Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘rádio’

a eleição do Trump, a imprensa, os analistas, etc e tal

Enviaram-me este texto:

Recado para a imprensa em geral:
Vocês esqueceram de fazer jornalismo para fazer campanha declarada em prol do Reino Unido se manter atrelado ao monstro burocrático que se tornou a União Europeia. Chamaram milhões de trabalhadores e pobres de xenófobos, disseram que era um absurdo o interior decidir algo tão importante, avisaram que seria o apocalipse na terra se o Brexit vencesse.
Perderam. O Reino Unido – se o establishment deixar – sairá da União Europeia. E está melhor do que nunca com isso.

Vocês esqueceram de fazer jornalismo para fazer campanha declarada em prol de um acordo do estado da Colômbia com as FARC, um grupo marxista terrorista que sequestrou e matou milhares de pessoas, acordo este que incluía cotas para terroristas na Câmara e no Senado colombianos, e taxaram aqueles contrários a esse acordo de intolerantes e contrários a paz.
Perderam. A Colômbia não quer terroristas no Congresso.

Vocês esqueceram de fazer jornalismo para fazer uma campanha ainda mais declarada e totalmente tendenciosa em prol de Hillary Clinton, apostando todas as fichas na eleição de uma das políticas mais corruptas da história dos Estados Unidos. Chamaram milhões de trabalhadores de brancos ignorantes, caipiras, burros, xenófobos, racistas, homofóbicos, machistas e toda sorte de invenção possível para elevar Hillary Clinton a um pedestal de santa enquanto Donald Trump era o demônio.
Perderam. Trump será o presidente, os republicanos terão a Câmara e o Senado. E elegerão a nova Suprema Corte.

Deixa eu contar algo pra vocês: a grande maioria das pessoas está pouco se lixando pra esse mimimi politicamente correto que vocês estampam a cada mínima coisa que alguém – que não seja de esquerda – faz que seja politicamente “incorreta”. As pessoas querem trabalhar, ter sua casa, seu carro, viajar, ver os filhos vivendo bem, envelhecer bem, enfim, ter uma boa vida. Mas fica difícil enxergar isso quando vocês só estão preocupados em procurar racismo, machismo, homofobia, xenofobia e similares em qualquer mínima coisa do dia a dia.

O resultado disso? Jornais fechando ou com queda nas tiragens por todo o mundo, mídia sendo cada vez mais contestada – graças às redes sociais, que vocês não controlam – e o povo fazendo nas urnas exatamente o contrário do que vocês passam meses defendendo de forma tão acintosa que chega a ser ridícula. Como disse um comentarista da americana NBC, fazendo um mea culpa ao vivo, vocês não estão ouvindo o que as pessoas estão falando, vocês estão tentando impor a elas o que elas devem falar.

A era da grande mídia como quarto poder está chegando ao fim. E se vocês não mudarem, jogando no lixo esse esquerdismo militante e entendendo que há liberais, conservadores e diversos outros pontos de vista na sociedade que devem ser ouvidos, serão extintos juntos com essa era.

THE NEWS WILL BE GREAT AGAIN. E cada vez dependerão menos de vocês.

Resumindo: O povo cansou de mentiras de políticos . Dizer que gosta de pobre, não convence mais.  Vale dizer a verdade

Hoje de manhã, ouvindo rádio na estrada, na Jovem Pan estavam entrevistando dois professores de Relações Internacionais. Não pude anotar seus nomes. Um deles disse, se houver guerra não será Trump que começará, mas os líderes que vão querer colocar manguinhas de fora porque os americanos estarão cuidando deles e não dos outros.

No caso do Brasil, mencionou que considera uma tremenda mentira o discursinho batido de que “é preciso inserir o Brasil no cenário internacional. Inserir não depende da ” boa vontade” dos outros, mas da competência do país em ocupar espaço. E Nunca um país que tem vergonha de ter forças armadas será digno de fazer parte do conselho de segurança da ONU.” E é claro, que no Brasil pós-88 é vergonhoso falar em forças armadas.

