Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘imprensa’

Lady Di

Encontrei ontem esse link, que fala de um casal de jornalistas franceses que por outros motivos estiveram no mesmo hospital para onde foi levada, há 20 anos, a famosa Lady Di.

The New York Times: My Princess Diary. http://google.com/newsstand/s/CBIwx-WM8TU

Quando Diana Spencer morreu, confesso que fiz parte dos trilhões de pessoas que pelo mundo ficaram tristes.
Realmente foi triste.
Mas, agora, passados vinte anos, a imagem que tenho da mãe do William e do Harry of Wales não é nada positiva.
Mulherzinha chata!,
sempre se lamentando, adorando se fazer de vítima.
E o pai do filho ruivo?
E o amante egípcio?
Ela também fazia cara de vítima com eles?
Nunca se entrosou com a família Windsor.
Ninguém ia com as fuças dela.
Nem o marido, nem o sogro, nem a avó do marido, …
A outra, a substituta que deveria sempre ter sido a original, no final da história foi a pessoa que trouxe senso de humor dentro daquela família tão distante.
Lógico que jornalistas, “historiadores”, ongueiros, artistas, e toda essa laia de oportunistas sente saudade do tempo em que faziam mil fofocas, e até hoje ganham bastante dinheiro explorando o mito da nossa senhora das aparências.
– Diana, ouvi dizer que as pessoas com menos de 30 anos não dão a mínima para o fato de você ter morrido.
Eu acho que rejuvenesci
Faço parte desse grupo.
Vamos chorar pelo que pode ter valido a pena.
Certamente não se incluem na relação Diana, os Kennedys, a peronzinha a evitar, e tantos outros mitos de pés de barro sujos no esgoto.
Vamos nos lamentar por gente que era sincera e autêntica. Não por essas figuras pré-fabricadas.

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a eleição do Trump, a imprensa, os analistas, etc e tal

Enviaram-me este texto:

Recado para a imprensa em geral:
Vocês esqueceram de fazer jornalismo para fazer campanha declarada em prol do Reino Unido se manter atrelado ao monstro burocrático que se tornou a União Europeia. Chamaram milhões de trabalhadores e pobres de xenófobos, disseram que era um absurdo o interior decidir algo tão importante, avisaram que seria o apocalipse na terra se o Brexit vencesse.
Perderam. O Reino Unido – se o establishment deixar – sairá da União Europeia. E está melhor do que nunca com isso.

Vocês esqueceram de fazer jornalismo para fazer campanha declarada em prol de um acordo do estado da Colômbia com as FARC, um grupo marxista terrorista que sequestrou e matou milhares de pessoas, acordo este que incluía cotas para terroristas na Câmara e no Senado colombianos, e taxaram aqueles contrários a esse acordo de intolerantes e contrários a paz.
Perderam. A Colômbia não quer terroristas no Congresso.

Vocês esqueceram de fazer jornalismo para fazer uma campanha ainda mais declarada e totalmente tendenciosa em prol de Hillary Clinton, apostando todas as fichas na eleição de uma das políticas mais corruptas da história dos Estados Unidos. Chamaram milhões de trabalhadores de brancos ignorantes, caipiras, burros, xenófobos, racistas, homofóbicos, machistas e toda sorte de invenção possível para elevar Hillary Clinton a um pedestal de santa enquanto Donald Trump era o demônio.
Perderam. Trump será o presidente, os republicanos terão a Câmara e o Senado. E elegerão a nova Suprema Corte.

Deixa eu contar algo pra vocês: a grande maioria das pessoas está pouco se lixando pra esse mimimi politicamente correto que vocês estampam a cada mínima coisa que alguém – que não seja de esquerda – faz que seja politicamente “incorreta”. As pessoas querem trabalhar, ter sua casa, seu carro, viajar, ver os filhos vivendo bem, envelhecer bem, enfim, ter uma boa vida. Mas fica difícil enxergar isso quando vocês só estão preocupados em procurar racismo, machismo, homofobia, xenofobia e similares em qualquer mínima coisa do dia a dia.

O resultado disso? Jornais fechando ou com queda nas tiragens por todo o mundo, mídia sendo cada vez mais contestada – graças às redes sociais, que vocês não controlam – e o povo fazendo nas urnas exatamente o contrário do que vocês passam meses defendendo de forma tão acintosa que chega a ser ridícula. Como disse um comentarista da americana NBC, fazendo um mea culpa ao vivo, vocês não estão ouvindo o que as pessoas estão falando, vocês estão tentando impor a elas o que elas devem falar.

A era da grande mídia como quarto poder está chegando ao fim. E se vocês não mudarem, jogando no lixo esse esquerdismo militante e entendendo que há liberais, conservadores e diversos outros pontos de vista na sociedade que devem ser ouvidos, serão extintos juntos com essa era.

