Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘Índia’

Redução de ministérios

O novo primeiro-ministro da Índia, Narenda Modi, deu posse aos novos ministros.

Do número anterior de 70 ministros, sob o governo sempiterno Partido do Congresso da dinastia Nehru-Gandhi, a Índia passou a contar agora com “apenas” 46.

Uma redução, sem dúvida, mas…

Em Pindorama, alguns candidatos dizem que reduzirão o número de ministérios, dos atuais 39, para a metade.
Eu seguramente conseguiria compor uma administração federal com 18, mais um ministro extraordinário encarregado da Eliminação de Corruptos.
O trabalho deste poderia ser exercido nos campos de fuzilamento a serem instalados nas “arenas” da copa do mundo.

Anúncios

Vamos emburrecer a nação brasileira!

Uma figura, que não sei como qualificar, decidiu que uzalunu naum teim qi studá palavra defíssis nus dissionaru.

É, a senhora Patrícia Secco vai reescrever clássicos da literatura brasileira, para torná-los acessíveis a todos os burros e, sobretudo, aos preguiçosos que não sabem consultar dicionário (em papel ou na internet). Como aparece na matéria da Folha de São Paulo, “sagacidade” virou “esperteza”, por exemplo.
Não, minha senhora, não é ischpérto emburrecer a população!

Como talvez não tenha se interessado em estudar outras línguas, dona Patricinha nunca observou que, em outros países, livros de escritores considerados clássicos, editados para estudantes, são publicados com notas de rodapé que dão o significado de palavras menos usuais, e com explicações sobre fatos e/ou personagens menos conhecidos desse público a que se dirige esse tipo de trabalho didático.

A tal “escritora” não sabe que cultura adquire-se com experiência, com leitura, com visitas a centros de estudo. Ou será que é nas ruas, em festas funks? Nem sei mais, confundi-me.

Nada como a inversão de valores para chegar aos resultados desejados por certos grupos:

VAMOS EMBURRECER A NAÇÃO BRASILEIRA!

VAMOS NIVELAR TUDO POR BAIXO!

Sem essa, não vai dar certo.

Se já perdemos o bonde da história com relação a outros países que, em 1960, eram mais atrasados do que nós, como Coréia do Sul, Índia, e outros mais, que investiram em educação, daqui a 20 anos teremos sido convertidos, com projetos como o dessa inqualificável, em algo no nível do Tchad ou do Haiti. Esse projeto político pode interessar a alguns grupos.

Lugares odiados

O jornal inglês The Telegraph publicou uma matéria, em que um monte de celebridades (desconhecidas para nós) falou sobre lugares que odeiam.

Nunca tinha ouvido falar dessas celebridades, e tampouco de alguns desses alguns desses lugares.

Amigos comentaram qual impressão tiveram desses mesmos lugares.

Eis a lista:

