Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘Espanha’

Es-panha-cócia

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/10/novo-referendo-na-escocia-e-muito-provavel-diz-premie.html

Um monte de gente, que acredita em filmes que vê na televisão, comenta que a iskóssia (terra dos escrotos) nunca esquecerá William Wallace (vulgo Mel Gibson), que viveu entre 1270 e 1305, no filme coração covarde.
E
ssa gente inteligente diz que a terra dos escrotos de saias nunca se renderá à anexação a que foram obrigados pelos malvados ingleses.
SÓ que essas antas nunca estudaram que foi a Escócia que “invadiu” a Ingrataterra, quando Elizabeth I Tudor, a virgem, morreu sem herdeiros e o parente mais próximo a herdar o trono foi Jaime VI Stuart, rei dos escrotos de saias.
Sabe quando? 1603.  Só 300 anos depois da história do filme daquele chato ostralhano.
FOI a ingrataterra que foi anexada aos domínios de Stuart Little, e não versa-vice.
Portanto, são os ingleses que têm de pedir para os homens de saia para se retirarem de seu país.

Por sua vez, gente do “seculovinteum” apóia a independência da cataunhas, sem levar em consideração que foi Fernando de Aragão (reino que incluía a cataunhas) que em 1475 se casou com a tosca da Isabel de Castela, e se mudou de Saragoça para Toledo (então capital castelhana).
Foi o pessoal que fala francês com sotaque lusitano (os moradores de cataunhas) que preferiu se unir aos castelhanos e criar um reino chamado Espanta.
Não foi o contrário.
Portanto, são os galegos, os castelhanos e os andaluzes que devem pedir aos catadores de lã para se retirarem de seus territórios, e, outra vez, não versa-vice.

Ah, quanto as adoráveis bascos, que até há pouco tempo tinham como passatempo atirar bombas, nada mais são do que navarros que se revoltaram contra a ida de Henrique IV para Paris, onde se tornou rei Bourbon (aquele uísque americano).
Como me explicou um espanhol galego, os bascos, no século XIX descobriram que as minas de carvão geravam dinheiro, implantaram uma indústria metalúrgica, e começaram a acreditar que eles eram çerizumanu, por representar metade de toda a produção da parte ibérica que não aprendeu a falar Português.
Os navarros a sudoeste dos Pirenéus inventaram até de recriar uma língua que estava em desuso, complicando sua gramática e o vocabulário.
Algo que mais tarde foi copiado pelos israelenses, que não conseguiam aprender aramaico (a língua falada há milênios na região) e ressuscitaram uma língua que estava morta e só era usada em parte da liturgia de sósias do Edir Macedo.
Vascos (como bem dizem os lusos) deveriam atravessar os montes a pé e se unir com seus irmãozinhos oprimidos pela francofonia (ou melhor, fracofonia).
Eterno vice.

E os catadores de lã da cataunhas que se mudem para a Sardenha (sardinha), onde eles, no passado, tinham encravadas as unhas e os pés, como bons invasores de terras alheias. 

Ah, para concluir, quando a Espanha reivindica Gibraltar, e apóia a invasão arghgentinha nas Falkland Islands, sem respeitar a opinião dos kelpers, eles que saiam de Ceuta e Melilla, e devolvam também as Canárias para o Marrocos. Saiam da África, europeuzinhos de terceira categoria, na verdade moradores da África do Norte que vivem pendurados em uma ponta da Europa.

 A História é sempre diferente do que dizem as lendas e os filmes.

Pena que jornalista pensa que pode ser historiador.

Coitado do touro

A tag “corrida de touros”, no final do post, mostra quantas vezes já comentei antes sobre essa “tradição”.

Dois toureiros morreram na Espanha no mesmo sábado, um deles com direito a transmissão “ao morto e em cortes“.

Espero que muitos outros toureiros morram nas próximas semanas, já que esse “esporte” é de um imbecilidade difícil de ser comparada. Talvez possamos falar da América, com suas rinhas de galo…

O pior é que o touro não teve direito a manicure para limpar os chifres.

Espanhóis, depois, vem com aquela conversinha mole de “direitos”.

Devolvem Ceuta e Melilla para o Marrocos, e depois pensem em dialogar com os ingleses sobre Gibraltar.
As duas cidades africanas estão ocupadas por invasores há muito mais tempo.

 

União Européia esfacelando-se

“analistas” muito falaram da vitória do partido de esquerda Syriza na Grécia.
“liberais” falaram da política do desperdício de dinheiro, mas não comentaram que era a alternativa que os gregos tinham.Na Espanha, Podemos é um novo partido dito de direita. Na França, Front National é por muitos classificados como neo-fascista. No Reino Unido, o UKIP cresce e deseja o rompimento com a União Européia e os burocratas de Bruxelas (Luxemburgo, Straßburg e Frankfurt). Na Itália os separatistas da Liga Norte e os partidários do humorista Beppe Grillo rompem a dicotomia democracia-cristão/esquerda.