THE NEWS WILL BE GREAT AGAIN. E cada vez dependerão menos de vocês.

Resumindo: O povo cansou de mentiras de políticos . Dizer que gosta de pobre, não convence mais.  Vale dizer a verdade

Hoje de manhã, ouvindo rádio na estrada, na Jovem Pan estavam entrevistando dois professores de Relações Internacionais. Não pude anotar seus nomes. Um deles disse, se houver guerra não será Trump que começará, mas os líderes que vão querer colocar manguinhas de fora porque os americanos estarão cuidando deles e não dos outros.

No caso do Brasil, mencionou que considera uma tremenda mentira o discursinho batido de que “é preciso inserir o Brasil no cenário internacional. Inserir não depende da ” boa vontade” dos outros, mas da competência do país em ocupar espaço. E Nunca um país que tem vergonha de ter forças armadas será digno de fazer parte do conselho de segurança da ONU.” E é claro, que no Brasil pós-88 é vergonhoso falar em forças armadas.

O Brasil quer cuidar do quintal dos outros? Com dois presidentes dos poderes retirados quase ao mesmo tempo, e ainda um outro em vias de ir pelo mesmo caminho? Quantos países tiveram DOIS impeachments de presidentes em menos de 30 anos?

Parece que os “analistas” que tanto fizeram propaganda pela campanha de Hillary, lá e cá, deveriam se preocupar em ser mais precisos, e menos partidários. Afinal de contas, -ista é sufixo de “seguidor” (dentre outras características),  e no caso parece que os “analistas” apenas seguem o ânus dos líderes.

imprensa estrangeira

Leiam:

http://noblat.oglobo.globo.com/artigos/noticia/2016/05/deu-no-new-york-times.html

e

http://noblat.oglobo.globo.com/artigos/noticia/2016/05/o-enigma-e-o-ossobuco.html

e também

http://noblat.oglobo.globo.com/artigos/noticia/2016/05/nem-cor-nem-genero.html

E complemento que assim como a “enpreimça duzestaduzunidu” não tem condições de falar de Brasília, menos ainda tem aquele pasquim sindicalista The Guardian para fazer editorial, para apontar (também a partir do rio de janeiro) que o atual ministério do governo brasileiro tem muita testosterona e pouca melanina.

A correção política já acabou. Morreu, fede, mas há gehornallyztas que insistem em mantê-la nos aparelhos.

Em tempo: espero que um dia a BBC volte a ser um órgão confiável, e não um antro de bebês, onde bebe-se para dar emprego ao aparelho “trabalhista” que o tonho blé montou no último governo, e que o davizinho camarão não soube extinguir.

Será que “éçizómi da enpreimça num çábi” que a corrupção também assola a política em seus países? Basta relembrar o casal Clinton…

Gramsci: Fique no Inferno!

 

Uber agredido por máfia

Você tem coragem de entrar no veículo em que o motorista é um monstro desse tipo?

Quando você dá sinal para um táxi, nem o nome do meliante você sabe.

TÁXI NUNCA MAIS!

 

http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2015/10/no-df-motorista-do-uber-e-agredido-por-taxistas-e-leva-8-pontos-na-cabeca.html

 

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2015/10/25/interna_cidadesdf,503828/taxistas-agridem-motorista-de-uber-durante-briga-no-setor-hoteleiro-no.shtml

O semipresidencialismo

Embora tenha sido publicada em abril, só em outubro os demais meios jornalísticos perceberam que o ministro do STF Luís Roberto Barroso defende o semi-presidencialismo como sistema de governo para o Brasil.

Não é devaneio de advogado. É a constatação de que termos copiado, com a república, o presidencialismo “imperial” do modelo dos Estados Unidos, gera mais instabilidade do que governabilidade nos outros países da América.

E para quem defende o parlamentarismo, que tentamos (em golpe) implantar em 1961 (com o contra-golpe que o eliminou em 1963), basta lembrar quem seriam nossos primeiros-ministros.
Severino Cavalcanti, Aldo Rebelo, Arlindo Chinaglia, Michel Temer, Marco Maia, Henrique Eduardo Alves, Eduardo Cunha – se prevalecerem os deputados, ou
Edison Lobão, Ramez Tabet, José Sarney, Renan Calheiros, Tião Viana, Garibaldi Alves Filho, José Sarney (de novo), Renan Calheiros (de novo), no caso de senadores prevalecerem.
É esse o parlamento que teríamos para exercer também as funções do Poder Executivo.

Cabe agora um parêntese – o jornalista que fez a matéria confundiu “ligeiramente” o parlamentarismo com o semi-presidencialismo. Normal… – nem sempre gosta de pesquisar.