  1. Las Vegas – nunca fui e não conheço ninguém que tenha gostado de conhecer a cidade;
  2. Kuala Lumpur – os ingleses não gostaram, eu não conheço e não pretendo ir até lá, brasileiros disseram que gostaram e curtiram a cidade;
  3. Dubai – tão visitada por certos brasileiros, é a marca registrada da breguice do planeta; contém a aura do consumismo, segundo um dos ingleses;
  4. Nova “Inhoque” – um dos ingleses definiu a cidade como superficial; a maioria dos brasileiros considera, porém, que lá é que está tudo de melhor no mundo; não faz meu gênero;
  5. Los Angeles – alguém bom da cabeça gosta de Los Diablos? feia, esparramada, com um trânsito de fazer inveja ao pior plutoniano;
  6. Viena – inamistosa; bem, eles não falam alemão, mas o dialeto próprio; os brasileiros que foram até lá gostaram da cidade; os que ainda não foram pretender conhecê-la;
  7. Mombaça (Quênia) – você faria uma viagem até lá? ou a Mombaça, no Ceará? conheço duas pessoas que já visitaram as praias e os focos de malária da cidade; poor people;
  8. Skegness – tive de procurar no google para saber que é um recanto de verão inglês; deve ser mesmo muito animada… ; nem devia estar na lista – podia ceder o lugar para La Paz, onde o pessoal, aquela cidade a respeito da qual os bolivianos dizem: Prefiero morir en La Guerra que vivir en La Paz;
  9. Hong Kong – um dos ingleses definiu com um cenário de Blade Runner; brasileiros que a conheceram dizem que é uma cidade com muita vida;
  10. Chittagong – eu aposto que o sonho de consumo de meus leitores seja fazer turismo em Bangladesh, não é mesmo?
  11. Délhi – todos os brasileiros que conheço, que lá estiveram, dizem que Nova Délhi é 0,25% melhorzinha; feia, mal acabada, com um trânsito caótico (lá sim é caótico!);
  12. Lutton – algum lugar perto de Londres; outra vez uma cidade que não deveria estar na lista – não faz sentido esse provincianismo na lista;
  13. São Paulo – a cidade em que nasci é idolatrada por quem mora lá; eu não a suporto; fico o menor tempo possível quando tenho de fazer alguma viagem até lá; alguns amigos comentaram que algumas regiões têm o seu charme, enquanto o restante parece entulho cheio de cinza;
  14. Seattle – parece tão simpática nos filmes americanos; talvez valesse a pena conhecer, apesar do clima eternamente chuvoso;
  15. Abu Dhabi – irmã gêmea de Dubai; não fui e não quero conhecer nem nas outras quarenta e cinco próximas “encadernações”;
  16. Reykjavik – eu ir até lá e correr o risco de encontrar a Björk na esquina? além do mais, passar frio não é meu esporte;
  17. Tóquio – os ingleses cujos comentários serviram de base para a matéria comentaram que não gostam de lugares muito grandes (só o Hyde Park, claro); a mim  impressionou muito, e me assustou muito – é o exagero do exagero do superlativo; alguns amigos disseram que quem não conhece Tóquio nunca conheceu uma verdadeira cidade em sua vida;
  18. Perth – é tão longe que nem os australianos sabem direito onde fica; não conheço e não pretendo ir até lá;
  19. Romênia – desde quando Romênia é cidade, seus inglesezinhos? Conheci o país há 30 anos, e garanto que era MUITO PIOR do que é hoje;
  20. Benidorm – vê se pode, um Camboriú piorado, perto de Valência, com esse nome de BeniDorme? Eu, heim… não conheço quem pretenda ir até lá.E você, quais suas impressões sobre essas cidades, e qual sua lista de as piores do mundo?

Linha do tempo

Como era o mundo quando eu nasci:
Hirohito era imperador do Japão,
Getúlio governava o Brasil,
Salazar comandava Portugal,
Franco dominava a Espanha,
Pio XII era o papa,
Churchill era o primeiro-ministro britânico,
Tito tinha a Iugoslávia a seus pés,
Perón fazia das suas na Argentina,
Nehru era a unanimidade na Índia,
Rainier III principava Mônaco, embora ainda sem Grace Kelly,
Mao Tsé-tung aprisionava a China,
Adenauer restabelecia a Alemanha.

Mas como sou de uma época pós-II Guerra,
Israel já existia, e David Ben-Gurion era seu primeiro-ministro,
Elizabeth II já era rainha da Inglaterra, e
Eisenhower tinha sido empossado como presidente dos EUA.

Stálin, quando soube que eu estava para nascer, preferiu morrer uns dias antes, dizendo:
“Não há no mundo espaço para dois super-astros.”
Mary of Teck, a Queen Mary do transatlântico, porém, preferiu aguardar uns dias para me conhecer e morreu uma semana depois de eu ter nascido. Ela esteve na maternidade e me deu de presente uma libra de ouro com o retrato do falecido marido. Tenho a moeda bem guardada para mostrar a quem duvidar. Tia Mary morreu uma semana depois de eu ter nascido – não resistiu à emoção de ver um bebê tão lindo!

