Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘ministério’

resumo da semana

resumo da primeira semana de fevereiro de 2017:

  • marisa letícia foi santificada;
  • eunício fica no lugar de calheiros;
  • maiazinho continua onde estava;
  • um juiz ligado ao mst é “sortudo” para ser o novo relator do lava-merda
  • temer recriou um monte de ministérios para o cabideiro da esplanada

Ou seja,
cinqüenta anos de retrocesso em três dias.

e ainda reclamávamos de 2016…

 

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imprensa estrangeira

Leiam:

http://noblat.oglobo.globo.com/artigos/noticia/2016/05/deu-no-new-york-times.html

e

http://noblat.oglobo.globo.com/artigos/noticia/2016/05/o-enigma-e-o-ossobuco.html

e também

http://noblat.oglobo.globo.com/artigos/noticia/2016/05/nem-cor-nem-genero.html

E complemento que assim como a “enpreimça duzestaduzunidu” não tem condições de falar de Brasília, menos ainda tem aquele pasquim sindicalista The Guardian para fazer editorial, para apontar (também a partir do rio de janeiro) que o atual ministério do governo brasileiro tem muita testosterona e pouca melanina.

A correção política já acabou. Morreu, fede, mas há gehornallyztas que insistem em mantê-la nos aparelhos.

Em tempo: espero que um dia a BBC volte a ser um órgão confiável, e não um antro de bebês, onde bebe-se para dar emprego ao aparelho “trabalhista” que o tonho blé montou no último governo, e que o davizinho camarão não soube extinguir.

Será que “éçizómi da enpreimça num çábi” que a corrupção também assola a política em seus países? Basta relembrar o casal Clinton…

Gramsci: Fique no Inferno!

 

Cotas, aiai, mimimi

A grande crítica que se faz ao ministério do vice-presidente no exercício do cargo de presidente é que não há mulheres.

Na revista Época encontrei esse comentário:

Que absurdo esse ministério. Não tem nenhum ruivo, nenhum descendente de orientais, nenhum pizzaiolo, nenhum criador de emas, nenhum ufólogo e nenhum torcedor do XV de Piracicaba!

Cotas resolvem?
Quantas mulheres havia na despedida daquela mulher de cabelo tingido, que só esbravejou traição, vingança e revanche? Muitas…

A ex-ministra Ellen Gracie foi convidada para o Ministério da Fiscalização, Transparência e Controle, mas não aceitou.
Ana Amélia Lemos foi convidada para o Ministério da Agricultura, mas prefere continuar atuando, com vigor, no Senado Federal.

E todo mundo sabe que um famoso ministro – reincidente – faz parte da cota LBGT.

Chega de mimimi.
Como diz minha prima, professora doutora na USP:

Boa! Mulheres fortes não precisam de cotas.
Minha avó italiana carregava caminhões de tijolos para meu avô construtor, e teve 10 filhos.
Vó Messi não gostava de mim, vi muito bem aos 6 anos de idade, porque eu era mulher.

 

Notícias da semana que terminou

Ex-premiê preso por corrupção – lógico que não no Brasil, afinal de contas o último premiê que tivemos foi Hermes Lima, em 1962.

Motociclistas se chocam de frente, durante ultrapassagem em local proibido – será que um deles estava fazendo aquelas manobras de andar no meio dos carros?

Jon Malo Vox faz pose para fotógrafos, cai da bicicleta e precisa colocar pinos no corpo – em breve será mais conhecido por Jon Bono Câncer de Próstata, mas isso é outro assunto, ou não, afinal de contas não estamos no novembro azul?

Não foram anunciados os novos ministros da área econômica

Obama se enrola com projetos contraditórios

Festa em campus universitário registra caso de estupro

Motorista flagrado usando celular, é perseguido pela polícia, bate o carro contra prédio, e este desaba, em Kansas City – apura-se se o edifício foi construído por empresa parceira de Sérgio Naya

Maluca recebe autorização para casar com criminoso em série condenado à prisão perpétua, no caso Charles Manson

Gay é morto na michelândia do Parque Ibirapuera, e comunidade LGBTTÇKYWXMRPQP se revolta contra homofobia

Feministas protestam contra camisa com imagens de mulheres pin-ups, desenhada por mulher

Velhinha morre espancada a pontapés, em assalto de R$ 30,00, e “direitos humanos”, ONGs e OAB não se manifestam contra a paleofobia e a violência

Apurado que empreiteiro tinha conta com algumas dezenas de milhões de dólares no exterior

Ônibus é incendiado.

