Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘jornalista’

professores kkkkkkkkkk

Essa matéria, retrato do poço sem fundo da pretensão do jornalismo (lembre-se que o sufixo -ismo denota doença), demonstra que a doença da burrice não é exclusividade do baixo nível daziskóla tupinambás:

http://www.elmundo.es/espana/2017/12/24/5a3fce25468aeb8a668b462e.html

Jornalistas se consideram “donos da língua”.
Devogádus são os donos du deretchu.
Hátrêtas são donos da fisiologia.
Atores de novelas são donos dazártchi.
Arquitontos são os donos do conforto.

Houve tempo em que alguns grandes profissionais eram modelo e exemplo para serem seguidos.
Mas isso foi há muito muito tempo. Parece que, como diziam os contos de fadas, nos tempos em que compreendíamos o que os animais falavam.
Hoje em dia, urram e ninguém consegue entender o que dizem na tv, ou escrevem nos sites.

Em lugar de aulas de marquetíngue (para enaltecer cantores de phumky, ou jogador de peladas, que ganham milhões de dólares),
seria conveniente que as fakús de comunicação social dessem aos alunos noções de História e de Geografia, por exemplo.
Já me cansei de ouvir / ler que Sydney é a capital da Austrália, ou que o bitcoin (O?  moeda é do gênero feminino, em português) veio para ficar (igual às tulipas holandesas no início do século XVII).

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jornalismo cara de pau

É encontrável nos sites brazucas uma matéria da bebe-se a respeito da manipulação da massa ignara pelas feiquiníus.

https://g1.globo.com/politica/noticia/como-comportamento-de-manada-permite-manipulacao-da-opiniao-publica-por-fakes.ghtml

A falha di çumpallo teve a cara dura de dizer que a matéria (comprada da bebe-se) era exclusiva!

É mais do que sabido, por todas as peçonhas, que o gehornallyzmo é uma sucessão de ctrlC ctrlV feitos de acordo com o pensamento do editor. (E de seus anunciantes!)

Notícias internacionais rarìssimamente são originais.
Novecentos e noventa e nove por cento são matérias compradas de “parceiros”.
A mesma notícia do istadim é reproduzida no istadim de minas, que por sua vez é dono do correio brazilhemçi, e publicada na falha.
As matérias da falha não mudam nada com relação ao bobo.
E por aí afora.

Valem menos do que aquelas pesquisas eleitoreiras de que fulano tem maioria de votos, e contudo o  fulano não ganhou a eleição…

Podem ver que na tupinambalândia apenas se reproduz o que aparece nos sites “pogreçistas” do tipo Le iMonde, Bebe-Se, Dóitxe Vela, El País, CNN, o Guardião, …  E não poucas vezes as matérias foram escritas por estagiários residente em çumpallo ou no hell de dezembro.
Não sei o que há por trás dessa prática.
Talvez seja mais barato do que manter uma equipe séria de jornalistas, e não de estagiários copiou-colou-passou.

Pode ver que nunca utilizam outras fontes de informação, para que o leitor possa ter a oportunidade de fazer uma comparação e chegar à própria conclusão.
Não, os donos desses órgãos de de-formação consideram-se os únicos capazes de doutrinar a cabeça dos impensantes leitores.
Quando fazem uma entrevista com alguém com outro ponto de vista, é um velho conhecido de jantares e tragos.
Os outros não merecem credibilidade, na visão desses empresários da comunicação.

Você já tentou ler outros meios de comunicação estrangeiros, que não os citados acima?
Nem todos são defensores da alemoa, das fronteiras escancaradas, da ideologia de degênero, etc e tal.
Existem outras tonalidades além do vermelho e do azul, ou do preto e do branco.

E só mais uma coisinha:
correspondente internacional que só fica em paris ou em nevainhóque, tomando uìsquezinho com coléguas, está tão alienado quanto quem não lê nada.
Essas metróp0les não decidem sòzinhas as eleições e os rumos dos países.

justiça lenta não é justiça

O que?
A população já o julgou há muito tempo.
Quase ninguém lembra dele.
.
Agora, deveria mesmo ter sido obrigado a pagar 300 ou 500 mil para CADA gari do Brasil, com a colaboração dos porcos que atiram lixo do carrão de luxo, da “pobralhada” que desova sofás estragados nas esquinas, dos que rasgam papéis dentro de elevadores, dos que paseiam com os auauzinhos do coração, … e claro, dos juízes que levam tantos anos para concluir um julgamento, no meio de tantas férias e recessos.
.
Pois este país é uma vergonha!
E a enpreimça e a jostissa fazem sua parte na sujismundice.

o fotógrafo

Li, dando gargalhadas, a notícia de que milhares de pessoas caíram no conto do fotógrafo, ou no conto da onu, ou no conto do jornalismo, ou no conto das redes sociais.

