Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘Fidel Castro’

vandalismo

Ontem fui a Sobradinho, e na BR há, em dois lugares, painéis de propaganda de uma oficina mecânica, com retrato do grande assassino arghgentinho,
cognominado tchê quemerda (aquele que morreu em uma emboscada, com a localização oferecida pelo arqui-rival, o famoso coma andante).

Por que retratos desse bandido podem ser expostos, sem serem apologia ao crime, e outros são proibidos?
Se alguém quiser pôr um painel com retrato de Hitler ou Médici, pode?

Assassino é assassino de qualquer jeito.
seja de um grupo ou de outro.

Não venham com conversa de que os outros eram de direita.
Direita que não permite o livre mercado e a livre iniciativa é tão esquerda quanto os de ideário “marquiçista”.
Aquilo que houve na Alemanha ou na Itália não tinha nada de extrema direita.
Tinha sim de ditadura econômica, política e social.
Ah, mas isso não pode não agradar us militontos da ischquêrda, favoráveis à ditadura econômica, política e social.

Ninguém consegue me explicar por que os milhões de mortos dos ditadores comunistas têm de ser esquecidos,
e apenas lembrados os outros milhões de mortos dos ditadores nazifascistas do século XX (em quantidade menor, pelo que consta, somando-se todos).
Mao tsé-tung, stalini, fidelini, mengistu hailé mariam, pol pot, e outros mais, não são lembrados como facínoras…
Em troca, há pessoas (fanáticos anti-católicos) que insistem em falar da inquisição, como se ela tivesse sido o “auge” da perdição humana.

Ah, por falar nisso,
la framsse, esse maravilhoso país dos entelequetuaes disquerda, mandou mesmo quantos judeus para “virarem churrasco” na Alemanha?

Se eu for lá e apagar as pinturas do tchê quemerda, serei acusado de vandalismo.
Se eu puser fogo em um ônibus, com os brequibroques, não acontecerá nada.

Assim é este país.
Assim é este mundo contemporâneo.

 

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Fim da Guerra Fria

Não custa lembrar aos fãs do polìticamente correto que quem iniciou o bloqueio contra Cuba foi o adorado, simpático, “democrata”, católico, casado com mulher bem vestida, e coitadinho do John Kennedy, aquele que foi assassinado por um mafioso, porque haviam sido rompidos os acordos que o velho Joe Pai Kennedy combinara com a Máfia na década de 1920, quando a usou e abusou no tráfico de álcool durante a Lei Seca.

Não foi nenhum malvado republicano que hostilizou os coitadinhos cubanos durante décadas.

Tá bom? Um pouco de fatos fica bem, de vez em quando, para “arejar” a cabeça dos hipócritas de todos os países.

 

Essa conversa de diversidade só é boa, se for a meu favor.

Essa frase, que era a assinatura de correio eletrônico de um ex-colega de trabalho, está inserida no rodapé de meu blogue sobre livros.

Curiosamente, uma amiga fez o re-qualquer-coisa do tópico anterior neste blogue (enforcado nas tripas) em algum lugar da infernet, e alguém que não sei quem é, respondeu a essa amiga que “Por doutrina, jamais questiono o que muitas pessoas concluíram como verdades definitivas em sua vidas, mas em contrapartida nunca tive a mesma reciprocidade em termos de respeito e liberdade de pensamento do outro lado.”

Um encaixe na conversa de diversidade.

Concluiu o comentário com:
“jamais confundam anarquismo com o comunismo sem antes estudarem as duas coisas a  fundo.”

Mais um que afirma o que não viu ou existe.
Escrevi:
“A idéia, porém, acabou sendo apropriada por muitos outros, nas bases do pensamentos anarquista e comunista.
Não disse “pensamento anarquista e comunista”. Escrevi pensamentos, um pensamento anarquista e outro comunista.
O S no final do substantivo indica que os adjetivos se referem a uma pluralidade.

De qualquer modo, o que me levou a escrever agora este “pôste”, foi a tal diversidade.
Desculpa ótima nessa humanidade que vive a ditadura do polìticamente correto e falso.

