Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘sexualidade’

Circula no whatsapp (2): assédio

Recebi fotos de uma moçoilas preparadas para o carnaval.
Prefiro não compartilhar os rostos dessas figuras,
(podem acusar de invasão de privacidade)
mas menciono os cartazes que ela portavam nas fotos:

Não sou pavê

Uber Pool
pego você e seus amigos

Não uso fantasia,
apenas realizo!

Lavo e Passo
Cuzinho não

Me atiro no pau do gato

Estrago a pessoa amada em 3 dias

A única diferença entre eu e o mosquito
é que ele para de chupar quando leva tapa.

Não lavo nem passo,
só cuzinho.

Mostrei as imagens para meu círculo de amigos (e amigas) e as respostas foram:

  • Depois reclamam dos homens,
  • Nem se vendem. Dão simplesmente porque precisam mostrar na internet pras ‘migas.
  • Aí depois querem pagar de moralistas contra o assédio.
  • Depois aparecem na tv pedindo respeito.
  • Tem horas em que acho que quem era para ir pro céu já foi, e nós ficamos no inferno

 

P.S. Explicaram-me, depois, que são fotos do carnaval de Ouro Preto, famosa cidade universiotária de minas.
Ainda bem que eduação é uma prioridade do país e dos paiseiros.

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Circula no Whatsapp (1) – Pabllo Vitar

O problema de Pabllo Vitar não é a sexualidade, é o talento mesmo.
Porque para ser ruim ele teria que melhor muito ainda.
Chamar de homofobia a não aceitação dele pela maioria das pessoas
é esquecer-se de artistas como Cazuza, Cássia Eller, Ney Matogrosso,
Renato Russo e Freddie Mercury, que mesmo sendo discriminados pelo fato de serem gays,
sempre foram reverenciados pela maioria, porque o talento era indiscutível.
Mas oferecer música boa para essa geração é igual a dar caviar para urubus:
eles sempre preferirão a carniça.

manchetes de 9 de novembro

Gorbatchev diz que mundo está à beira de nova Guerra Fria
ainda bem
bons tempos
havia um pouco de ordem neste mundo bêsta

 

Queda pacífica do Muro de Berlim foi um milagre, diz Merkel
é mesmo?
você, uma alemos oriental, que expandiu o Lebensraum (espaço vital) nazista para o Leste da Europa, deve estar muito feliz com suas realizações

 

Em novo sinal de fragilidade na China, crescimento comercial desacelera em outubro
claro, crescimento medido em percentuais um dia começa a diminuir o fluxo
passar de 1 para 2 é fácil, difícil é passar de 20 para 21

 

Comissão da Libéria pede compensação por tiroteio contra área em quarentena pelo ébola
comissão na Libéria tem apenas um significado: cobrança de dinheiro sujo

 

Anistia Internacional pede liberdade de ativistas pró-Hong Kong antes de encontro da APEC
ué, quem disse que devolver Hong Kong para a China ia dar certo?

 

Müller faz três gola e Bayern abre sete pontos na liderança do Campeonato Alemão
7, lembra bem? 7
só não foram mais porque a dona Fifa pediu para os meninos não se exaltarem

 

Aos 46 anos, fulaninha está grávida do segundo filho
hoje em dia, as mulheres começam a vida sexual aos 12, mas só começam a ter filhos depois dos 40 depois reclamam que a natureza precisa de “reparos”

 

Receita com exportação de café em outubro aumenta 38,7%
que bom
quem sabe tenhamos outros produtos, além da soja e do minério de ferro, para exportar
talvez o café e a cana-de-açúcar virem riquezas deste país

 

 

Prosaico

Conversava ontem com um escritor e colunista da Folha (reservarei o nome dele), e falamos, dentre outras coisas coisas, sobre essa “obrigação estilosa” de se falar da vida sexual, o “outing”, e o gaypower como estilo de vida.
Essa coisa feia, brega, de paradaguei , como se esse carnaval fora de época tivesse algum significado.