Bem, de toda modo, não dá mais para o Brasil insistir em copiar o modelo hiper-presidencialista, ainda mais quando, desde 1889, sempre vivemos crises entre o presidente e o vice. O que se dirá entre os poderes?…

Precisamos de todo tipo de reforma. Eleitoral, política, tributária, da federação (e nossos perdulários municípios), e tantas outras.

Tantas reformas, que tornam evidente que precisamos de uma futura constituição, com o “pequeno enorme detalhe” de seja feita por pessoas que não sejam os próprios beneficiários dela, como ocorreu no golpe de 1987-1988.

 Atenção:  este post foi escrito em outubro de 2015.  Antes da tentativa espúria do PMDB de querer “sugerir” essa reforma, em março de 2016.

Os refugiados que chegam na Europa

De repente, por conta da foto de uma criança morta, parece que houve comoção mundial com relação ao assunto “refugiados” que fogem diariamente da África e do Oriente Médio, em busca do refúgio que lhes garantirá as benesses do welfare state em países europeus.
Milhares de outros refugiados também fazem aventuras no Sul e Sudeste da Ásia, em direção à Austrália, mas não ganharam ainda a atenção de todo o mundo.

MAS, PORÉM, TODAVIA, CONTUDO, ENTRETANTO, faço duas perguntas:

  1. alguém lembra que foi dona hilária, aquela senhora que postula a candidatura à presidência dos Estados Unidos, que sob a égide de Barraca de Obaoba, fez a bagunça política que destruiu a Líbia e a Síria (e a Tunísia, o Egito, …), e solidificou a barbárie que já imperava em outros países, como Afeganistão, Iraque, territórios palestinos, Sudão?  Exército Islâmico (ISIS) e Boko Haram surgiram depois que as delicadas patas de dona hilária intrometeram-se em diversos países.
  2. alguém questiona a posição dos países ricos em petróleo (Arábia Saudita, Barém, Kuaite, Catar (Al Jazira), Emirados Árabes Unidos (Dubai e AbuDhabi) ? Um jornal inglês indagou por que esses países não receberam nem unzinho refugiado sírio, iraquiano, palestino, etceterino (africanos muçulmanos), quando autoridades desses países dos reis e emires declararam que aceitar esses refugiados poderia enfraquecer a segurança nacional, dada a alta probabilidade de haver terroristas disfarçados no meio dos refugiados.

Como é sabido que esses países financiam esses grupos de radicais terroristas – não oficialmente, é claro, mas por meio de “doações” dos milionários locais…
Desse modo,

Por isso, surge a hipótese: os países árabes que não recebem seus “irmãos” que buscam refúgio devem saber a razão da atitude pouco generosa no diz respeito a ajuda humanitária.
Ao menos poderiam ter o cinismo de contribuir financeiramente aos países europeus, para alojar os refugiados de quem eles querem manter distância.

Guerra do Paraguai

O jesuíta argentino (o famoso 333 – meio besta) mais uma vez abriu a boca para dizer besteira.

Agora veio com o discurso esquerdopata de que o Paraguai é um coitadinho, por culpa dos gananciosos vizinhos que saquearam o país na segunda metade do século XIX.

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/07/1654559-em-missa-papa-diz-que-guerra-do-paraguai-foi-injusta.shtml

Pois eu digo que CHEGA DESSE DISCURSO PESTILENTO, que foi tão difundido por autores como Júlio Chiavenato (que não é historiador), interessados em falar mal dos governos militares (mas que comprava a propaganda de um ditador chamado Stroessner, que inventou o mito do bom ditador Solano López).
E para quem fugiu das aulas de História do Brasil na escola primária, é bom lembrar que houve antes uma Questão Christie, que provocou o rompimento de relações diplomáticas entre Brasil e Inglaterra, e, portanto, a tese de que o imperialismo inglês estava por trás da Guerra não se sustenta.

Por favor, Imbroglio, Tramboglio, sei lá como é o nome desse cardeal, procure ler o livro Maldita Guerra, de Francisco Doratioto, e pare de abrir a boca sobre assuntos que não são de sua competência. Vá estudar teologia com o Alemão, o papa verdadeiro! Não teologia da escravidão esquerdopata, mas a católica.

um link:

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,a-guerra-do-paraguai-sob-nova-visao,489869

Ah, em tempo: não há mais documentos secretos sobre a Guerra, escondidos no Rio de Janeiro, como volta e meia alguns jornalistas de meia pataca gostam de repetir.

Outra coisinha: não temos essa coisa de dívida cármica com os paraguaios, como se diz na Tríplice Fronteira. A quem interessa essa aberração? Nem precisa responder…

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