Imagine alguém que nasça agora, o que terá para dizer no futuro:
Ruimsseff entrava toda hora em cadeia nacional de televisão para mentir sobre o Brasil.
Kitchen tinha herdado a Casa Rosada argentina.
Portugal e Espanha eram administradas pela alemoa brava, a Merkel.
O papa era argentinho.
Um camarão era primeiro-ministro da Inglaterra.
A Iugoslávia não existia.
Putinho estava na Rússia, mas a URSS tampouco existia mais.
Índia, sei lá, algum indiano andava por lá.
Na China, algum burocrata de terceira categoria exercia as funções de chefelho.
Mônaco só era lembrada quando havia corrida em Monte Carlo. Nem as princesinhas faziam mais escândalo.
Israel ahn, quem era mesmo o primeiro-ministro? Nem se fala mais desse lugar.

Ah, quando eu nasci Dalai Lama XIV era o chefe tibetano, mas vivia na China.
Hoje em dia ainda ele se diz chefe tibetano, mas mora na Índia.

Moral da história:
Que tristeza ver o mundo atual…

Dá para dizer feliz ano novo?

Jóia falsa

Comentei com um amigo que pratica o zen-budista sobre a novela das 6, “Jóia Rara”, que talvez vocês já tenham visto (ou assistam, por que não?).
Esse amigo me enviou um link com acesso a um blogue de monges budistas Mahayana.

Leiam-no:

 http://rarajoia.blogspot.com.br/

Bem, vocês poderão ver que o budismo da novela é budismo de Jacarepaguá, do projac.
Os monges no blog explicam várias coisas sobre o budismo búdico, o de Sidarta Gautama, não aquele da novela.

Outro amigo  complementou que o tal budismo tibetano é fruto da tentativa de vários monges oriundos da Índia – que pagaram com a vida por isso – de “civilizar” povos selvagens que viviam no Tibete.

A religião original tibetana era o Bon-Pö (uma das poucas demonolatrias assumidas do mundo – outra conhecida é de um povo no Iraque).

Daí a cultura popular religiosa do Tibete ser cheia de práticas supersticiosas, bem longe dos ensinamentos de Sidarta Gautama. Para ser aceito pelos tibetanos, o budismo teve que moldar-se ao Bon-Pö (algo semelhante ocorreu no Japão entre o budismo e o xintoísmo).

Outro erro teórico/doutrinário crasso do budismo tibetano é a tal reencarnação constante do/de um Buda. Alguém quando atinge o estado de Buda, sai deste estado de coisas e não fica preso a um processo sucessivo de reencarnações (o Sâmsara). Só é preso ao Sâmsara aquele que não atingiu a Iluminação.

Nyorais e Bodhisattvas são entidades exclusivas do Budismo Mahayana. Inimagináveis no universo Theravada.
As crenças tibetanas ligam-se à corrente Vajrayana, ao que é tântrico, esotérico, mágico.

Complemento com coisas que já escrevi anteriormente aqui neste blogue:

o Tibetinho lindo da alma pura dos ONGeiros só foi país na cabecinha dos britânicos, no século XIX,  que tentaram invadir o Afeganistão (e se deram muito mal) e que queriam de toda forma criar um bloqueio entre a “pérola da coroa” (Índia) e a China e também a Rússia.
Nenhum mapa antigo (já falei disso no blog) mostrava esse tal país chamado Tibete, nos séculos XVI a XIX. Foram europeus que começaram a pintar mapas em que o “teto do mundo” aparecia como país.
Nunca houve embaixadas em Lhasa. Houve, sim, consulado britânico e consulado americano. Consulado e embaixadas são bem diferentes.
Em 1911, depois da proclamação da república chinesa, havia deputados tibetanos na assembléia nacional constituinte.
Se o Tibete fosse outro país haveria esses deputados em Pequim?
Em 1958, a China maoísta aumentou o efetivo militar no Tibete, porque fez isso em todo o país chinês.
Quando o lama veio com resistência, é porque o comunismo ia acabar com o regime de servidão em que viviam 85% dos tibetanos. Outros 10% eram sacerdotes e 5% eram pessoas livres!