Claro que há diferenças entre anarquismo e comunismo. Tanto assim que os comunistas esmagaram com crueldade a experiência anarquista que se tentou implantar na Ucrânia, quando da queda do Império Russo. Claro também, porém, que há semelhanças.
Do mesmo modo, o comunismo (ou socialismo do modelo leninista-stalinista-kruchtcvovista-brejnevista-gorbatchovista-putinesca, ou maoísta, ou castrista, tanto faz) tem muitas semelhanças com o fascismo de Mussolini. Tanto assim que a esquerda brasileira tem verdadeira idolatria por Getúlio Vargas, que era antes de mais nada um ditador fascista, ao estilo de Salazar, Franco e outros mais da época.

Quando a esquerda de cartilha xinga alguém de “fascista”, na verdade está apenas vestindo a carapuça dos próprios ideais getulistas, brizolistas, lulistas, “trabalhistas” do corporativismo de Mussolini e de Hitler. Benito aquele que se baseou em algumas das teorias de Lênin, Adolfinho o que aproveitou o revanchismo para envenenar a população alemã. Já que Getúlio foi o ditador que mandou Olga Benário, a mulher de Luís Carlos Prestes, o líder comunista, para um campo de concentração na Alemanha de Hitler, acredito que a esquerda de cartilha sofra da “síndrome de Estocolmo”.

Outra semelhança, que descobri com surpresa:
Nada mais parecido com as manifestações de “massa” do nazismo do que as manifestações que Franklin Roosevelt promovia nos Estados Unidos na mesma época. Até o Embaixador inglês ficou impressionado com a coincidência!

Diversidade? Não sei, no fundo é tudo farinha do mesmo saco.

Dá até para comentar sobre a palavra “oposição” no Brasil. O PT é filhote dos intelectuais do PSDB, que surgiu de um gozo do PMDB. Enquanto isso, o DEM é o nome transgênero da Frente Liberal, que era uma parte da Arena, que justamente fugiu de casa para casar com o PMDB. Dá para se falar em oposição, em diversidade? Problemas edipianamente mal-resolvidos.

Hoje vi uma pichação: “Frente Lésbica Feminista”. Se alguém fizer um “Movimento Gay Machista”, vai ser bem aceito? Provàvelmente, hoje em dia, será massacrado, por assumir o lado machista.
Se bem que os cantores do Village People justamente faziam essa caricatura, nos longínquos anos do século passado.

No fundo, são todos abóboras, abobrinhas, melancias, melões e pepinos colhidos no mesmo quintal, embora cucurbitáceas de aparências distintas.

Já não se fazem mais funerais como antigamente

O funeral de Mandela, em um estádio de futebol, é realmente um espetáculo para ser lembrado.

Sem qualquer constrangimento, líderes internacionais tiraram suas próprias fotografias para enviar a sites de relacionamento, a população local vaiou o atual presidente sul-africano, o intérprete da linguagem de sinais para surdos inventou os sinais que lhe pareceram mais apropriados,  a casa do Bispo Desmond Tutu foi roubada enquanto ele estava no serviço fúnebre, papagaios de pirata como Jon Mala Vox marcaram presença. Pudemos com isso até ser apresentados à primeira-ministra da Dinamarca, senhora Helle Thorning-Schmidt.

Para que a festa fosse completa, faltou que algumas “personalidades” da política e do mundo artístico sorteassem automóveis para a platéia.

Quem sabe no próximo show um patrocinador se lembre de suprir essa falha. Fidel Castro, por exemplo, poderia nos dar esse prazer do funeral-festa.

Da parte brasileira, deve ter sido agradável para o grupo de amigos do Planalto ter-se reunido para o convescote.

Lógica cubana

Em termos ideológicos, há perfeita coerência: regime castrista é aquele que castra.

Qual é a marca?

Qual é marca de roupa esportiva preferida pela comandante Fidel?

Quem adivinhar que é um produto estadunidense de nome grego, cujo significado é ” vitória”, ganha uma passagem de ida a Cuba, para assistir ao funeral do dissidente Orlando Zapata Tamayo, falecido aos 42 anos, em decorrência de greve de fome de 85 dias.

Passagem apenas de ida, para que os companheiros possam apreciar indefinidamente os benefícios de 50 anos do governo socialista cubano.

Foto localizada na internet, no sítio do jornal O Globo.

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