Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘Japão’

10 regras para ser feliz

Recebi via whatsapp um vídeo que está no site Japão em Foco:

10 regras para ser feliz até os 100 anos.

Muito interessante, mas a realidade de Okinawa não condiz com a brasileira.

Aqui, seríamos mais felizes se os políticos corruptos praticassem o seppuku (harakiri) em público, como orienta o conceito nipônico de honra.

Também teríamos menos medo, se soubéssemos que os presos estariam trabalhando, em silêncio, ordenando suas coisas e obedecendo regras, que não tem os “saidões” para visitar a mãe que matou, ou o pai que nunca conheceu, ou curtir o carnaval, …  – coisas da nossa demoníaca demo-cracia dus deretchus.

Essas duas alterações na vida dos brasileiros contribuiriam sobremaneira, para que os habitantes da Tupinambalândia se sentissem mais felizes.

Enfim, as 10 regras têm muito a ver com a religiosidade tradicional, misto de budismo e xintoísmo, em que prevalece o respeito.

Não é como aqui, onde o que conta é c0nseguir o perdão, depois de obtidos por meios fraudulentos os resultados desejados.

 

Quanto custa um deputado?

O site Swissinfo fez uma matéria sobre o custo de parlamentares em diferentes países.

Quanto ganham os parlamentares?

Adivinhem.

A Itália tem o mais caro (apesar das famosas “mãos limpas”) e a Tupinambalândia está, na lista, acima de Reino Unido, França, Rússia, Suíça, Portugal…

A Terra Onde Se Plantando Tudo Dá também é o campeão na classificação comparada com os salários médios de cada país. Por exemplo, três vezes mais do que em países de “salários baixos”, como os Estados Unidos.

Isso, é claro, sem contar as mordomias paralelas e o famoso Caixa 2…

 

Brasil não pode se equiparar à sola do pé do Japão

Escrevi há alguns dias sobre “os atrasadinhos do nEném“, quando reiterei o post mais velho sobre “força de alguns países“.

Hoje encontrei uma matéria em O Globo (que já havia sido publicada há meses no UOL), sobre crianças cuidando da limpeza das escolas no Japão.

Como no país do coitadismo isso não é admissível, sabemos que seremos sempre um país grande (no mapa) e nunca um grande país (na cidadania).

Aproveitem e leiam o post sobre o mangá Na Prisão, para comparar o coitadista sistema penitenciário brasileiro com o japonês.

Você acha que “direitos” são sempre “bons”?  Deveres foram simplesmente esquecidos pelos revanchistas de 1987/1988.

 

djapanízifuddi

Almocei ontem em um desses trecos de djapanízifuddi que abundam pelo braziu.
Que troço sem graça.

Qualquer um é a mesma coisa.
Aquela algazinha enrolando um pouco de arroz, um monte de cream cheese para quem gosta de estragar comida,
um pedaço de isopor tingido de cor de salmão, criado em “fazenda”,
ou algum outro pedaço de peixe cru.

Não parece nada com a comida japonesa que eu comia na casa da Taeko-san,
na década de 70.

Se qualquer bolinho de carne hoje em dia é chamado de comida libanesa,
comida japonesa é sinônimo de isopor com requeijão, molho de soja e raiz forte (que eles gostam de chamar de wassabi, como se fosse a mesma coisa).

Olha, em Goiânia ainda dá para encontrar um ou outro lugar com comida com mais jeito de tradicional.
Comida quase típica de um país.
Aqui em brazylha, até cachorro quente conseguiram estragar.
A podridão du pudê se espalha por todos os setores.

Pior, porém, é restaurante xineis.
A gente precisa tapar o nariz na hora de passar na frente de um deles…
Indisfarçável fedentina de resto sendo servido aos comensais.
A preços de Paris, claro.

Deputados, senadores, estados, municípios, voto distrital, etc e tal

O Japão, país “muito pobre”, como sabemos, vai reduzir o número de deputados de 480 para 475 (câmara baixa).
É pouco. Podia reduzir muito mais. A economia do país agradeceria.