Grande democracia, não é mesmo?
Daí o lama virou herói do ocidente, e apareceram os carinhas com cartazes Free Tibet.
Concordo, se for Free daqueles sangue-sugas que deixaram a região tibetana naquelas condições por tantos séculos.

Resumindo: os tibetanos fizeram um sincretismo entre o budismo e outras religiões mais antigas. Uma coisa como a umbanda no Brasil, sincretismo de catolicismo, kardecismo e crenças africanas e indígenas.

Ah, mais um detalhe: o “budismo” tibetano é tão autêntico, que, por acaso, bem por acaso, o Tibete só se converteu ao budismo em último lugar nas regiões asiáticas.
Ao contrário do que podem sugerir mapas, dada a vizinhança entre o Tibete e o Nepal, o budismo, que surgiu na fronteira do que hoje é Nepal com a Índia, primeiro foi para o Ceilão, para a Tailândia, para a China (pelas rotas comerciais que passavam por onde hoje ficam Mianmar-Birmânia e Tailândia), para a Coréia e Japão, para o Vietnã, para o Afeganistão (os budas que os talibãs destruíram), Mongólia e Sibéria, e só depois, quando é que lembraram de subir o Himalaia para catequisar aqueles povos das montanhas, que viviam com as práticas religiosas da antiga demonolatria.
Isso é bem documentado em livros sobre a história do budismo. Se quiserem passo depois nomes de livros que falam sobre isso.
Mais de mil anos depois que outros povos já eram budistas, foi que os antepassados do lama viraram budistas. E mesmo assim ainda têm o desplante e cara-de-pau de dizer que o lama é o líder religioso de todos os budistas.

Por favor, plantem mais batatas e falem menos abobrinhas.
Dalai lama é um agitador político, que não quer o bem do povo tibetano, mas deseja o restabelecimento do sistema de servidão e castas.
Vai dizer isso… Lincham você. Ele é tão bonzinho… Até já ganhou prêmio nobel (como Obama, Arafat, e outros tantos líderes pacifistas).

Quando encontrar na rua uma manifestação Free Tibet, pode chamar o SAMU para recolher aquele pessoal: trata-se de um bando de malucos que não querem entender o mínimo da realidade e da história do mundo.
São apenas agentes disfarçados da servidão humana.

Para quem não sabe:
Mahayana (grande veículo) é o budismo da maior parte dos países com que temos contacto em budismo (Japão, China, Vietnã)
Theravada, dos anciãos, (erradamente chamada de Hinayana por alguns, veículo pequeno), é o budismo tradicional da Índia, do Ceilão, Tailândia, Laos e Camboja.
resumidamentíssimo:
grande veículo: o budismo como salvação para todos
pequeno veículo: cada um por si

Aprendi muito com o que dizia
Sidarta Gautama. Paro ai!!!!!!!

trabalho escravo

Para variar, a Mauritânia ficou na pior classificação na avaliação da Walk Free Foundation, a respeito do trabalho em condições de escravidão em 162 países.

Escravidão que é quase tão velha quanto a própria humanidade.

links aqui no blog com post em que já falei deste tema:

https://boppe.wordpress.com/2008/11/20/escravidao/

https://boppe.wordpress.com/2009/07/04/a-escravidao-e-outros-temas-afins/

https://boppe.wordpress.com/2012/12/06/escravidao-ii/

O Haiti, xodó dos ONGeiros, está em segundo lugar. Não adianta você contribuir para as criancinhas do país – governantes corruptos e organizações internacionais desviam o que foi dado – sua contribuição irá para alguma conta na Suíça, e não para aquela criança magra que a atriz mostra na televisão.

Os ditos BRICS enquadram-se entre os piores na tabela: Brasil 94, Rússia 49, Índia 4, China 84, África do Sul 115 (o melhor situado dos cinco “emergentes”).