O Brasil quer cuidar do quintal dos outros? Com dois presidentes dos poderes retirados quase ao mesmo tempo, e ainda um outro em vias de ir pelo mesmo caminho? Quantos países tiveram DOIS impeachments de presidentes em menos de 30 anos?

Parece que os “analistas” que tanto fizeram propaganda pela campanha de Hillary, lá e cá, deveriam se preocupar em ser mais precisos, e menos partidários. Afinal de contas, -ista é sufixo de “seguidor” (dentre outras características),  e no caso parece que os “analistas” apenas seguem o ânus dos líderes.

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ecologia, sustentabilidade, etc..

Isso já circulou pela internet e agora também pelo whatsapp.

Vale a pena ter em mente:

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
– A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:
– Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
– Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio.

– Você está certo – respondeu a senhora. Nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente, não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro, a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões de casa.
Não nos preocupávamos com o ambiente. Até as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas secadoras elétricas. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas.
Os filhos menores usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela de 14 polegadas, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado, como não sei
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia batedeiras elétricas, que fazem tudo por nós. Quando enviávamos algo frágil pelo correio, usávamos jornal velho como proteção, e não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava motor a gasolina para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam à eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Recarregávamos nossas canetas com tinta inúmeras vezes ao invés de comprar outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora aparelhos descartáveis, quando a lâmina perdia o corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naquele tempo, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus coletivos e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar os pais como serviço de táxi 24 horas.
Havia só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E não precisávamos de GPS para receber sinais de satélites no espaço para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é crível que a atual geração fale tanto em “meio ambiente”, mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época!

Agora que você leu esse desabafo, envie para os seus amigos que têm mais de 50 anos de idade, e para os jovens que tem tudo nas mãos e só sabem criticar os mais velhos!!!

Movimentos

Hoje de manhã, ouvindo uma certa estação de rádio, o locutor disse que o trânsito estava interrompido por conta de manifestação do

MOVIMENTO DOS SEM TER O QUE FAZER.

Nada mais realista.

(Ele não falava da greve dos caminhoneiros – era só aquele peçonhalzinho que gosta de queimar pneus para atrapalhar a vida dos outros).

 

imprensa cabecinha de alfinete

Mais uma vez os jornalistas demonstram que têm uma cabecinha do tamanho de um alfinete, onde não cabem novas informações para poderem de-formar adequadamente os leitores/ouvintes/telespectadores.

Por mais que os juristas expliquem, em programas, entrevistas e artigos, jornalistas repetem que será pedida a “deportação” de Cesare Batistti, pois foram incapazes de entender o significado de expulsão de um estrangeiro, e qual a diferença entre os dois procedimentos do Direito.

Esse “quarto” poder podia ser arrumado.

The day-after

Acordei hoje, the day-after Christmas, liguei o rádio, e descobri que hoje, 26 de dezembro (Boxing Day nos países de cultura britânica), já  é carnaval na Tupiniquinlândia.

Cada um com seus hábitos e com suas prioridades.

Isso significa que já estamos livres de Yoko Ono, mas não de Simone…

Prevenção

Algumas vezes escuto uma propaganda do tribunal do trabalho dizendo que a prevenção é o melhor caminho (para evitar acidentes).
Acidentes não acontecem por acaso: acidentes acontecem por descaso.

Não lembraram de prevenir os gigantescos roubos havidos na construção do prédio em São Paulo. Puro descaso.

Será que a população já esqueceu?
Acho que não… só os juízes do referido tribunal.

aulas de leitura

Quando eu estava na escola, no longínquo século XX, tínhamos aulas de leitura.
O aluno era chamado à frente de toda a sala e, ao lado da professora, tinha de ler em voz alta um trecho do livro escolar.

Isso não era considerado constrangedor (bullying, como se diz no nordestinês contemporâneo), pois era parte do aprendizado.

Seria muito bom se os alunos dos cursos de “comunicassaum çossiáu” também tivessem esse dificílimo encargo na fakú.
Estou farto de ouvir locutor (autodenominados repórteres) de rádio e televisão que desconhece inteiramente a utilidade da pontuação no texto, e grita em lugar de falar.

 

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