Ele fez um comentário bem legal a respeito:

Não é só que a vida sexual de cada um não interessa aos outros,
mas é que ela deve ser tratada como merece: algo trivial, prosaico.
Se as pessoas defecam todos os dias, e não fazem festa ou debates sobre isso,
por que a vida sexual merece tanta atenção?
É apenas mais algum ato prosaico. 

Um amigo, desses “ativistas gays”, tentou rebater, afirmando que a opinião do escritor era parcial, pois falar da própria vida sexual como o fizeram Proust, James Baldwin ou E. M. Forster, ainda que de forma indireta, pode não ser um ato prosaico.

Ao que um outro imediatamente retrucou com o fato de que esses grandes nomes da literatura tratavam do tema como se nem estivessem falando, ao contrário da escória contemporânea…

Comentei sobre a conversa com uma amiga que disse não entender por que hoje em dia todo mundo se acha na obrigação de se explicar sexualmente (ou de escutar a explicação)? Se você gosta ou não de alguém, em principio nada tem a ver com a sexualidade da pessoa, a menos que você esteja interessado nela sexualmente.
Concluiu: sou das antigas e, como diz meu pai, seu problema pessoal e ” problema sexual seu”, i.e., só da sua conta e de mais ninguém. Respeite-se!

No blog de livros, algumas vezes comentei sobre livros que têm conteúdo erótico, e outros, de escritores contemporâneos, que são meramente pornográficos, em geral escritos por velhos que dependem de viagra ou outros estimulantes do tipo. Acreditam que fazer descrições sobre atos sexuais seja do interesse de leitores adultos (adultos = nem adolescente nem caquético).

Concluo: quem festeja tanto a própria vida sexual, caquético ou mal saído da adolescência, e não consegue ser prosaico, deve sofrer de uma incrível prisão de ventre…
ou do que mais seja.

😉

 

Obscuras tribos dos Alpes Orientais

Encontrei, por acaso, um filme da televisão austríaca, de 1994, que fez uma excelente paródia do trabalho de antropólogos e etnólogos africanos, que visitam tribos brancas nos Alpes austríacos.

Os mistérios que há por trás das regras de casamento, os totens familiares, o consumo de bebidas, festas, as danças, a transumância de outros povos durante o período de férias (que devem ter algum significado religioso), e tantas outras coisas que não podem ser fàcilmente explicadas.

Eu, que nunca dou crédito a essas interpretações de antropo-ilógicos, ociólogos e outros estudiosos das sociedades, achei o trabalho muito engraçado, e confirmou “minhas suspeitas” de que esses trabalhos são fraudes.

O filme dura 45 minutos. e está todo em inglês (versão de 1997).

Como diz o título: a must see.

How Black People See White Culture

Lobby

“O problema não é ter essa orientação [homossexual]. Devemos ser irmãos. O problema é fazer lobby por essa orientação, ou lobbies de pessoas invejosas, lobbies políticos, lobbies maçons, tantos lobbies. Esse é o pior problema”, disse. o Papa Francisco.

Temos o lobby dos ecochatos, o lobby LGBTWKYÇRSSPQTP (era mais fácil quando a sigla apenas era GLS), o lobby das armas (nos Estados Unidos) e o lobby do desarmamento (promovido pelo crime organizado), o lobby dos evangélicos, o lobby das feministas, o lobby dos que passeiam de bicicletas nos finais de semana, o lobby dos caminhoneiros, etc..

Os lobbies não são uma força da democracia. Ao contrário, são uma tentativa de minorias imporem seu pensamento sobre a maioria. Nada mais autoritário…

Dizem que a origem da palavra remete-nos aos lobbies dos hotéis. Saguões, halls, onde os políticos eram procurados por grupos de pressão. Muita vezes, porém, a impressão que temos é de que a palavra remonta à lobotomia.

Tempos e idade – 2

No início do século XX, uma tia solteira de minha avó teve um bebê que, como costume naquele tempo, foi deixado na Roda dos Enjeitados da Santa Casa.

Hoje em dia, isso é considerado crime de abandono de incapaz, mas as mães solteiras, de qualquer idade, costumam deixar os bebês indesejados em lixeiras.

Algumas simplesmente deixam os bebês para serem criados por avós.

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