Segundo o trabalho da Walk FF (quase uma WFF, que pavor!), no Brasil, o trabalho análogo à escravidão concentra-se sobretudo nas indústrias madeireira, carvoeira, de mineração, de construção civil, nas lavouras de cana, algodão e soja, e na exploração sexual. Se bem que neste último item, países europeus dão uma contribuição e tanto no mundo todo.

Uma pena que no caso brasileiro fonte das informações seja o Ministério do Trabalho e Emprego, aquele órgão que sempre está envolvido em corrupção, em favorecimento ilícito a ONGs de fachada, pertencentes a políticos.

Com isso, acho de pouca valia nos estendermos mais sobre o assunto.
Escravidão é um bom negócio para governos, para organismos internacionais, para ONGs, para empresários, e para jornalistas “especializados”.
E ainda temos de tolerar os falatórios para o pagamento de “indenizações”. Quero minha parte, então, pois o avô de meu bisavô veio para trabalho em condições análogas à escravidão (como se classifica hodiernamente) na famigerada fazenda Ibicaba, no interior de São Paulo, junto a tantas outras famílias européias enganadas pelo senador Vergueiro.
No caso dos brasileiros que descendem dos escravos trazidos da África, acho que as indenizações deveriam ser pagas pelos riquíssimos ditadores (re-eleitos periòdicamente) daquele continente, pois eram governantes da região que vendiam pessoas para comerciantes árabes ou europeus. Esses aí não viajavam pelo interior do continente para capturar pessoas – o negócio era realizado nos entrepostos do litoral, como bem registrado na História.

A Lei Rouanet

A Folha publicou uma matéria sobre uso da Lei Rouanet.

O jornalista desanca o uso de recursos da desoneração fiscal para reforma de igrejas, pontes, sedes de governo, uma Oktoberfest e até celebração de torcida organizada.

Ponte? É a Ponte Hercílio Luz, cartão-postal de Florianópolis.

Sedes de governo? Campo das Princesas, em Recife, e Palácio Laranjeiras, no Rio de Janeiro.

Igrejas? igrejas e catedrais em Goiana (PE), Curitiba, Porto Alegre, São Paulo e Campinas.

Certamente o jornalista deve ter tido aulas de história apenas no cursinho pré-vestibular, com um desses professores que leciona (mal) o ateísmo comunistóide.

Será que o empregado da Folha nunca ouviu falar dos milhões de turistas que visitam Roma, Granada, Colônia ou tantas outras cidades?
Será que os turistas vão procurar apreciar a arquitetura das igrejas e templos, com pinturas, e esculturas, ou fazem as visitas para conhecer os prédios das redações dos jornais locais?

Não importa qual seja a religião dos grandes templos – Angkor, Taj Mahal, ruínas maias, pirâmides, templos gregos, catedrais católicas, etc. – essas grandes construções têm sim de receber apoio financeiro especial para continuarem a ser os grandes marcos referenciais da arquitetura de todas as épocas e de todos os lugares.

Se obras que envolvem religião não merecem apoio para conservação e restauro, então a Casa de Portinari, em Brodowski, tem de ficar abandonada. Os murais de Benedito Calixto ou de Aldo Locatelli podem despencar das paredes. Etc. e tal. Provàvelmente, também,  o autor da matéria no jornal não sabe o valor histórico da igreja de Santa Ifigênia, no Centro de São Paulo.

Vale o mesmo para grandes palácios. Se fosse um dos caixotes de concreto armado, construídos pela “arquitetura moderna”, certamente o autor da matéria na Folha daria opinião diferente.

Se o jornalista acha que as construções brasileiras não merecem respeito, melhor mudar-se, por exemplo, para Havana, e tentar salvar os sobradões em ruínas da cidade.

Em tempo: sou contra, isso sim, o uso de dinheiro, através da Lei Rouanet, para espetàculozinhos de jazz ou de funk, com artistazinhos de 18a. categoria.

Nuvem de tags