Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘Estados Unidos’

Queria ser dono de jornal

Queria ser dono de jornal.
Um jornal diferente.
Um jornal que não colocasse na primeira página manchetes como:

  • jogador de futebol tingiu o cabelo
  • a vida çequissuau duzartista da casa mais vigiada do país
  • famosa cantora desconhecida passa férias em ilha paradisíaca do outro lado do mundo
  • torcedores fanáticos customizam automóveis
  • saiba onde comer bolinho de bacalhau
  • morre atriz pornô
  • aberto concurso para concurseiros fracassados
  • remédios florais para pets
  • casal cria fábrica de geléias
  • vocalista diz que já perdeu as contas de quantas vezes se apresentou em festival
  • Kardashian en ropa interior para Calvin Klein
  • Woman coughs so hard she breaks rib
  • 130 000 dollars pour voir l’épave du Titanic
  • Amore tra principessa indù e sultano islamico scatena ira delle donne
  • Luxurious mansions you can stay in
  • The season’s sweetest hot chocolates
  • Mit dieser App siechern Sie sich vor dem Sex rechtlich ab

Não inventei nenhum. Todas essas manchetes estão hoje nos sites de jornais de quase todo o mundo.
Apenas dei a elas uma redação mais elaborada, em alguns casos.

Será que isso tem alguma relação com a infantilização e com a imbecilização geral da sociedade?
Esses assuntos merecem de fato o destaque que lhes é dado pela enpreimça?
Duvido que as pessoas que conheço também não preferissem outro tipo de notícias com que se ocupar.

 

 

 

 

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Vices

Sucessão e incapacidade

No caso de falecimento ou renúncia do Presidente, o governo é assumido interinamente pelo Presidente do Senado.[3] Até o presente momento, Alain Poher foi o único a assumir o governo temporariamente, o que fez em duas ocasiões distintas. A primeira ocasião foi em 1969 após a renúncia de Charles de Gaulle; e a segunda em 1974 em decorrência da morte de Georges Pompidou. É importante frisar que nesta situação o Presidente do Senado torna-se Presidente interino da República, sendo necessária a convocação de novas eleições presidenciais. Apesar da informalidade do cargo, Alain Poher é listado oficialmente como Presidente da França.

O primeiro turno de uma nova eleição presidencial deve ser organizado em não menos do que 20 dias e não mais do que 35 dias a contar da morte ou renúncia do Presidente antecessor. Na prática, por conta do espaço de 15 dias entre o primeiro e o segundo turno, o Presidente do Senado só pode atuar interinamente por um período de 50 dias, no máximo. Alguns poderes do Presidente da República são suspensos durante o governo interino, como a convocação de referendo e a dissolução da Assembleia Nacional. No caso de ausência do Presidente do Senado, os poderes do Presidente da República são exercidos por um governo provisório composto pelo Gabinete. Entretanto, os senadores podem eleger um novo Presidente entre si para assumir provisoriamente o governo.

Durante o mandato presidencial, o Primeiro-ministro pode representar o Presidente em eventos oficiais ou reuniões de cúpula.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Presidente_da_Fran%C3%A7a

É isso o que deveríamos fazer.
Acabar com essa coisa repugnante do vice, copiada dos Estados Unidos, que criou um presidente imperial, com vice para fazer o papel de príncipe de Gales.

E acabar com todos os vices, em estados e em municípios.

E nada de fazer eleição e levar mais de um mês para tomar posse.
Para dar tempo para o que vai sair roubar mais?

 

 

no Brasil esse comentário foi escondido

Esse comentário, que foi publicado em diferentes jornais britânicos e dos Estados Unidos,

ficou escondido pela nóça hizenta empreinça tupinambá.

Será que Donald Trump estava correto quando falou de terrorismo na Suécia?

http://www.telegraph.co.uk/news/2017/04/07/donald-trump-right-swedens-crime-immigration-problems/

http://www.dailymail.co.uk/news/article-4392312/Was-Trump-right-Sweden-terror-attack.html

Social Media Resurrects Donald Trump Sweden Gaffe After Stockholm Attack Kills 5

http://dailycaller.com/2017/04/07/remember-when-john-oliver-seth-meyers-mocked-trump-for-worrying-about-possible-terror-attacks-in-sweden-video/

Os vários ataques do terrorismo são muito tristes.

Tanto como é triste o viés míope estrábico da enpreimça brazuca.

 

mais em cima do muro – trump coxinha, etc

Terminada a fase de falta do que fazer, resta aos divisionistas coxinhas de mortadela ficar debatendo os atos de Donald Trump.

Que isso, que aquilo…

Que falta do que fazer!!!…

Até parece que os tupinambás participaram da eleição – que lá é regida pelo esquema de maioria dos Estados, como na Suíça é pela maioria dos cantões. Algo que funciona em federações de verdade, não nesses arremedos de imitação barata de loja de camelódromo.

Bem, mas até isso a brazucada quer contestar, como se nossas 890587380687092743907915723 constituições em menos de 200 anos tivessem sido melhores do que uma que está em vigor há quase 250 anos.

Ah, quase esquecia, o De Neva Inhoque Times não gosta do Trump. Claro, Carlos Slim Helú não gosta de concorrentes (tampouco George Soros) … Coisas de empresários.
E eu não gosto da embratel, da escura, e da net.  Coisa de consumidor.

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O muro de Trump

Frase no whatsapp:

Se o México deixar de enviar cocaína para os EUA durante dois meses, os próprios americanos derrubam o muro.

Pena de morte – Califórnia

Encontrei no Los Angeles Times a notícia de que a mesma Califórnia, que votou pela hilária, também votou pela aceleração da pena de morte.

Curioso, porque no estado de tão gente “cabeça”, cheio duzartista “liberais”, preferem matar logo quem está no corredor da morte, que por acaso é constituído principalmente de “latinos” e de negros.
Só que isso o jornal preferiu omitir.

No Brasil sequer temos prisão perpétua.
Embora a maioria dos condenados sejam os “mais frágeis”, o que é um fator que serve para todos os que são contra a pena de morte,
temos de lembrar que, se Maria Antonieta foi guilhotinada, bem que as famílias de certos políticos fluminenses poderiam ter destino parecido…

 

diferenças entre Brasil e Coréia do Sul

Recebi pelo whatsapp este vídeo (disponível no youtube), João e Kim, de autoria do economista e consultor Ricardo Amorim, sobre diferenças entre Brasil e Coréia do Sul.

 

Só que são necessários alguns comentários adicionais, para tanto simplismo:

Quantas semanas paradas ficam os professores coreanos?

Quantas pessoas se formam como bacharéis em deretchu, na Coréia, só para poder virar concurseiros e depois se encostar em um emprego do serviço público?

Quantos coreanos cursam faculdade educação física, para depois serem chamados de fessores nas academias de malhação?

Mais uma coisa: quanto vale um sindicalista na Coréia?

Quanto dinheiro a Coréia e os Estados Unidos gastam com Forças armadas? Quanto o Brasil pode gastar? Despesa que necessàriamente implica gastos com engenharia (e adicionalmente químicos, físicos, biólogos, matemáticos) e não com tribunais, bancas de devogadus, etc..

A diferença não é a escola: é a mentalidade de cabide de empregos.

Lembrei de um detalhezinho: na Coréia (como tampouco no Japão ou na China) vagabundo não pode bloquear as ruas com pneus queimados para defender bandidos.

Ou seja, diferenças entre Brasil e Coréia do Sul são um tema um pouco mais complexo do que o mostrado pelo consultor.

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