Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘marketing’

imprensa que mente para nada serve

A falha di çumpallo coloca como manchete que angelina devil sai fortalecida.

Cuméquié?

O partido dessa senhora CDU/CSU passou de 41,5% (311 cadeiras) para 32,9% (246 cadeiras) e saiu fortalecido?
Nuntendí.

Na frança, a micronette “ampliou” a margem de derrota no Senado. O partido “en marche” passou de 29 para 23 cadeiras.
En marche à ré, pois marketing não confirma eleitores.

Isso pode muito bem significar que os europeus comunitários não estão dispostos a continuar a dar confiança nesses líderes incensados pela enpreimça.
Claro, porém, que isso não será publicado nos meios de desinformação.

Pior, ainda, são os famosos “analistas” e os colunistas.
Deveriam procurar o divã de um analista para descobrirem qual a obsessão que lhes impede de escrever e/ou dizer a verdade.
Qual o nome dessa síndrome compulsiva de mentir que assola o mundo dos comunicadores?

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A Inconfidência Paranaense

Recebi este texto de um amigo que trabalhou comigo.

Quando, no futuro, forem examinados os ricos autos da devassa das escandalosas operações de assalto aos cofres públicos, conhecidas pelo apelido de “Petrolão”, os pesquisadores poderão talvez encontrar algumas semelhanças com uma outra devassa, duzentos e dezesseis anos mais antiga, a Inconfidência Mineira. Em ambas há episódios de divulgação do que seria confidencial, donde o termo “inconfidência. Numa, a quebra do sigilo foi a perdição do herói e da nobre causa pública. Noutra, o fim do segredo foi o ardil astucioso encontrado pelos vários heróis verdadeiros para evitar que a Justiça fosse obstada em sua intervenção contra interesses inconfessáveis.

Naquela primeira Inconfidência, o herói era um homem do povo, um alferes e boticário, sobre quem recaiu o peso da mão da Coroa, o Tiradentes, figura posteriormente trabalhada pela ditadura republicana, diga-se, por absoluta falta de heróis republicanos um século depois. A incumbente do Governo, antagonista do herói no enredo, era a Rainha Dona Maria I, injustamente conhecida como Dona Maria a Louca. Os inconfidentes se sublevavam contra a sanha fiscal do poder colonizador português. Propunham algo que poderíamos aproximadamente chamar de uma independência política para parte do que hoje é o Brasil. A Justiça do país colonizador agiu com rigor e coibiu a sanha libertária dos nossos proto-para-pseudo-jacobinos das Alterosas. Resumindo, contaríamos então no enredo com um herói popular (o Tiradentes), uma Justiça malvada e cruel, e uma Rainha louca.

Na nossa nova inconfidência paranaense, os personagens poderiam ser identificados aos da mineira. O herói popular: o eterno operário quintessencial que chegou pela via democrática ao mais alto cargo do país. Querem também apresentar a Justiça como malvada e cruel, como se nada houvesse mudado no Brasil nos últimos 216 anos… Como se não estivéssemos sob regime democrático e em Estado de Direito. Suprema diferença: se o Tiradentes era um cidadão que jamais ocupou nenhum cargo importante e nem tinha qualquer vínculo com o Governo de então, o nosso novo “herói popular” foi, por dois mandatos, Presidente da República, e é o maior líder do Partido dos Trabalhadores, que é o partido do Governo, ao qual pertence a atual Presidente da República.

Por fim, a terceira personagem do enredo: a Rainha louca. Necessário dizer que não vai aqui nenhuma referência velada à política do Estado do Paraná, que parece ter a sua própria Dona Maria a Louca…Voltando ao plano nacional, se Dona Maria I foi injustiçada com tal apodo, havendo mesmo sido uma boa Rainha, antes que sucumbisse à arteriosclerose, a atual governanta bem merece ser chamada de Presidenta louca. Suas tristemente célebres pedaladas, sua inconsequência, sua ignorância arrogante e temerária, para não mencionar sua proverbial falta de bons modos, têm levado o País para o abismo.

Quanto ao desfecho, bem sabemos que o da Inconfidência Mineira foi trágico, com a execução e esquartejamento do Tiradentes e o degredo de seus correligionários. Cumpriu-se a decisão da Justiça, surgiu o germe do herói, posteriormente fantasiado e amplificado pelo marketing da república nascente. Na inconfidência curitibana, creio haver uma tentativa de total inversão dos papéis. O “herói popular” operário-presidente, suspeito de haver-se beneficiado de um assalto colossal aos cofres públicos, certamente não irá ao patíbulo, já que a pena de morte não é prevista na legislação brasileira. Espera-se que a justiça se faça, mesmo a pesar de toda a pressão contrária de altos interesses envolvidos, até mesmo no Poder Judiciário. A Justiça, que esses mesmos interesses querem apresentar como a vilã do enredo, surge, na verdade, como a real heroína. É a ela que o pseudo-herói e a nova Rainha louca querem trucidar. Esquartejá-la-iam, se pudessem…

Quanto à Rainha louca, espera-se que seja devidamente apeada do trono e submeta-se a um bom tratamento psiquiátrico e possa viver feliz para sempre, mas bem longe de todos nós, ou, ao menos, sem nenhum poder de berrar e ofender os que a cercam nem de infernizar o país com seu incrível arsenal de péssimas ideias.

Os mortos e os vivos

Só nestas cinco semanas do ano, o Brasil viu morrerem três grandes artistas do palco e do cinema: Maria Della Costa, Vanja Orico e Odete Lara.