-=-=-

Tenho uma ligeira impressão de déjà lu
Nos noticiários, nada se cria, tudo se repete, já dizia Gutembergue.

 

 

Redução de ministérios

O novo primeiro-ministro da Índia, Narenda Modi, deu posse aos novos ministros.

Do número anterior de 70 ministros, sob o governo sempiterno Partido do Congresso da dinastia Nehru-Gandhi, a Índia passou a contar agora com “apenas” 46.

Uma redução, sem dúvida, mas…

Em Pindorama, alguns candidatos dizem que reduzirão o número de ministérios, dos atuais 39, para a metade.
Eu seguramente conseguiria compor uma administração federal com 18, mais um ministro extraordinário encarregado da Eliminação de Corruptos.
O trabalho deste poderia ser exercido nos campos de fuzilamento a serem instalados nas “arenas” da copa do mundo.

trabalho escravo

Para variar, a Mauritânia ficou na pior classificação na avaliação da Walk Free Foundation, a respeito do trabalho em condições de escravidão em 162 países.

Escravidão que é quase tão velha quanto a própria humanidade.

links aqui no blog com post em que já falei deste tema:

https://boppe.wordpress.com/2008/11/20/escravidao/

https://boppe.wordpress.com/2009/07/04/a-escravidao-e-outros-temas-afins/

https://boppe.wordpress.com/2012/12/06/escravidao-ii/

O Haiti, xodó dos ONGeiros, está em segundo lugar. Não adianta você contribuir para as criancinhas do país – governantes corruptos e organizações internacionais desviam o que foi dado – sua contribuição irá para alguma conta na Suíça, e não para aquela criança magra que a atriz mostra na televisão.

Os ditos BRICS enquadram-se entre os piores na tabela: Brasil 94, Rússia 49, Índia 4, China 84, África do Sul 115 (o melhor situado dos cinco “emergentes”).

Segundo o trabalho da Walk FF (quase uma WFF, que pavor!), no Brasil, o trabalho análogo à escravidão concentra-se sobretudo nas indústrias madeireira, carvoeira, de mineração, de construção civil, nas lavouras de cana, algodão e soja, e na exploração sexual. Se bem que neste último item, países europeus dão uma contribuição e tanto no mundo todo.

Uma pena que no caso brasileiro fonte das informações seja o Ministério do Trabalho e Emprego, aquele órgão que sempre está envolvido em corrupção, em favorecimento ilícito a ONGs de fachada, pertencentes a políticos.

Com isso, acho de pouca valia nos estendermos mais sobre o assunto.
Escravidão é um bom negócio para governos, para organismos internacionais, para ONGs, para empresários, e para jornalistas “especializados”.
E ainda temos de tolerar os falatórios para o pagamento de “indenizações”. Quero minha parte, então, pois o avô de meu bisavô veio para trabalho em condições análogas à escravidão (como se classifica hodiernamente) na famigerada fazenda Ibicaba, no interior de São Paulo, junto a tantas outras famílias européias enganadas pelo senador Vergueiro.
No caso dos brasileiros que descendem dos escravos trazidos da África, acho que as indenizações deveriam ser pagas pelos riquíssimos ditadores (re-eleitos periòdicamente) daquele continente, pois eram governantes da região que vendiam pessoas para comerciantes árabes ou europeus. Esses aí não viajavam pelo interior do continente para capturar pessoas – o negócio era realizado nos entrepostos do litoral, como bem registrado na História.

espionagem

A espionagem dos canadenses no mistério das minas energizadas deve ter descoberto o que todos sabemos:

o dinheiro dado pelo BNDES para o Eike Batista foi embora pelo ralo.

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