Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘Estadão’

lobbies na cf 88

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,o-emaranhado-de-lobbies-e-interesses-da-carta-de-1988,70001900696

é pouco.

Foi muito pior.

E sofremos até hoje as conseqüências desse golpe da chamada constituição cidadã, da qual os cidadãos nunca participaram nem foram convidados a opinar.

Carta prolixa (pro lixo), de conveniências de sindicatos, políticos, oab, e ongs.

 

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a enpreimça

Sempre reclamei aqui da chamada enpreimça brasileira.

Só que ela tem piorado.

Os principais jornais e revistas eståo em um nível nunca antes imaginado.
A maioria das manchetes contêm apenas fofoquinhas de pseudo-famosos da televisåo e seus namoros.

A parte política é um amontoado de clichês de estudantes em assembléia.

A falta de revisåo e as incoerências encontráveis em cada artigo superam boa parte dos leitores.
Traduçøes muitas vezes nåo fazem sentido.

A cada dia encontro menos prazer em algo que até alguns anos (uns 30, a bem dizer) ainda tinha significado.

Stanislaw Ponte Preta havia escrito, em 1966, o Febeapá – Festival de Besteiras que Assola o País. Se estivesse vivo agora, sem dúvida ele choraria ao constatar que tudo o que é ruim sempre pode piorar.
Hoje em dia, a enpreimça brasileira é o caminho mais rápido para o emburrecimento.

 

 

direita esquerdista

O editorial do estadinho é um assombro:

http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,a-volta-do-populismo,10000087697

 

Populismo é dizer que os pobres e os vagabundos do bolsa-isso bolsa-aquilo (inclusive bolsa-anaro) terão os mesmos direitos do que quem trabalha e produz, algo muito diferente do que seria assistência social para elevar o padrão das pessoas.

Populismo é manter sindicatos, é o sistema que o brasil (letras minúsculas) conhece e reproduz desde a ditadura getulista e a bostituição polaca de 1937, sem falar das câmaras municipais caras e inúteis, que corroem mais de 5700 municípios, fruto da demagogia de 1988, tão enaltecida por esse jornal que quase ninguém mais lê.

Isso a enpreimça não consegue mais enxergar, tal sua miopia estrábica.

 

até u istadaum

até u istadaum

Urnas eletrônicas

TSE pede investigação sobre falha em 40 mil votos de eleições de 2014

GUSTAVO AGUIAR

09 Junho 2016 | 20h 56 – Atualizado: 09 Junho 2016 | 22h 37

Tribunal determinou a troca de mesários nas sessões eleitorais em que os erros foram identificados

Leia Mais:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,tse-pede-a-pf-e-procuradoria-investigacao-sobre-falha-em-40-mil-votos-de-2014,10000056311

Na hora em que vi a aberração, até me deu dúvida – seção ou sessão?
A própria justiça mostrou o óbvio, que os dicionários mostram:
seção é aquela casinha onde a gente vai para apertar o botão, descarregar a consciência, e soltar us pumlíticos;
sessão é quando aquela turma de capa preta se reúne para deliberar blablablás…
Eu voto na Seção 0095.

MENAZISKOLA, plis

Ou então, que nelas haja
Mais Português e menos Ociologês.

Nota zero para esse gehornallyzta.
I tambéim pra feçôra q naum ençinô dereitu.

baixo nível…

Primeiro, leio na Falha di Çumpallo uma “falta de matéria”  que afirma que o último presidente nascido em São Paulo foi Campos Sales – 1902 / 1906.
Provàvelmente o gehornallyzta da Falha pensa que Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, fica na Grande João Pessoa.

Depois, mudo para o Estadinho (Estragão), e encontro que Guararema é uma cidade do litoral paulistano.
Como alguém já havia antes comentado, o litoral paulistano é a orla do Rio Tietê, e Guararema, por acaso, também fica no Vale do Paraíba.

Esses são os gehornallyztas dos principais jornais da maior cidade da América do Çul.

Acho que vou ler apenas “O Jornal do Comércio de Sanclerlândia”,  onde provàvelmente os erros de informação são menores. Devem lá ao menos conhecer a própria realidade.

E ainda há gente que tem a coragem de dizer que o século XXI é o século da “informação”.  De-formação, isso sim.

Está na hora de tornar obrigatório o estudo de Português, História e Geografia em todos os anos das escolinhas de fundo de quintal, que expedem “deproma” de gehornallyzta para hanaufabétiqos.

 

Falta de leitura

Já comentei antes.

Encontrar agora, porém, um vetusto comentarista do “sério” Estadão cometer erro semelhante já é sinal de “inguinoranssa” desses de-formadores de opinião.

Ali Babá foi quem prendeu 40 ladrões dentro de uma caverna. Ele não era chefe da quadrilha.

Frankenstein foi o estudante de medicina que, no romance de Mary Shelley, criou um monstro em laboratório.

Ladrões da inteligência e monstros da estupidez são os que usam símbolos da literatura que nunca leram.

Voto distrital, outra vez

Já escrevi algumas vezes sobre o voto distrital aqui no blog, algo que para pessoas que são “simpatizantes” de um partido com bico grande e plumagem vistosa é considerado um dogma, e não pode ser questionado.

O jornal Estadão fez uma matéria, hoje, mostrando como a manipulação dos distritos leva a resultados diferentes em uma eleição.
Fora a aberração de que esses resultados SEMPRE favorecem os grandes partidos, criando uma espécie de bipartidarismo, que infelizmente está corroendo “nossa jovem democracia“. Minorias tornam-se maiores absolutas, em alguns critérios do voto distrital, basta reformular os mapas eleitorais. Claro que isso interessa a políticos profissionais.

Leia a matéria do jornal, no link acima,
e releia, também,

https://boppe.wordpress.com/2013/06/30/voto-distrital-pros-e-contras/

https://boppe.wordpress.com/2013/06/30/comecaram-as-enrolacoes/

https://boppe.wordpress.com/2013/11/03/o-voto-distrital-puro/

https://boppe.wordpress.com/2014/11/21/deputados-senadores-estados-municipios-voto-distrital-etc-e-tal/

https://boppe.wordpress.com/2014/04/20/municipios-o-cancer-outra-vez/

Ou seja, como se costuma dizer: o que é ruim sempre pode piorar.

Falta coragem para se experimentar outras fórmulas de reforma política.

Talvez se pudesse lembrar do voto comunal, diferente do distrital porque limites de áreas eleitorais não podem ser manipuladas pelos partidos interessados. São definidos na própria divisão administrativa do país.
Ah, mas isso não é parte do interesse dos políticos profissionais, claro.
Imaginem se eles vão se interessar em fundir municípios deficitários e obsoletos, e outras aberrações jurídicas que sugam o dinheiro público! O que farão os “nobres” líderes da associação brasileira de municípios? De que viverão? Terão de buscar trabalho e emprego?

Não quero convencer, quero apenas criar uma boa dúvida nas verdades absolutas que são repetidas todo o tempo para o eleitorado – obrigatório e de cabresto.

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