O Egito também fez uma redução no número de deputados e “senadores”, e passou, no total, de 768, conforme a constituição de 1971, para um total de 664 ocupantes de cargos no legislativo nacional, após a “primavera”.

A China tem o maior número de ocupantes de seu legislativo, com 2967 membros que têm “o poder” de referendar – por unanimidade – o que os dirigentes do Partido Comunista Chinês decide. Não é mesmo uma gracinha, como diria Hebe?
Cuba tem 614 deputados. Nenhum na oposição aos irmãos Castro.

Eleição e número de deputados não são exatamente sinônimos de democracia. Basta lembrar que Saddam Hussein era sempre reeleito com 98% dos votos…
Os Kims norte-coreanos conseguem 100%! Como são populares

A imensa Rússia tem 450 deputados. O Brasil tem tido, desde 1988, 513…

Muita gente diz que é um absurdo Roraima ter 3 senadores e 8 deputados.
Concordo. Vou mais além.

Além de Roraima ter 8 deputados, outras unidades federadas também contam com o mínimo de 8 deputados: Acre, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Rondônia, Sergipe e Tocantins.
11 x 8 = 88. Roraima não tem ainda 500 mil habitantes, e o Amazonas tem quase 3.900.000 habitantes. Uma incrível disparidade, entre estados com a mesma bancada, e, no caso, entre UF’s da mesma região geográfica.
Detalhe interessante, o Amazonas tem mais habitantes, porém menos deputados do que estados menos populosos, como Alagoas e Piauí, e menos do que Espírito Santo e Paraíba, com os quais praticamente empata no número de habitantes.
O número máximo, porém, é de 70 deputados, e aplica-se exclusivamente a São Paulo, que é seguido de Minas Gerais, com 53, e pelo Rio de Janeiro, com 46, os três no Sudeste, vindo a seguir a Bahia, com 39.
Todos os estados do Norte, apenas o Pará, com 17, está acima da regra dos 8. Se tivessem sido aprovados os projetos de criação dos estados de Carajás e de Tapajós – o atual Pará passaria de 17 para 35, já que a regra não prevê a redução das bancadas, com a criação de novas unidades…

Bem, digamos que entre em vigor a tal reforma do voto-distrital (ou vereadores detritais). Nesse caso, Roraima será dividido em 8 distritos eleitorais, com 62 mil habitantes (em média) cada um – menos do que 500 municípios do país.

Se o “cãogresso bostituinte sarnento” não tivesse sido “tão generoso”, e tivesse mantido Amapá e Roraima como territórios, seriam 4 deputados para cada um, e nenhum senador. Difìcilmente “conheceríamos” Romero Jucá, Ranfolfe Rodrigues, e outros “grandes expoentes” da política brasileira. Sem contar que o autor de “marinádegas de pileque” não teria garantida seu assento no senado.

Na época dos presidentes generais, elevou-se o mínimo de deputados de 7 para 8, e os territórios federais (que na prática não mais existem) passaram de 1 para 4 deputados. Os “democratas” que nunca colocarão a “carta cidadã” para referendo da população, é claro que gostaram da idéia dos ditadores militares.
Afinal de contas, nos pequenos estados a tendência é sempre os eleitores votarem de acordo com quem estive no poder. Foi o mote da reforma pelos generais e é a causa de isso ser “inquestionável” pelos civis que sucederam.

Bem, há algumas soluções, que “nóçus” legisladores certamente NÃO apreciarão.
Uma delas é fazer, como em “países atrasados” como os Estados Unidos, que o número de deputados seja exatamente proporcional ao número de habitantes, de modo que pequenos estados têm exatamente UM deputado (já que não é possível “cortar” um político em fração), e dois senadores (o número que eles têm como regra para a “câmara alta” e que já foi a regra no Brasil, no tempo em que aqui havia 20 estados).

