Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

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os nenéns do enem

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modismos pedagogeiros

Muito interessante essa entrevista com o ex-ministro da Educação de Portugal.

http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2017/04/1875676-e-preciso-abandonar-modismos-educativos-diz-ex-ministro-portugues.shtml

Portugal sobe em níveis mundiais. O Brasil continua ladeira abaixo.

Nada contra decorar (na velhice isso fará falta!).

Tudo contra pedagogices, e contra a educação sem conteúdo.

Matemática (ou até mesmo aritmética) viraram objetos da “física quântica” idolatrada por místicos, que precisam de calculadora para somar 20 e 7.
Língua virou a regra de que pode falar herado que está serto, no chip implantando na cabeça dos estudantes, desde a pré-escola até se tornarem pós-universiotários.
História e geografia são apenas formas de doutrinar sobre a tal luta de classes e para ensinar que deve ser estabelecida a opressão das maiorias pelas minorias.

Ah, mas ainda temos os pécikólogos, que acham que creamssa não pode ser submetida a esforços…  é melhor dar logo um remédio contra alguma síndrome, para ela parar de fazer perguntas e se tornar dócil.

Enfim, o Brasil insiste em caminhar para o fundo do poço. Quem sabe por acreditar que “no fundo poço chegará ao Japão ou à China”…

 

 

Cristo e os mestres

Recebi pelo whatsapp esta mensagem, que há algum tempo tinha lido em e-mail:

Nem Cristo aguentaria ser professor!

Nem o Senhor Jesus aguentaria ser um professor nos dias de hoje….
O Sermão da montanha (*versão para educadores*)

Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e,
sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.

Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens.

Tomando a palavra, disse-lhes:
– Em verdade, em verdade vos digo:

– Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
– Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
– Felizes os misericordiosos, porque eles…

Pedro o interrompeu:
– Mestre, vamos ter que saber isso de cor?

André perguntou:
– É pra copiar?

Filipe lamentou-se:
– Esqueci meu papiro!

Bartolomeu quis saber:
– Vai cair na prova?

João levantou a mão:
– Posso ir ao banheiro?

Judas Iscariotes resmungou:
– O que é que a gente vai ganhar com isso?

Judas Tadeu defendeu-se:
– Foi o outro Judas que perguntou!

Tomé questionou:
– Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?

Tiago Maior indagou:
– Vai valer nota?

Tiago Menor reclamou:
– Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.

Simão Zelote gritou, nervoso:
– Mas porque é que não dá logo a resposta e pronto!?

Mateus queixou-se:
– Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!

Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
– Isso que o senhor está fazendo é uma aula?
– Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica?
– Quais são os objetivos gerais e específicos?
– Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?

Caifás emendou:
– Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas?
– E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais?
– Elaborou os conteúdos conceituais, processuais e atitudinais?

Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
– Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade.
– Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto.
– E vê lá se não vai reprovar alguém!

E, foi nesse momento que Jesus disse: “Senhor, por que me abandonastes….”

 

diferenças entre Brasil e Coréia do Sul

Recebi pelo whatsapp este vídeo (disponível no youtube), João e Kim, de autoria do economista e consultor Ricardo Amorim, sobre diferenças entre Brasil e Coréia do Sul.

 

Só que são necessários alguns comentários adicionais, para tanto simplismo:

Quantas semanas paradas ficam os professores coreanos?

Quantas pessoas se formam como bacharéis em deretchu, na Coréia, só para poder virar concurseiros e depois se encostar em um emprego do serviço público?

Quantos coreanos cursam faculdade educação física, para depois serem chamados de fessores nas academias de malhação?

Mais uma coisa: quanto vale um sindicalista na Coréia?

Quanto dinheiro a Coréia e os Estados Unidos gastam com Forças armadas? Quanto o Brasil pode gastar? Despesa que necessàriamente implica gastos com engenharia (e adicionalmente químicos, físicos, biólogos, matemáticos) e não com tribunais, bancas de devogadus, etc..

A diferença não é a escola: é a mentalidade de cabide de empregos.

Lembrei de um detalhezinho: na Coréia (como tampouco no Japão ou na China) vagabundo não pode bloquear as ruas com pneus queimados para defender bandidos.

Ou seja, diferenças entre Brasil e Coréia do Sul são um tema um pouco mais complexo do que o mostrado pelo consultor.

enfim, então…

Quando eu tive aulas de alemão no Goethe, os professores pediam para os próprios alunos indicaram aos colegas as muletas de linguagem, do tipo, ahnnn, enfim, então, hummm, que faziam quando /enquanto formulavam as frases.

Comentei isso com umas pessoas e houve quem ficasse escandalizado, “com tanta repressão” e vigilância. Que coisa nazista! Viva a hipocrisia da liberdade educacional. Falar herado é sertu.

Gostaria muito que essa regra fosse válida em todas as profissões brasileiras.

Estou um tanto quanto exausto, farto, de tanto ouvir as pessoas iniciarem as frases com … então… então…  e aquelas outras que começam com … enfim.
Curioso que reparo que essa praga do uso de muletas é ainda mais divulgado entre os “inteligentes” que percorreram diversos degraus de cursos superiores.
Aprenderam a decoreba, mas não aprenderam a se exprimir.
Então, enfim,  segure a língua se não sabe o que vai dizer.
Os ouvidos alheios agradecem.

 

baixo nível…

Primeiro, leio na Falha di Çumpallo uma “falta de matéria”  que afirma que o último presidente nascido em São Paulo foi Campos Sales – 1902 / 1906.
Provàvelmente o gehornallyzta da Falha pensa que Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, fica na Grande João Pessoa.

Depois, mudo para o Estadinho (Estragão), e encontro que Guararema é uma cidade do litoral paulistano.
Como alguém já havia antes comentado, o litoral paulistano é a orla do Rio Tietê, e Guararema, por acaso, também fica no Vale do Paraíba.

Esses são os gehornallyztas dos principais jornais da maior cidade da América do Çul.

Acho que vou ler apenas “O Jornal do Comércio de Sanclerlândia”,  onde provàvelmente os erros de informação são menores. Devem lá ao menos conhecer a própria realidade.

E ainda há gente que tem a coragem de dizer que o século XXI é o século da “informação”.  De-formação, isso sim.

Está na hora de tornar obrigatório o estudo de Português, História e Geografia em todos os anos das escolinhas de fundo de quintal, que expedem “deproma” de gehornallyzta para hanaufabétiqos.

 

tradução, plíz!

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Português ruim, inglês inventado.

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