Normal, todas elas tinham mais de 80 anos, e não existe isso de que a vida das pessoas se prolonga, como insistem alguns escrevinhadores de textos pseudo-científicos em jornais ditos “inteligentes”. A vida não é inesgotável. Todos a deixam uma hora ou outra. Isso é a regra absoluta da qual não há escapatória – apesar de hoje em dia uma porção de oportunistas quererem processar médicos e hospitais pela morte de bebês que nasceram com defeitos congênitos.
Se há uma redução de mortes por conta de enfermidades contraídas por problemas da falta de saneamento básico, por outro lado há um aumento de mortes violentas – tráfico de drogas, terrorismo, balas perdidas, acidentes de carros.

O que me chamou a atenção, porém, foi o fato de que essas atrizes eram pessoas de quem eu lembrava rosto, voz, e, sobretudo, atuação, bem diferente do que ocorre com essa geração de atores e atrizes que saltam à fama com um único papel interpretado, por conta de todo o marketing que envolve a apresentação.

No ano passado, quando morreu um amigo de meu irmão, comentamos que já estamos na fase da vida em que é mais importante contabilizar os amigos mortos do que os conhecidos vivos.
No início deste ano, comunicaram-me o fim do sofrimento de uma antiga amiga, desde os tempos de cursinho (há mais de 40 anos) até a vida adulta. Minha reação foi simples: que bom para ela, que deixou de ter de ser atendida em emergências, que tinha de se submeter a dolorosas e incômodas terapias, que no final não resultaram em nada, exceto, talvez, deixar mais experimentadas psicològicamente as pessoas mais próximas.

Frio? Indiferente? Acho que não. Apenas não vejo a morte como algo amedrontador. É o único ponto ao que todos os seres chegam, independentemente de espécie, gênero, cor, idade, peso. O que vem dali em diante não sabemos e talvez não nos caiba descobrir.

Apenas tenho a certeza de que em minhas memórias vejo os mortos todos que conheci – parentes, antigos vizinhos, professores, colegas de escola ou trabalho – com mais detalhes e mais “brilho” do que as inúmeras pessoas “vivas” que cruzam as ruas com seus iPhones e outros objetos que delas retiram a interação. Esses seres “vivos” não fazem parte de minha vida, não entram em minhas memórias.

Entrevista, o filminho da sony

Essa lenga-lenga do filminho da çôni que foi “hackeado” pelos malvados norte-coreanos é mais uma prova de que o filme deve ser MUITO RUIM.

Tanto que até o maior escritor brasileiro vivo, depois do autor de Marinádegas Inflamadas, prontificou-se a exibi-lo.

Lembro de um pastelão da série James Bond que mostrava norte-coreanos plantando arroz, e nem por isso o filme foi “proibido”.

Ou seja, que jeitão de caô tem essa notícia…

A Sony deve estar – outra vez – mal das pernas.

 

P.S. – não durou nem uma semana e despencou a máscara de falsidade dos marqueteiros da Sony.
O filme pode ser visto sem o risco de cair uma ogiva nuclear norte-coreano nos espectadores.

Já dizia Ramsés II

Acho engraçado essas pessoas que repetem o que dizem os “comentaristas” e “analistas” de que os debates deveriam ser sobre propostas, sobre programas de governo.

Alguma coisa seria diferente de:
– dar prioridade à educação e à saúde?
– cuidar da segurança pública?
– proporcionar habitação e mobilidade urbana para todos?
– garantir a sustentabilidade do ambiente pela metade?

Oras, vão pastar!
Essas promessas existem desde antes de Ramsés II desviar dinheiro  da EgiPTobrás com a ajuda do doleiro Moisés Youssef.

Não me venham nunca mais com promessas vazias!
Isso é para enganar criancinhas de berçário.
Crianças que andam já não caem nessas lorotas.
Ou você vai dizer que acredita nesse palavrório de campanha?
Quer ver cãesdidatos com sorriso de propaganda de margarina? Ou de mântega?

De boas intenções todos os dias o inferno recebe caminhões e mais caminhões lotados.
Lotados de matéria prima!

 

#baixaria

Ouvi há pouco um comentário de que “as pessoas não gostam de baixaria” na campanha política.
Conta outra.
A  única coisa que presta nessas campanhas eleitorais é a baixaria,
única forma de a população saber de algumas coisas que são sempre mantidas em sigilo pelos políticos.

Se é com as baixarias que eles ganham, quanto mais baixarias…melhor para todos!
Estamos cansados de bom-mocismo.

Vamos fazer uma campanha:
#querobaixariaeleição

Como dizia o grande “filósofo” Vicente Matheus,
quem está na chuva é para se queimar!

Xuxa, nunca pensei que a aplaudiria

Dona Maria da Graça Meneghel é uma pessoa da qual nunca gostei, nunca apreciei em suas atitudes e apresentações.

Até agora. Nunca pensei que um dia chegaria a aplaudir a pessoa que é conhecida pelo codinome de Xuxa.

Enfim encontrei uma pessoa famosa que se recusou a essa tremenda idiotice do banho de gelo.

Se alguém quer fazer doação a algum tipo de pesquisa, que faça. Não exija porém essa cretinice de fazer vìdeozinhos para mostrar a um público de amebas que a pessoa vai doar US$ 10,00 para uma campanha.

Qualquer que seja a finalidade, doações não devem nunca ser motivo de publicidade. Isso não se chama doação, beneficência, nem nada parecido: é marketing oportunismo.

Esclerose lateral amiotrófica não se cura com banhos de água gelada de artistas, políticos ou jogadores de futebol.

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