Outra é agrupar as representações de deputados pelas regiões geográficas, classificando-se São Paulo como uma única região, e destacando-se Bahia e Sergipe do Nordeste, na distribuição das bancadas.
Uma outra, um pouco mais radical, é estabelecer que cada estado deve ter o mínimo equivalente a 1% da população do país, ou seja, nenhum estado poderá ter menos de 2 milhões de habitantes, sendo que as unidades com número inferior a essa quantidade serão revertidos à condição de territórios federais (inclusive sem os famigerados e caros tribunais de justiça, todos sob a responsabilidade do TJDFT). Isso atingiria diretamente 5 estados atuais: Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins. Que coincidência… Ah, e o DF seria considerado uma parte de Goiás, para esses fins de representação política (e desespero da “elite candanga” que despreza “us Goyazes”).
De qualquer modo, é necessário repensar o tamanho da Câmara de Deputados e do Senado. Repensar para reduzir, e não para ampliar, é bom deixar MUITO claro. Que tal o total de 400 deputados, e não mais 513? Que tal a volta de 2 senadores por ESTADO?
De qualquer modo, sem repensar essa representatividade e redimensionar o legislativo, o voto distrital, visto como panacéia, será mais uma fábrica de currais eleitorais. Já vou transferir meu título de eleitor para o Norte, e me candidatar por alguma das tribos ipixunas – antes que algum ONGeiro o faça.

Ah, se deve haver um mínimo para uma unidade ser considerada Estado, é claro que algo semelhante deveria acontecer com os municípios. Provàvelmente algo em torno de 0,01% do total do número de habitantes do país. 200.000.000 de brasileiros à 10% para estados = 2.000.000 no mínimo à 0,01% para municípios = 20.000 habitantes. E, claro, óbvio ululante: sem vereadores receberem salário e muito menos terem veículos oficiais para passearem, ou irem a motéis.

Claro que tudo o que escrevi é um devaneio. “Nóçus” de-putados jamais aprovarão uma reforma que vá contra eles mesmo, contra os partidos que proliferam feito cogumelos no esterco, etc. e tal.

De qualquer forma, podem clicar nas tags, e ver quantas e quantas vezes tenho escrito sobre esse assunto e seus correlatos.

 

Os países mais miseráveis do mundo

O CATO Institute, “think tank” de liberalismo econômico, elaborou um estudo sobre miséria em 90 países do mundo, de acordo com os seguintes parâmetros: inflação, desemprego, taxa de juros e crescimento do PIB.

Com a coleta dos dados referentes a 2013, chegaram à seguintes relação, onde estão assinalados o índice obtido e o fator que mais influiu na tabela:

90 – Japão – 5,41 – desemprego;
89 – Usbesquistão – 5,70 – taxa de juros;
88 – Taiwan – 6,13 – desemprego;
87 – Cingapura – 6,38 – taxa de juros;
86 – Coréia do Sul – 6,77 – taxa de juros

15 – Croácia – 30,5 – desemprego;
14 – Chipre – 30,7 – desemprego;
13 – Turquia – 32,7 – taxa de juros;
12 – Territórios Palestinos – 32,9 – desemprego
11 – Macedônia – 35,7 – desemprego;
10 – Grécia – 36,4 – desemprego;
9 – BRASIL – 37,3 – taxa de juros;
8 – África do Sul – 37,4 – desemprego;
7 – Espanha – 37,6 – desemprego;
6 – Egito – 38,1 – desemprego;
5 – Jamaica – 42,3 – taxa de juros;
4 – Argentina – 43,1 – inflação;
3 – Sérvia – 44,8 – desemprego;
2 – Irã – 61,6 – inflação;
1 – Venezuela – 79,4 – inflação.

Impressiona o salto dos índices referentes aos dois piores colocados no lista, com relação aos anteriores.

 

 

 

Lugares odiados

O jornal inglês The Telegraph publicou uma matéria, em que um monte de celebridades (desconhecidas para nós) falou sobre lugares que odeiam.

