Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘preconceitos’

justiça lenta não é justiça

O que?
A população já o julgou há muito tempo.
Quase ninguém lembra dele.
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Agora, deveria mesmo ter sido obrigado a pagar 300 ou 500 mil para CADA gari do Brasil, com a colaboração dos porcos que atiram lixo do carrão de luxo, da “pobralhada” que desova sofás estragados nas esquinas, dos que rasgam papéis dentro de elevadores, dos que paseiam com os auauzinhos do coração, … e claro, dos juízes que levam tantos anos para concluir um julgamento, no meio de tantas férias e recessos.
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Pois este país é uma vergonha!
E a enpreimça e a jostissa fazem sua parte na sujismundice.
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a palavra dinamarca

Há uns dias, circulou pelas famosas redes de emburrecimento social um vídeo da TV 2 da dinamarca, que conclama todos a serem amiguinhos e irmãozionhos, e tolerantes com os imigrantezinhos que explodem o mundinho imundinho.
Não repassei porque vomitei em cima do celular e precisei deixá-lo em repouso.
Melhor reler o que coloquei uma vez em meu blog:

https://boppe.wordpress.com/2013/10/24/velhice-na-dinamarca/⁠⁠⁠⁠

e também se informar sobre as maravilhas daquele país tão certinho, pois o
museu nacional da dinamarca decidiu que a palavra “preto” é proibida nas obras que lá estão expostas.

Como o cinismo e a hipocrisia não fazem parte de minha índole,
e seguindo os mais estritos parâmetros da reciprocidade,
a palavra marca dos daneses está proibida aqui em casa.

Quem já morou lá, sempre fala mal daquele país de gente mais falsa do que cédula de US$ 3,64, emitida pelo Federal Bank of Nigeria.
Falsos, chatos e desonestos com os inquilinos.

Turistas: por favor atenham-se à sua mediocridade de quem ficou em hotel ou usou air bnb e nunca enfrentou a realidade do quotidiano.

Dinamarca, atenha-se aos butter cookies e ao Lego.

Para quem se arreganhou com sorrisos para os nazistas durante a II Guerra, o cinismo de vocês ultrapassou minha tolerância.

Penso que lugares onde chove 489 dias por ano, e onde as pessoas precisam aproveitar ao máximo os 5 minutos de sol que ocorre a cada década, devem mesmo ser muito chata a vida, por isso se preocupam em defecar regras para todos.
Cuidem de seus preconceitos, loiros aguados!

a insustentável hipocrisia da imprensa

A falha di çumpallo hoje nos presenteia com uma matéria que extrapola os limites do próprio pré-conceito dos hipócritas da correção política.

Negros são só 18% em cargos de destaque no Brasil.

Pois é, não deixa de ser verdade:
há poucos políticos negros,

provavelmente porque não são recebem votos de seus “irmãos oriundos da Mamma Africa”.
(ao contrário dos pastores que recebem enxurradas de votos dos crentes de todas as denominações de dizimistas)
A matéria, porém, não cita juízes, como Joaquim Barbosa, que se fizeram por esforço próprio, e não por “cotas” ou “puxões para o alto dos colegas”.
Aliás, quando ele era Oficial de Chancelaria e prestou o concurso para Diplomata, no início da década de 1980, não foi “aprovado na entrevista”. Por que seria?
Sorte a dele, que pôde enveredar por outro caminho e atingiu o ápice de uma carreira bem mais difícil.
Por outro lado,
quantos JORNALISTAS negros você conhece?
um ou outro repórter, como a Glória Maria, e o Heraldo Pereira – este aí mais para mestiço do que para negro mesmo,
e essa categoria profeççionáu quer falar dos outros?
Não tem o mínimo de simancol para ver que faltam negros famosos como jornalistas? Ou ainda vão ficar mencionando Machado de Assis, José do Patrocínio e Tobias Barreto?
a maes pió di rúym das koza he u geornahlyzmo anal-faz-bético

O descaramento dos hipòcritamente mal-resolvidos é avassalador.
Depois que a Falha tiver dado vários cargos de diretoria para negros, talvez ela possa fazer alguma matéria sobre as dificuldades de ascenção social. Faça uma política de “inclusão social” com cotas para negros na empresa, antes de apontar para o “rabo preso dos outros”

Por acaso, conheço um EX-jornalista negro dessa empresa que fica na Crackolândia, e que contou coisas “bem interessantes” sobre os métodos de trabalho e de “elaboração de matérias” (pagas), saídas diretamente da mesa dos chefes para os subordinados.