Ninguém se pergunta até quando os europeus agüentarão os encargos sociais com os “irmãozinhos” da Europa Oriental, protegidos pela alemoa oriental Merkel.
Ontem mesmo recebi da Espanha um texto sobre RISGA – renda de inclusão social da Galícia – que sustenta famílias de romenos que há cinco anos recebem a esmola governamental “em nome da sociedade”. ¿Cobráis la RISGA?

Será que os europeus não estão cansados de tanto bom-mocismo do welfare state?
Acho que os “analistas” esquecem de verificar o estado de espírito dos contribuintes, quando falam de gastos públicos.

O que está em falência não são as “contas públicas”, mas a farsa da social-democracia.
Ela esfacela, em passos decisivos, os resultados positivos da des-União Européia.

O comentário abaixo de um lusitano, no Jornal de Negócios, é mais inteligente do que a política de austeridide que a alemoa exige dos países mediterrâneos, mas não de seus irmãozinhos da ex-cortina de ferro, que infestam a Europa Ocidental.

Que direito tem a Alemanha, depois das condições que foram dadas para pagar o empréstimo que lhe foi concedido, de tratar agora, com tal desprezo, arrogância e prepotência aqueles que lhe deram a mão no momento em que esteve de rastos? Não se esqueçam que o pagamento da dívida da Alemanha era paga em função do que exportava, nunca lhe tendo sido negadas as verbas necessárias ao seu desenvolvimento, o que a fez vir a ser um país altamente exportador vindo mais tarde a tornar-se na grande potência económica da Europa. Que bom seria se os empréstimos que tivemos de solicitar, pelos desgovernos que tivemos, tivessem tido as mesmas condições de amortização e pagamento.
Ela adora falar de “ajuste das contas” para o “crescimento econômico”, mas não gosta de rever o custo dos “irmãozinhos” nos outros países europeus.
Se isso é “demo-cracia cristã”, realmente há motivos de sobra para a escolha de partidos radicais.
O pensamento de Lebensraum alemão vai acabar a unidade européia, outra vez… Essa conversa de “Deutschland über alles”…

Alguns fatos dissonantes

Na Tailândia, a mulher do príncipe herdeiro perdeu o título de nobreza e recebeu um pontapé no traseiro, depois de comprovado que os parentes da recém-re-plebéia eram culpados de corrupção e já estão presos.

Na Espanha, a princesa (infanta) Cristina (feia feito a mãe) vai ser julgada por corrupção com o marido – e há pressão para que ela renuncie a seus direitos dinásticos. O casal vive na Suíça, e movimentou alguns milhões de euros por meio de uma ONG, antes de surgir o escândalo.

Também na Espanha, a cantora lírica Montserrat Caballé foi presa, por sonegação fiscal e falsa declaração de domicílio. Apesar de velha e doente, conhecerá o xilindró.

Na Califórnia, o tribunal recusou levantar o processo por pedofilia contra o réu confesso (suposto, como diriam os jornalistas brasileiros) Roman Polanski, apesar de mais de 40 anos já terem se passado desde então. O crime não prescreveu.

Em outro país, um político procurado pela Interpol foi considerado ficha-limpa e teve garantida a diplomação como deputado pelo tribunal eleitoral. Sobretudo porque a lei tem de defender os velhinhos que que não terão tempo de vida suficiente para se arrepender o mal que fizeram (os tais malfeitos).

Também nesse outro país, um bom lote de milhares de bandidos perigosos teve o indulto presidencial de fim de ano. Avalia-se que um deles poderá um dia ser candidato a presidente.

 

Assistência consular

Parece mesmo que o Brasil está “do outro lado”.
Agora presta “assistência consular” a um goiano-candango preso por terrorismo.
(Formosa fica nu Goyaz mas é parte da região geo-econômia dji brazylha).

Tadinho, né mermo?
Perfeito e típico caso de alguém que teve desajuste çossiáu quando creamssa, e que precisa da ajuda do “estado”, como repete a tchurma dus deretchus dus manu.

Depois daquele discurso na ONU, o que podemos esperar? “Precisamos dialogar”, mesmo que nos cortem a cabeça, claro…

 

Muito caro

Espanhóis saíram às ruas para pedir a volta da república.

Um país que esteve (está) à beira da falência deveria se informar melhor.

Eles não têm idéia de como é caro sustentar famílias presidenciais, famílias governadoriais, famílias de ex-presidentes, famílias de ex-amantes de senadores, …

Sem contar que repúblicas não geram turismo.

abdicações

Juanito informou que vai abdicar em favor de Felipito.

Nos últimos anos, têm sido comuns algumas abdicações em monarquias européias. Liechtenstein, Bélgica, Holanda, e agora Espanha.

Tia Beth desconversou e mandou dizer que isso é um assunto pessoal de Juan e dos espanhóis.

Faz ela muito bem. Quanto mais tempo estiver como rainha, menor será o tempo que o filho que fala com árvores terá para fazer suas reinações.

‘Güenta firme aí, tia!

 

 

 

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