Como ruiu a história do falso fotógrafo da onu que enganou jornalistas, mulheres e 120 mil seguidores no instagram

onu é sinônimo de seriedade? KKKKKKKKKKK

jornalismo é atividade de gente ónésta, preocupada com o facto e não com o impacto da notícia que vende mais?   rsrsrsrsrsrs

a enpreimça aparelhada partidàriamente merece crediblidade? nonononono, menos ainda se for empresa pública

rede çossiáu é lugar de seres pensantes? hahahahahahaha

e por fim, como já comentei anteriormente , mais um uma vez:

uma imagem mente mais do que mil palavras.

(o cinema, sobretudo aquele “engajado”, que o diga.)

 

a enpreimça

Sempre reclamei aqui da chamada enpreimça brasileira.

Só que ela tem piorado.

Os principais jornais e revistas eståo em um nível nunca antes imaginado.
A maioria das manchetes contêm apenas fofoquinhas de pseudo-famosos da televisåo e seus namoros.

A parte política é um amontoado de clichês de estudantes em assembléia.

A falta de revisåo e as incoerências encontráveis em cada artigo superam boa parte dos leitores.
Traduçøes muitas vezes nåo fazem sentido.

A cada dia encontro menos prazer em algo que até alguns anos (uns 30, a bem dizer) ainda tinha significado.

Stanislaw Ponte Preta havia escrito, em 1966, o Febeapá – Festival de Besteiras que Assola o País. Se estivesse vivo agora, sem dúvida ele choraria ao constatar que tudo o que é ruim sempre pode piorar.
Hoje em dia, a enpreimça brasileira é o caminho mais rápido para o emburrecimento.

 

 

A bolsa de Sua Majestade

Incrível a quantidade de comentários, e de espaço ocupado nos noticiários, ao verem a foto da nova primeira-ministra britânica Theresa May fazendo reverência à Rainha Elizabeth II, e esta segurando uma bolsa preta.

Dizem os idiotas:

Alguém usa bolsa em casa?

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Antas, capivaras, tapires, jumentos e humanos desinformados de todo o mundo, ouvi o que já foi explicado mas vossos ouvidos foram incapazes de captar:

A bolsa é usada em cerimônias para dar códigos ao serviço de segurança da rainha.

do tipo: preciso ir ao banheiro, esse maluco aí está enchendo a paciência, tira esse terrorista daqui, mande o cara tomar um banho que o bodum está insuportável

Isso já foi divulgado.
Sabia não, mané? Vá criticar coisas mais importantes.

Ah, naquele monte de repórteres e fotógrafos no meio da sala, podia muito bem haver um louco qualquer infiltrado.

Ela estava em casa, mas não estava a sós com os amigos.

Quanto a fazer reverência, a Rainha é antes de tudo um símbolo, tal qual a bandeira e o brasão.
Vai dizer que nunca viu presidentes beijarem bandeiras?

Encolha-se à sua insignificância, reles republicano plebeu.

 

 

até u istadaum

até u istadaum

Urnas eletrônicas

TSE pede investigação sobre falha em 40 mil votos de eleições de 2014

GUSTAVO AGUIAR

09 Junho 2016 | 20h 56 – Atualizado: 09 Junho 2016 | 22h 37

Tribunal determinou a troca de mesários nas sessões eleitorais em que os erros foram identificados

Leia Mais:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,tse-pede-a-pf-e-procuradoria-investigacao-sobre-falha-em-40-mil-votos-de-2014,10000056311

Na hora em que vi a aberração, até me deu dúvida – seção ou sessão?
A própria justiça mostrou o óbvio, que os dicionários mostram:
seção é aquela casinha onde a gente vai para apertar o botão, descarregar a consciência, e soltar us pumlíticos;
sessão é quando aquela turma de capa preta se reúne para deliberar blablablás…
Eu voto na Seção 0095.

MENAZISKOLA, plis

Ou então, que nelas haja
Mais Português e menos Ociologês.

Nota zero para esse gehornallyzta.
I tambéim pra feçôra q naum ençinô dereitu.

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