Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘Inglaterra’

Coitado do touro

A tag “corrida de touros”, no final do post, mostra quantas vezes já comentei antes sobre essa “tradição”.

Dois toureiros morreram na Espanha no mesmo sábado, um deles com direito a transmissão “ao morto e em cortes“.

Espero que muitos outros toureiros morram nas próximas semanas, já que esse “esporte” é de um imbecilidade difícil de ser comparada. Talvez possamos falar da América, com suas rinhas de galo…

O pior é que o touro não teve direito a manicure para limpar os chifres.

Espanhóis, depois, vem com aquela conversinha mole de “direitos”.

Devolvem Ceuta e Melilla para o Marrocos, e depois pensem em dialogar com os ingleses sobre Gibraltar.
As duas cidades africanas estão ocupadas por invasores há muito mais tempo.

 

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90. aniversário

Parabéns, Tia Beth.

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Quando eu nasci, você reinava há alguns meses. E só conheço o mundo com você fazendo reinações.
Bem mais saudáveis para você mesma e para todos os britânicos do que outras reinações que uns e outras aprontam.

 

Imagem

a república brasileira

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Vereador de ônibus

Em Londres (e outras cidades inglesas), prefeito e vereadores são obrigados a utilizar o transporte público.

http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2013/08/1324221-prefeito-e-vereador-de-londres-ganham-vale-transporte-em-vez-de-carro.shtml

Na Tupiniquinlândia, essas ótóridades ganham nababescos salários, só usam automóvel oficial com motorista (ônibus, só se estiver acompanhado de 20 assessores e 40 jornalistas, em época eleitoreira), e ainda fazem legislações contra a melhoria do transporte público, como a proibição do UBER.

Pior que ainda são aplaudidos por sindicatos da pior escória, como os que na semana passada realizaram paralisações nos ônibus de todo o país, para exigir que todos os ônibus tenham cobradores.
Por que não também cobradores em trens, metrôs, aviões, navios, … ?
Os outros países é que estão errados, é claro!

God Save the Queen!

Atrasado não são os monarquistas, mas esses rés-pubicanos de baixíssimo grau. (rês, rés e ré)

Guerra do Paraguai

O jesuíta argentino (o famoso 333 – meio besta) mais uma vez abriu a boca para dizer besteira.

Agora veio com o discurso esquerdopata de que o Paraguai é um coitadinho, por culpa dos gananciosos vizinhos que saquearam o país na segunda metade do século XIX.

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/07/1654559-em-missa-papa-diz-que-guerra-do-paraguai-foi-injusta.shtml

Pois eu digo que CHEGA DESSE DISCURSO PESTILENTO, que foi tão difundido por autores como Júlio Chiavenato (que não é historiador), interessados em falar mal dos governos militares (mas que comprava a propaganda de um ditador chamado Stroessner, que inventou o mito do bom ditador Solano López).
E para quem fugiu das aulas de História do Brasil na escola primária, é bom lembrar que houve antes uma Questão Christie, que provocou o rompimento de relações diplomáticas entre Brasil e Inglaterra, e, portanto, a tese de que o imperialismo inglês estava por trás da Guerra não se sustenta.

Por favor, Imbroglio, Tramboglio, sei lá como é o nome desse cardeal, procure ler o livro Maldita Guerra, de Francisco Doratioto, e pare de abrir a boca sobre assuntos que não são de sua competência. Vá estudar teologia com o Alemão, o papa verdadeiro! Não teologia da escravidão esquerdopata, mas a católica.

um link:

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,a-guerra-do-paraguai-sob-nova-visao,489869

Ah, em tempo: não há mais documentos secretos sobre a Guerra, escondidos no Rio de Janeiro, como volta e meia alguns jornalistas de meia pataca gostam de repetir.

Outra coisinha: não temos essa coisa de dívida cármica com os paraguaios, como se diz na Tríplice Fronteira. A quem interessa essa aberração? Nem precisa responder…

a política brasileira

Hoje, em uma conversa, eu disse que não tenho mais paciência para acompanhar os assuntos políticos que se referem à Tupiniquinlândia.
Perguntaram-me, em resposta, se eu achava que com algum partido de oposição no poder se a situação seria melhor.

NÃO!

Não porque não há oposição, há apenas grupos de interesses (mamar nas mesmas tetas do estado brasileiro), ideologia é algo que há décadas se perdeu, e, acima de tudo, porque a constituição outorgada em golpe de estado sarnento para satisfazer o egozinho insaciável dos políticos e dos bacharéis em direito, é causa, e não solução, de nossos problemas.

Quando ouço alguém dizer estado democrático de direito, constituição cidadã, nossa jovem democracia, e outros chavões, sinto engulho.

Um país engessado de cima para baixo, em que até mesmo para se enterrar cabos elétricos, na visão do judiciário vesgo e míope, é assunto estritamente federal, e não pode ser resolvido por prefeituras, deveria conhecer um pouco do que foram as anteriores constituições republicanas, onde os mandatos dos governadores eram determinados localmente, onde podia haver sistema bicameral no legislativo estadual, e outras liberdades de fato FEDERATIVAS.

O país tem andado para trás, desde 1988, e ninguém quer tirar a venda que cega os “intelectuais”.

E ainda há gente que pergunta por que os Estados Unidos são tão “flexíveis” nas regras. Porte de armas, eleições, carteiras de motoristas, divórcio, etc..
Justamente porque, como herdeiros do pensamento inglês, sabem que o indivíduo é a medida da política, e não o estado/governo, como pensaram os “revolucionários” franceses que trocaram o absolutismo pela ditadura bonapartista, passando pelo Regime do Terror.
Aqui, parece que gostamos de ser eternamente “incapazes”, deixando tudo para soluções milagrosas vindas de “iluminados”.

(lembre-se de clicar nos links que inseri, para ver as justificativas que não vou repetir)

Ricardo III

Depois de 530 anos, realizou-se hoje, em Leicester, o funeral oficial de Ricardo III, último rei da dinastia Plantageneta na Inglaterra.

Muita gente, pelo mundo, estranha e critica que um “vilão” mereça homenagens.

Seria ele vilão de acordo com a História (com H maiúsculo) ou conforme a peça de teatro de Shakespeare, que era um empregado de Elizabeth Tudor, da dinastia que lutou contra os Plantagenetas e os derrotou na Batalha de Bosworth?

Além disso, muitos desses críticos, no caso brasileiro, são pessoas que “louvaram” o funeral oficial de João Goulart, no ano passado.

Há não muito tempo, Nicolau II e Alexandra foram “perdoados” e até canonizados, na Rússia. Já esqueceram?

Quando o revisionismo vai contra as convicções ele se torna “errado”?
Estranha forma de ver a história.

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