Nunca tinha ouvido falar dessas celebridades, e tampouco de alguns desses alguns desses lugares.

Amigos comentaram qual impressão tiveram desses mesmos lugares.

Eis a lista:

  1. Las Vegas – nunca fui e não conheço ninguém que tenha gostado de conhecer a cidade;
  2. Kuala Lumpur – os ingleses não gostaram, eu não conheço e não pretendo ir até lá, brasileiros disseram que gostaram e curtiram a cidade;
  3. Dubai – tão visitada por certos brasileiros, é a marca registrada da breguice do planeta; contém a aura do consumismo, segundo um dos ingleses;
  4. Nova “Inhoque” – um dos ingleses definiu a cidade como superficial; a maioria dos brasileiros considera, porém, que lá é que está tudo de melhor no mundo; não faz meu gênero;
  5. Los Angeles – alguém bom da cabeça gosta de Los Diablos? feia, esparramada, com um trânsito de fazer inveja ao pior plutoniano;
  6. Viena – inamistosa; bem, eles não falam alemão, mas o dialeto próprio; os brasileiros que foram até lá gostaram da cidade; os que ainda não foram pretender conhecê-la;
  7. Mombaça (Quênia) – você faria uma viagem até lá? ou a Mombaça, no Ceará? conheço duas pessoas que já visitaram as praias e os focos de malária da cidade; poor people;
  8. Skegness – tive de procurar no google para saber que é um recanto de verão inglês; deve ser mesmo muito animada… ; nem devia estar na lista – podia ceder o lugar para La Paz, onde o pessoal, aquela cidade a respeito da qual os bolivianos dizem: Prefiero morir en La Guerra que vivir en La Paz;
  9. Hong Kong – um dos ingleses definiu com um cenário de Blade Runner; brasileiros que a conheceram dizem que é uma cidade com muita vida;
  10. Chittagong – eu aposto que o sonho de consumo de meus leitores seja fazer turismo em Bangladesh, não é mesmo?
  11. Délhi – todos os brasileiros que conheço, que lá estiveram, dizem que Nova Délhi é 0,25% melhorzinha; feia, mal acabada, com um trânsito caótico (lá sim é caótico!);
  12. Lutton – algum lugar perto de Londres; outra vez uma cidade que não deveria estar na lista – não faz sentido esse provincianismo na lista;
  13. São Paulo – a cidade em que nasci é idolatrada por quem mora lá; eu não a suporto; fico o menor tempo possível quando tenho de fazer alguma viagem até lá; alguns amigos comentaram que algumas regiões têm o seu charme, enquanto o restante parece entulho cheio de cinza;
  14. Seattle – parece tão simpática nos filmes americanos; talvez valesse a pena conhecer, apesar do clima eternamente chuvoso;
  15. Abu Dhabi – irmã gêmea de Dubai; não fui e não quero conhecer nem nas outras quarenta e cinco próximas “encadernações”;
  16. Reykjavik – eu ir até lá e correr o risco de encontrar a Björk na esquina? além do mais, passar frio não é meu esporte;
  17. Tóquio – os ingleses cujos comentários serviram de base para a matéria comentaram que não gostam de lugares muito grandes (só o Hyde Park, claro); a mim  impressionou muito, e me assustou muito – é o exagero do exagero do superlativo; alguns amigos disseram que quem não conhece Tóquio nunca conheceu uma verdadeira cidade em sua vida;
  18. Perth – é tão longe que nem os australianos sabem direito onde fica; não conheço e não pretendo ir até lá;
  19. Romênia – desde quando Romênia é cidade, seus inglesezinhos? Conheci o país há 30 anos, e garanto que era MUITO PIOR do que é hoje;
  20. Benidorm – vê se pode, um Camboriú piorado, perto de Valência, com esse nome de BeniDorme? Eu, heim… não conheço quem pretenda ir até lá.E você, quais suas impressões sobre essas cidades, e qual sua lista de as piores do mundo?

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