Um blogue mal humorado, com aversão ao abominável modismo do "polìticamente correto" (hipòcritamente mal-resolvido). Blogue de um cético convicto, com a própria ortografia.

Posts marcados ‘social-democracia’

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Encontrei por acaso esse vídeo no youtube:

e o enviei a vários amigos.

Uma amiga que mora em uma dessas monarquiazinhas socialistas da Ôrópa me respondeu:

A imprensa aqui não pára de falar em nós, sobretudo para ressaltar as profundas diferenças sociais. Brasil, país do século XVIII, onde ainda existe empregado doméstico, que divide o elevador de serviço com animais e carga… mas também explico que os “coitadinhos” dos favelados não desejam que a urbanização chegue às favelas, pois terão de pagar água, luz, gás e IPTU, como todos nós.

Repassei essa respostas às pessoas que haviam recebido o vídeo, e delas obtive os comentários:

Desculpe, mas não é só no Brasil. não.
Na Zoropa civilizada, empregada doméstica dorme fora da casa……..
Ou naqueles quartinhos lá em cima dos belos casarões do sec. XVIII e XVIX.
( Lembra das mansardes:, água furtada, e por aí vai…)
E NÃO sobe de elevador… só de escada!!!!!
( EU vivi isso…)
Enfim…………..vou pra Pasárgada!

e

Realmente o grande problema do mundo é o próprio ser humano, que não consegue enxergar o próprio umbigo.Os europeus comunas, que adoram dar o pitaco nas nossas diferenças sociais, esquecem que eles tem as deles, onde jogam até bananas para os jogadores negros nos estádios. Se estão com dó, leva uns coitadinhos das “cumunidades dos manos” do morro do Rio de Janeiro para casa, pra passar talquinho no bumbum deles. Socialista bom é o sem dinheiro, pois aí vira capitalista…

 

 

Bem, o autor (americano) do filme mostrou aspectos curiosos e positivos do Brasil,
mas uzeuropeus estão a anos-luz de distância da realidade.

Aliás, eles que assumam as conseqüências da fétida política da hipocrisia multiculturalista, que implantaram como “verdade absoluta”.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/08/franca-fechou-20-mesquitas-tidas-como-radicais-desde-dezembro.html

Eles só esquecem que temos também uma cultura diferente da deles… (aliás, DAS deles), e também merecemos o respeito que tanto pregam – para os outros.

 

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União Européia esfacelando-se

“analistas” muito falaram da vitória do partido de esquerda Syriza na Grécia.
“liberais” falaram da política do desperdício de dinheiro, mas não comentaram que era a alternativa que os gregos tinham.Na Espanha, Podemos é um novo partido dito de direita. Na França, Front National é por muitos classificados como neo-fascista. No Reino Unido, o UKIP cresce e deseja o rompimento com a União Européia e os burocratas de Bruxelas (Luxemburgo, Straßburg e Frankfurt). Na Itália os separatistas da Liga Norte e os partidários do humorista Beppe Grillo rompem a dicotomia democracia-cristão/esquerda.

Ninguém se pergunta até quando os europeus agüentarão os encargos sociais com os “irmãozinhos” da Europa Oriental, protegidos pela alemoa oriental Merkel.
Ontem mesmo recebi da Espanha um texto sobre RISGA – renda de inclusão social da Galícia – que sustenta famílias de romenos que há cinco anos recebem a esmola governamental “em nome da sociedade”. ¿Cobráis la RISGA?

Será que os europeus não estão cansados de tanto bom-mocismo do welfare state?
Acho que os “analistas” esquecem de verificar o estado de espírito dos contribuintes, quando falam de gastos públicos.

O que está em falência não são as “contas públicas”, mas a farsa da social-democracia.
Ela esfacela, em passos decisivos, os resultados positivos da des-União Européia.

O comentário abaixo de um lusitano, no Jornal de Negócios, é mais inteligente do que a política de austeridide que a alemoa exige dos países mediterrâneos, mas não de seus irmãozinhos da ex-cortina de ferro, que infestam a Europa Ocidental.

Que direito tem a Alemanha, depois das condições que foram dadas para pagar o empréstimo que lhe foi concedido, de tratar agora, com tal desprezo, arrogância e prepotência aqueles que lhe deram a mão no momento em que esteve de rastos? Não se esqueçam que o pagamento da dívida da Alemanha era paga em função do que exportava, nunca lhe tendo sido negadas as verbas necessárias ao seu desenvolvimento, o que a fez vir a ser um país altamente exportador vindo mais tarde a tornar-se na grande potência económica da Europa. Que bom seria se os empréstimos que tivemos de solicitar, pelos desgovernos que tivemos, tivessem tido as mesmas condições de amortização e pagamento.
Ela adora falar de “ajuste das contas” para o “crescimento econômico”, mas não gosta de rever o custo dos “irmãozinhos” nos outros países europeus.
Se isso é “demo-cracia cristã”, realmente há motivos de sobra para a escolha de partidos radicais.
O pensamento de Lebensraum alemão vai acabar a unidade européia, outra vez… Essa conversa de “Deutschland über alles”…

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