que querem notícias “concretas”, sugiro que aguarde os acontecimentos. Às vezes é necessário ter um pouco de paciência.
O eco-terrorismo é muito pior do que supõe a vão filosofia.

 

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Era glacial na época do aquecimento bobal

Link para artigo do Rodrigo Constantino:

 

http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/ambientalismo/agora-alguns-cientistas-ja-falam-em-mini-era-glacial-ai-que-preguica/

 

 

Encíclica ‘Laudato Si’

Não gosto do padre argentino, e muito menos de ONGices e de catastrofistas climatológicos.
Como diz o autor o post, o que seria do mundo sem o gás carbônico?
Esse pessoal que não teve aulas de “ciências” na escola primária…

A Grande Farsa do Aquecimento Global

Sua Santidade o Papa Francisco publicou hoje a Encíclica ‘Laudato Si’, “Sobre o cuidado da casa comum”. 246 parágrafos, 2 orações e muitas referências. Concordo com o Santo Padre em muitos aspectos. Porém, no capítulo I (“O que está a acontecer à nossa casa”), item 1 (“Poluição e mudanças climáticas”), sub item “O clima como bem comum”, parágrafos 23 a 26, quando faz um diagnóstico da situação atual, o Santo Padre recorre à surrada ladainha do “aquecimento do sistema climático”, “elevação constante do nível do mar”, “acontecimentos meteorológicos extremos” e “derretimento das calotas polares e dos glaciares”, e embora reconheça que o sistema climático “é um sistema complexo” e que “não se possa atribuir uma causa cientificamente determinada a cada fenômeno particular”, insiste em considerar tendenciosamente que “numerosos estudos científicos indicam que a maior parte do aquecimento global das últimas décadas é devida à alta concentração de gases com…

Ver o post original 206 mais palavras

Consciência ambiental

Reproduzo uma mensagem de internet, que já recebi anteriormente:

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
– A senhora deveria trazer as suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigos do ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:
– Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:
– Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora.
A sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.

– Você está certo – responde a velha senhora – a nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja.

A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até ao comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência de cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas dos bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido dos seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como ?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a relva, era utilizado um cortador de relva que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.

Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Abandonamos as navalhas,  ao invés de jogar fora todos os aparelhos ‘descartáveis’ e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas apanhavam o ônibus ou o bonde e os meninos iam nas suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos.. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em “meio ambiente”, mas não quer abrir mão de nada? e não pensa em viver um pouco como na minha época?

-=-

Agora que você já leu o desabafo, envie para os seus amigos que têm mais de 50 anos de idade , e também para quem tem tudo dado de bandeja e só sabe criticar os mais velhos.
Afinal de contas, o mundo só existe desde que ele ganhou o primeiro i-Phone.
Ainda bem que essa turma que inventou o mundo só se preocupa com o meio ambiente, pior se fosse com o ambiente inteiro.
Aproveito para incluir link para financiamentos em estudos ambientais.

Precessão

Precessão, uma invenção do diabo para contrariar jornalistas, analistas, eco-terroristas, ONGeiros, políticos e seus seguidores.

Cuidado, se alguém chegar perto de você e falar de Milutin Milanković, de paleoclimatologia, e outras coisas do tipo, fuja logo!

Ele está tentando fazer você se informar de que a física dispõe de muito mais informações do que a cultura do terror que grandes empresas, como greenpiss, ww(t)f e outras associações disseminam por aí.

2014 não foi o ano mais quente – talvez apenas o ânus mais quente para esses de-formadores de conhecimento e opinião.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Varia%C3%A7%C3%A3o_orbital

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as asquerosas garrafinhas de água – squeezes

Já reclamei em algum lugar ( também aqui) sobre essa abominável garrafinha de água (squeezes, tão utilizadas pelos “ginastas acadêmicos”, pelos bicicleteiros e pelos caminhadeiros) que as pessoas usam, com as mãos emporcalhadas, porque “precisam se hidratar” (como se isso não fosse possível de ser feito em casa ou no trabalho, só quando estão exibindo-se para os outros).

