Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘legislação’

imigrantes no México

que ironia…

 

 

 

 

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Que fofura…

Logo no primeiro dia do novo calendário para pagamentos de impostos (o chamado ano civil), lemos que:

http://g1.globo.com/politica/noticia/ao-menos-35-candidatos-mais-votados-nao-devem-assumir-prefeituras-no-dia-1.ghtml

 

e somos lembrados que

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/prefeito-eleito-de-osasco-tera-de-pagar-fianca-de-r-300-mil-na-segunda-feira.ghtml

 

Como diria Hebe Camargo:

eles não mesmo uma gracinha? 

Farol baixo, ou R$ 130,16

A partir do dia 7 de julho é obrigatório o farol baixo (farol, e não farolete / lanterna, e nem farol de neblina) nas rodovias, mesmo durante o dia (como já era obrigatório no Rio Grande do Sul na época em que Anita fugiu com o Garibaldi).

O detran-df já está avisando que vai multar. Multa média = ou R$ 130,16 + 4 pontos.

E atenção:
muitas ruas aqui da cidade são RODOVIAS.

Exemplos:
Eixão
L-4
Indústria e Abastecimento
Aeroporto
Dom Bosco (Lago Sul)

além de outras mais óbvias,
como para o Colorado,
São Sebastião,
Guará,
Taguatinga,

Aí na sua cidade, certamente há ruas por onde você passa que também são rodovias.
Por exemplo: marginais, Raposo, avenida para Itaipu, …

E não venha com a história de que isso é inútil em vias de mão dupla.
Inútil é você que ainda não aprendeu a usar os espelhos na hora de mudar de faixa.
Aí verá como faz diferença o farol baixo – mesmo de dia.

Não custa sair da garagem com luz acesa, e ficar com ela acesa o tempo todo.
É bem mais simples.
Ah, hoje em dia isso não vai estragar a bateria do teu carro – o sistema elétrico já evoluiu muito desde que inventaram as bigas.

Brasil não pode se equiparar à sola do pé do Japão

Escrevi há alguns dias sobre “os atrasadinhos do nEném“, quando reiterei o post mais velho sobre “força de alguns países“.

Hoje encontrei uma matéria em O Globo (que já havia sido publicada há meses no UOL), sobre crianças cuidando da limpeza das escolas no Japão.

Como no país do coitadismo isso não é admissível, sabemos que seremos sempre um país grande (no mapa) e nunca um grande país (na cidadania).

Aproveitem e leiam o post sobre o mangá Na Prisão, para comparar o coitadista sistema penitenciário brasileiro com o japonês.

Você acha que “direitos” são sempre “bons”?  Deveres foram simplesmente esquecidos pelos revanchistas de 1987/1988.

 

Astralha

Li uma notícia de que o governo da Austrália prendeu um cidadão (australiano) que tinha ido à Síria ajudar os “coitadinhos” dos islâmicos.
Para eles não tem chororô.
E vale a regra de: quem quer ser australiano que se comporte como tal.
.
No mesmo dia, recebi uma mensagem de propaganda de vôo para Sydney.
Fui olhar o site de vistos e, surpresa:
Qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo, precisa de visto para entrar lá.
 .
Não é aquela avacalhação de que haitiano, senegalês ou congolês, boliviano ou venezuelano, sírio “refugiado” ou europeu desempregado, podem entrar assim sem mais nem menos, só para viver de favor.
E não fica aquela conversa mole de que turista é importante. Basta ver a situação da Grécia (e do Ceará)…
.
Sabe o que acho interessante:
Igual a um certo paìszão do outro lado do mundo.
.
O que será que deu errado?
Os presos daqui têm mais regalias do que os presos de lá. Deve ser isso. Ninguém cumpre pena – só o Marcos Valério e a mulher que era presitonta de banco.
Até a Jorgina (lembram dela? aquela doINSS) saiu pela porta da frente.
.
“Astrálha” é aqui.
Lá é Austrália.

Su e jeito de relinchar

Além do contra-senso de se colocar placa de proibido estacionar em área reservada para estacionamento,
ainda por cima us dotô num verificô u que tinha sido iscrivinhado.

IMG_20150718_095427125*dê duas vezes clique sobre a imagem para ver os detalhes…

Não posso dizer onde foi que puseram essa aberração. Us dotô vae ficá zangado.

Mas concordam que não é caso de guincho, é caso de relincho ?!

 

abaixo-assinado – não comigo…

Fui hoje levar o carro para ser lavado, e enquanto aguardava no posto, apareceu um sujeito com terninho, e jeito de vigarista, com uma pastinha de papelão com símbolo da câma-ra de-putados, recolhendo assinaturas para um abaixo-assinado para “dar direitos a deficientes – cadeirantes e cegos”.

Texto do projeto? Ele não mostrava. Apenas vinha com conversa mole de “direitos”.

Quais direitos? Comprar carro sem pagar impostos? Prestar concurso público com cota especial? Vagas em estacionamentos? Transporte gratuito em ônibus?
Juro que não sei, pois esses que mencionei já existem. Se são ou não respeitados não é questão de criar nova lei, mas de fiscalizar o cumprimento das já existentes.

Bem, fui a única pessoa desalmada que não assinou o tal abaixo-assinado. Não me comoveram as poucas palavras do fulano, ao contrário do que houve com outros clientes e com funcionários do posto.

Agora pergunto, o que ele vai fazer com os dados pessoais de todas aquelas pessoas? CPF, RG, Nome, Endereço, Profissão. Vai fazer mala-direta ou spam? Vai usar os dados para golpes de estelionato?

Não confiei na cara do dito sujeito com terninho e seu carro de mais de cem mil reais desde que ele estacionou.
Não assino abaixo-assinados – muito menos quando não me é sequer apresentado o texto do tal “projeto”.
Nem assino abaixo-assinados virtuais, de empresas que proliferam por aí para fazer trambiques com ONGs e partidos políticos.

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