E façam também uma matéria para ver quantos brancos têm condições financeiras de “freqüentar” o Hospital Sírio-Libanês ou de fazer compras/refeições nos Iguatemicos de São Paulo. Ah, não esqueçam de fazer a mesma matéria com os orientais, já que a empresa Falha di Çumpallo segue à risca a política de dividir as pessoas, para pô-las em conflitos.
Maldita esquerda festiva.

Preconceito existe sim

Li há alguns dias, nem me lembro onde, uma matéria escrita por essas peçykólogoas, pedagojkas, ou sei lá que outro tipo de “analistas”, que afirmava que o preconceito se adquire na sociedade, que criança [aquele ser puro e angelical que rousseau (ruçô) e alguns católicos inventaram para maldição da humanidade]  não tem preconceitos.

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Falando bom e claro português:

QUE PUTA MENTIRA!

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Fui criança – há muito tempo, bem antes dessa raça de “analistas” começar a pulular em revistas, jornais e programas de rádio.

Lembro de que tinha uns 5 ou 6 anos (na flor da inocência, como diriam essas toupeiras que querem cegar a humanidade), posso afirmar porque aconteceu na casa em que morava naquela época.
Um menino mongolóide (com Síndrome de Down, como se exige dizer hoje em dia) foi passar o dia na casa de algum parente que morava no quarteirão.
Eu me zanguei com ele, na rua, e disse a meu pai, que estava por perto, que o menino era “muito bobo”.

Meu pai foi procurar a mãe do menino, para se desculpar, e na frente dela me deu uma lição de moral (nossa, que horror! assédio contra um dimenó!)  para ensinar que o menino não podia ser chamado de bobo, nem nada daquilo que eu tinha dito. Continuou, depois, para explicar que ele tinha nascido com aquela característica e eu tinha de saber que havia diferenças físicas e mentais entre ele e as outras crianças da rua.

Mais tarde, na escola, uns 8 anos, fiz uma piada de mau gosto a respeito de uma colega da classe, que hoje em dia teria de ser chamada de “afrodescendente”.
Meu pai e minha mãe vieram com toneladas de conversas contra aquela minha piada.
Lembro que minha mãe disse: – você pensa que mora nos Estados Unidos?  (estava em evidência, na época, a luta contra a política de segregação nos Estados do Sul dos Estados Unidos; isso era mostrado nos noticiários do Repórter Esso).

Pois é, minha mãe era “dona de casa”. Não era “analista” formada nas “melhores” universidades brasileiras de siençazumana.
Ela e meu pai souberam que é de menino que se torce o pepino, para crescer corretamente, e tirar os preconceitos que eu, criança, expunha com naturalidade.

Crianças têm preconceito nato. Cabe à sociedade ensinar que eles não se justificam.
Exatamente o oposto do que dizem os “intelijumentos” da intelligentzia.
O polìticamente correto, ou melhor, a hipocrisia, é a pior forma de lidar com esses temas.

 

Protestos…

Escrevi há poucos dias sobre a interminável “tendência” a escravizarem-se pessoas na África.

Hoje me deparo com a notícia de que a “coitadinha” da esposa do Obaoba segurou um cartaz em favor do resgate das mais de 200 meninas cristãs que foram seqüestradas na escola, por terroristas muçulmanos.

Pois é, a senhora que é tão culta, tão estudada, tão preparada, não sabe que a escravidão é praticada há milênios na mamma África? Ainda pensa que os brancos malvados entravam para “caçar” escravos? Não minha senhora, foram antepassados dos vizinhos dos seus antepassados que os aprisionaram e os venderam para ingleses, e assim terminaram vindo trabalhar na América. Da mesma forma como milhões de outros foram enviados para trabalho nos sultanatos e califados muçulmanos.