Essas pessoas, tão “perfeitas” ainda não descobriram que há uns 4.000 anos foi inventada uma coisa chamada vidro, muito menos poluente do que o plástico e seus assemelhados. Sabe do que mais: além de não ser criadouro de bactérias, o vidro é reciclável! Quem diria…

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http://www.ecycle.com.br/component/content/article/67-dia-a-dia/2875-descubra-os-perigos-de-reutilizar-sua-garrafinha-de-agua.html

Eu tenho um desses squeezes – uso para guardar água, se por acaso precisar colocar água no borrifador do limpador de pára-brisas.

Os eco-chatos, eco-bobos e eco-cretinos que se exibem, porém, tem uma nova maneira de beber água: ao invés de goles moderados garganta abaixo, como sempre se fez na história da espécie humana, eles ingerem um pouco de água, fazem bochechos, sabe-se lá com que objetivo, e depois engolem com ar de sei lá o quê – insatisfação, pseudo-superioridade,…
Será que eu deixei deixei de aprender algo em alguma aula contemporânea sobre a nova  forma saudável de ingestão de água ou líquidos ?

Sempre bebi água em goles, antes de sair, e quando volto. Deve ser por isso que já passei dos 60 anos.

Quanto aos exibicionistas dos hábitos, isso mesmo, recicle e junte bactérias,
ou então jogue no lixo e aumente a poluição.
A prefeitura depois limpa, né mesmo?
Não é para isso que você paga impostos?

garrafaspetnosrios

Garrafinhas de água: mais sujas do que mouses e celulares, com a diferença que são criadouro de bactérias.
Gente PORCA!

Bombona

Leiam as matérias:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/01/1571356-praia-de-santa-catarina-vai-cobrar-taxa-de-turistas.shtml

http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/verao/2015/noticia/2015/01/cobranca-de-taxa-ambiental-comeca-nesta-terca-feira-em-bombinhas.html

Agora, vou colocar o que me escreveu um primo que MORA em Bombinhas, desde o ano passado, tendo-se mudado do interior de São Paulo com mulher e dois filhos.

Essa taxa é uma mina de ouro….. Agora, essa semana do réveillon a cidade ficou nojenta…..
O prefeito daqui fez umas obras q nem a mais porca imaginação consegue imaginar….. Tinha até esgoto brotando na rua e indo pro mar……
Bizarro ……..

Isso aqui é uma loucura…… Tem um monte de turistas pra pouco espaço, a cidade não tem estrutura nenhuma….
A ganância está destruindo tudo !!!!!
Agora, realmente, o país está se afundando….. Se eu pudesse eu mudava daqui…
Eu estou assustado com a rapidez com que está país está apodrecendo
pior do que filme de zumbi!

Repito: ele MORA em Bombinhas, não está lá passeando.

Comentei com outras pessoas, e meu sobrinho senior, mais paulistano do que o Índio Tibiriçá, escreveu:

Tio
Passei o ano novo 2013/2014 em Bombinhas
Insuportável
Intransitável
Inacreditável
10x pior que guarujá

Em 2002, visitei a Chapada dos Guimarães, e tinha gostado de lá.
Quando voltei, oito anos depois, o lugar era “interditado” para turistas pelo Ibama, por conta da morte de uma gente alucinada e alienada que tinha estado orando durante uma tempestade e morreu (que milagre!) com uma tromba d’água.

No ano passado, um amigo foi com a mulher passar férias em Morro de São Paulo.
Ela frisa que foi um presente oferecido pela sogra. Claro.
Voltou xingando cada minuto que passou lá. (Isabela concordou com as reclamações.)
Tudo ruim. Desde a travessia marítima, a comida, a hospedagem, os passeios. Tudo.
E claro, com o tal pagamento da taxa eco-terrorista de preservação ambiental.

Por acaso, esse mesmo casal está agora na Praia do Pipa, que foi um dos lugares de que eu mais gostei no Rio Grande do Norte, no longínquo ano de 2000.
Ele ainda não teve tempo de me contar o que está vendo lá.
Certamente não será coisa boa.
Tudo “evolui”.

Enfim,
o melhor lugar para fazer turismo com os ecochatos à solta, é ficar na sala do apartamento.
Pelo menos lá você terá liberdade para um monte de coisas que prefeituras, porkiticamente corretas, e outros mais te impedem em outros lugares.

Não se preocupe.
Daqui a pouco piora mais…

Já ouviu falar em Malthus?
Pois é…

Procure ler sobre os lemingues.
Pode ser útil.

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