É, minha senhora, muçulmano como o padrasto indonésio de seu ilustre marido, o mestiço filho de uma hipponga loira com um estudante (não escravo, mas elite) queniano, e que apesar de ter sido criado pela família materna preferiu o oportunismo de declarar-se negro, e não abrir mão do preconceito.

Adoro esses “intelectuais” que sempre se posicionam no comodismo das modas.

Aliás, na matéria que está no site do Globo, há uma grande quantidade de pessoas que perguntam:
– Onde estão as “ativistas” do Femen, que gostam de tirar a roupa em igrejas e catedrais católicas ou ortodoxas?
Por que elas não vão à Nigéria para uma manifestaçãozinha rápida? Será que estão com medinho?

E aquela ativista do Green piss do Rio Grande do Sul, que posou para a Playboy, ela não se comove com o extermínio de pessoas?
Ah, é só gente. Se fossem ursos ou zebras certamente mereceriam bloquear um porto, ou uma avenida do Rio e de São Paulo.

 

Vitiligo

Há pouco mais de um ano escrevi sobre tatuagens e vitiligo.

Pois vejo agora uma notícia de uma jovem mulher escolhida para ser modelo, com vitiligo e tudo mais.

Parabéns Winnie Harlow, anteriormente Chantelle Brown-Young.

E como sempre digo:

meu vitiligo (natureba) é mais bonito do que tua tatuagem (feita em salão).

 

distorções na história

Ao ler comentários de matérias de jornais, fico com a clara sensação de que a história tem sido – propositadamente – distorcida para ensinar pré-conceitos aos brasileiros.

Coisas do tipo: foi o governo militar que instituiu a polícia militar (nome tìpicamente brasileiro, já que em outros países polícia militar é a que cuida dos militares, aqui dividida em Polícia do Exército, Polícia da Aeronáutica e Polícia do Batalhão Naval).
Ou de que três senadores por Estado é invenção do mesmo governo militar.
A distorção da representação de deputados federais entre os estados também é um tema que repetidamente é mencionado de forma errada, como se isso fosse algo que surgiu nos últimos 50 anos, e não um processo que se montou desde a proclamação da República.

Que tal as pessoas usarem a infernet para pesquisar, para ler textos autênticos, e não crer inteiramente em aulinhas de professores de cursinho ou em jornalistas ideològicamente comprometidos?

Que tal sentar ao lado do vovô e ouvir as histórias que ele tem para contar sobre como era a vida antes do nascimento do neto-prodígio, que escreve “descente” quando quer se referir a algo “decente”?

Se quiserem, podem procurar aqui mesmo no blog os comentários que fiz sobre todas as constituições do Brasil, e ressalto, outra vez, que os textos integrais dessas constituições estão à disposição na internet.

E não confundam polícia judiciária (a investigativa) com a polícia de prevenção, que tem dentre suas variantes as diferentes gendarmerias e os carabineiros de alguns países, que inclusive usam tanques e outros armamentos tìpicamente de guerra. A simpática Polícia Montada canadense não é uma instituição civil, no sentido de oposição a militar, e muito menos esteve isenta de atos de violência (ou truculência, como gostam de repetir nossos enpreimçeiros e ativistas) em suas operações.
E o que será que significam os títulos hierárquicos de major, capitão, tenente, sargento e cabo, em tantas corporações policiais de estados dos EUA? Erros de filmagens?
Não somos os únicos, portanto, a ter estrutura militar em órgãos da polícia. Se os ONGeiros e juristas europeus querem nos dar regras, poderiam começar a reforma pelos países do próprio continente, como exemplo. Esse resquício militar nas polícias é generalizado, e na verdade não sei se é pior do que a estrutura sindicalizada que temos nas polícias civis do Brasil, que passam tanto tempo em greve, sem atendimento à população.

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